Valorização da cultura brasileira
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Segunda-feira, Setembro 15, 2008
HOMENAGEM:LUIZ CARLOS VASCONCELOS
Luiz Carlos Vasconcelos é um dos grandes nomes das Artes Cênicas.
Ator e diretor paraibano, Luis Carlos Vasconcelos descobriu o teatro na infância, na sua cidade natal, Umbuzeiro. Muita gente deve conhecê-lo como Palhaço Xuxu, que surgiu em 1978...
O conhecimento técnico na área do circo foi obtido na Escola Nacional de Circo do Rio de Janeiro...
Realizou nos últimos anos trabalhos na TV e cinema. Obteve merecido reconhecimento e continua a trilhar a sua trajetória no teatro; o artista fundou a Escola de Teatro e Circo Piollin, com sede em João Pessoa. O trabalho mais significativo do grupo, Vau da Sarapalha, já fez diversas temporadas em São Paulo, viajou pelo Brasil e exterior (sempre com boa receptividade do público e da crítica).
O seu currículo inclui também cursos de teatro na Dinamarca, espetáculos como integrante da Intrépida Trupe e atuação na ópera Matogrosso, montada por Gerald Thomas e Philip Glass.
O seu talento e carisma chamaram a minha atenção. Desde que o vi interpretando Lampião, procuro não perder nenhum trabalho que realiza na TV e cinema.
ALGUNS LINKS INTERESSANTES:
www.piollin.org.br
www2.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20020730/vid_mat_300702_51.htm
divirta-se.correioweb.com.br/materias.htm?materia=2545&secao=Cinema&data=20080426
jpb1.paraiba.tv.br
http://www2.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20020730/vid_mat_300702_51.htm
http://www.youtube.com/watch?v=cR9jEtJ5d7s
http://www.youtube.com/watch?v=9sKWETNkgRQ
http://www.youtube.com/watch?v=F_8hgx40IMY
http://os.dias.e.as.horas.zip.net/arch2008-05-04_2008-05-10.html
auniao.pb.gov.br/v2/index.php?option=com_content&task=view&id=16962&Itemid=35
http://frentedaculturasc.blogspot.com/2008/06/luiz-carlos-vasconcelos-encarna-seu.html
www.clickpb.com.br/noticias/?cod=10103&sec=211
http://jpb1.cabobranco.tv.br/index.php?ev=1&d=2008-08-05
veja.abril.com.br/160604/vejaessa.html
http://rjtv.globo.com/Jornalismo/RJTV/0,,MUL301767-9106-10,00-PALHACO+DO+BEM.html
http://ondeanda.multiply.com/photos/album/774
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080801/not_imp215487,0.php
FRASES:
-¨O palhaço tem que ser absolutamente a expressão do ridículo verdadeiro de quem o representa. Um personagem, não. O personagem é uma criação que vai servir para aquela encenação e depois vai embora. O palhaço é eterno. Ele vai com o ator pelo resto de sua vida porque é ele mesmo. ¨
Luiz Carlos Vasconcelos
http://www.sarcastico.com.br/materia.php?id=798
“Ator deve correr riscos e fazer o que nunca fez. Não deve apenas visar o acerto”
Luiz Carlos Vasconcelos
epoca.globo.com
¨ A essência do ator está no teatro de rua, como Xuxu¨
Luis Carlos Vasconcelos
www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&uf=2&local=18
-Sobre o Palhaço Xuxu, opinião de uma colunista: ¨Xuxu é um palhaço que nos remete às memórias da infância, à magiado circo e aos primeiros atores de rua, sua alma revela o lado risível da nossa humanidade. E esta seriedade, o palhaço tem.¨
Para a pesquisadora Alice Viveiros de Castro, “Xuxu é um mestre. Parece que os Deuses, Dionysos à frente, pegaram-no pelo nariz e determinaram: Este vai beber na fonte e alimentá-la”. Matéria no site http://www.paraiba.com.br/noticia.shtml?7389
-Sônia Lopes: Cite um diretor, um ator e uma atriz: Lívia Falcão: Um diretor, Moncho Rodriguez, um ator, Luis Carlos Vasconcelos e uma atriz, Leandra Leal. http://sonialopes.com.br/index.php/category/pauta-por-sonia-lopes/
COMO CINEMA TEM A FACILIDADE DO DVD, VALE A PENA CITAR OS FILMES NOS QUAIS ATUOU:
2008 - Romance do Vaqueiro Voador
2007 - Mutum
2006 - Árido Movie
2003 - Carandiru (interpretou o médico)
2001 - Abril Despedaçado
1999 - Eu Tu Eles – melhor ator de cinema pela APCA
1999 - Primeiro Dia - melhor ator de cinema pela APCA
1998 - Minut
1997 - Baile Perfumado (interpretou Lampião) - melhor ator de cinema pela APCA. Não concoro com a categoria: Coadjuvante...!!!
FOTOS:
Palhaço Xuxu
http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&newsID=a1972458.xml
...Luiz Carlos pretende comemorar os 30 anos do Xuxu, viajando pelo Brasil e, claro, passar por Sampa.
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Vau da Sarapalha
Por Nanda Rovere
Vau da Sarapalha prima pela simplicidade e um dos seus méritos é a criativa trilha sonora, formada principalmente por uma sonoplastia que mistura percussão corporal e com instrumentos e objetos que fazem parte do cenário.
O interessante cenário ambienta a ação numa casa simples do ¨interiorzão¨ do Brasil e o figurino também é inspirado nas vestimentas da população que habita regiões longínquas de nosso país.
Luiz Carlos Vasconcelos, diretor, conseguiu transpor o universo de Guimarães Rosa com competência para o palco. Vau de Sarapalha é uma adaptação do conto Sarapalha, da obra Sagarana, de Guimarães Rosa. A encenação valoriza o talento dos atores e o texto, como todas as obras de Guimarães Rosa, recupera com maestria o linguajar do povo que conheceu nas suas andanças.
Primo Ribeiro e primo Argemiro estão com malária e conversam sobre Luísa, mulher de Ribeiro, que deixou o lugar para viver com outro homem. Num certo momento Argemiro revela ao primo que sentia atração por Luísa e é expulso da casa. Em cerca de 50 min de encenação é isso que acontece.
O tempo é vagaroso, a maleita incomoda os personagens, que passam os seus dias esperando a morte. A poesia e a impaciência se misturam...Não poderia ser diferente numa região assolada pela malária, deserta e sem perspectiva de que um dia as coisas melhorem.
A montagem é recheada de simbologias referentes às relações humanas e à vida no sertão. Negra Ceição, que se comunica através de sons incompreensíveis e um cão incomodado por uma incontrolável coceira, nos remetem à condição sub-humana dos personagens e ao universo metafórico e mítico de Guimarães Rosa, ou melhor, do povo brasileiro, que ele tão bem retratou em suas obras literárias. Na montagem, responsável por boa parte da sonoplastia instrumental, está o Capeta.
A peça tem 16 anos de estrada e recebe elogios por onde passa. Fato magnífico, pois o projeto conseguiu superar as dificuldades, sempre presentes, na manutenção de longas temporadas.
Depois de uma curta passagem por São Paulo, no Palco Giratório do Sesc, o objetivo é fazer mais uma temporada na cidade.
www.jornalspiner.com.br
postado por: NANDA ROVERE 4:23 PM
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DOIS GRANDES ATORES EM CARTAZ NO SESC DA AV PAULISTA
ANTONIO PETRIN COMEMORA 40 ANOS DE CARREIRA COM O
ESPETÁCULO SOLO “SÓ OS DOENTES DO CORAÇÃO DEVERIAM SER
ATORES”, NO SESC AVENIDA PAULISTA, A PARTIR DO DIA 10 DE SETEMBRO
Peça foi escrita inspirada em trecho de livro do diretor italiano Eugenio Barba
No ano em que comemora 40 anos de trajetória profissional, o ator Antonio Petrin estréia, no dia 10 de setembro, às 21h, no SESC Avenida Paulista, o espetáculo solo “Só os doentes do coração deveriam ser atores”. A montagem, que tem texto e direção de Eduardo Figueiredo, fica em cartaz às quartas e quintas, até o dia 02 de outubro, no Espaço Décimo Primeiro Andar.
Inspirada no livro “Além das Ilhas Flutuantes”, de Eugenio Barba, a peça retrata o dilema de Jacek, um ator polonês de 60 anos que, às vésperas de reestrear Ricardo III, de Shakespeare. Ele sofre do coração e é proibido pelos médicos de continuar sua carreira. Porém parar de atuar para o ator significa sua própria morte, tamanha sua vocação artística.
Desta maneira, o personagem faz – repleto de humor e sarcasmo - uma retrospectiva da sua vida em momentos importantes de sua infância, adolescência, família e amores. No palco, ao lado de Petrin, a pianista Elaine Giacomelli interpreta ao vivo obras de compositores consagrados.
Antonio Petrin – Nasceu em Laranjal, interior do estado de São Paulo e ainda criança, foi morar na cidade de Santo André. Na igreja de seu bairro, passou a ter contato com teatro, participando de várias encenações de peças religiosas e comédias de costumes. Estudou desenho industrial, profissão que exerceu até terminar a escola de arte dramática.
Ao se formar, a convite do dramaturgo Jorge Andrade, foi lecionar teatro no Serviço de Ensino Vocacional e paralelamente iniciou sua carreira de ator profissional. Em sua trajetória, acumula participações em 42 peças como ator, 12 como diretor, além de ter atuado em 35 programas de TV (entre novelas e especiais) e 12 filmes.
Foi indicado para os mais importantes prêmios de melhor ator, tendo vencido o APETESP no ano de 83 com a peça “Ganhar ou Ganhar”. Atualmente está no elenco da mini-série “Alice”, produzida pela HBO e estará presente na próxima novela do SBT.
Eduardo Figueiredo - Mestre em Sociologia do Teatro e Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista, foi um dos atores brasileiros selecionados entre centenas de currículos para participar da X Oficina de Teatro da Escuela Internacional de Teatro de la America Latina y el Caribe, em 1993, na cidade de Havana (Cuba), com o diretor peruano Carlos Cueva.
Trabalhou com o diretor Eugênio Barba, do grupo "Odin Teatret", em Holstebro na Dinamarca em 1995 e participou de várias oficinas e cursos ministrados por nomes como Cacá Carvalho, Eli Daruji e Fabrizia Gontijo e com os grupos, La Otra Orilla (Alemanha), Ridotto (Itália), Living Theatre (USA) e Yayachkani (Peru).
Seus últimos trabalhos foram, “O Guarani” de Carlos Alberto Sofredini, “País do Diferente”, de Renato Figueiredo (prêmios “Mambembe”/95 e “APCA”/95 de melhor figurino) e “Fragmentos Teatrais Sobre Mário Schenberg”, de Fernando Bonassi e direção de Renato Figueiredo. Atualmente é produtor e assistente de direção de “Gulliver”, com direção e texto de Cintia Alves, que fez temporada de grande sucesso no Teatro Bibi Ferreira.
Eugenio Barba – é diretor de teatro italiano (72) e figura central no teatro mundial. Fundador e diretor do Odin Teatret em 1964, uma companhia fundada em Oslo, na Noruega que se muda para Holstebro, em 1966, Dinamarca. Amigo do diretor polonês Jerzy Grotowski, trabalham juntos durante cerca de três anos, sendo o responsável pela divulgação de seu trabalho no ocidente. Em 1979, Eugenio Barba funda a International School of Theatre Anthropology - (ISTA), parte das atividades do Odin, o que o torna figura de destaque na antropologia teatral.
FICHA TÉCNICA
Texto e direção: Eduardo Figueiredo
Elenco: Antonio Petrin
Pianista: Elaine Giacomelli
Assistente de Direção: Franco Ferrara
Direção Musical: Elaine Giacomelli e Eduardo Contrera
Iluminação: Cíntia Alves
Cenografia: Simone Mina
Figurinos: Cíntia Alves
Direção Geral de Produção: Mauricio Machado
Serviço: ESPETÁCULO “SÓ OS DOENTES DO CORAÇÃO DEVERIAM SER ATORES”
Avenida Paulista, nº119
Estréia 10 de setembro, às 21h
Espaço Décimo Primeiro Andar
Temporada até: 02 de outubro – Quartas e Quintas, às 21h
Duração: 60 minutos
Capacidade: 60 lugares
Classificação etária: 14 anos
Ingressos: R$ 5,00 a R$ 20,00
Telefone para informações: (11) 3179-3700
Para informações sobre outras programações ligue 0800-118220 ou acesse o portal www.sescsp.org.br
Assessoria de Imprensa:
Sylvio Novelli - Assessoria em Comunicação
Com Sylvio Novelli e Fausto Cabral
11 3806-1636
sylvio@sylvionovelli.net (cel: 11 9231-3211)
faustocabral@gmail.com (cel: 11 9855-8144)
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SESC AVENIDA PAULISTA APRESENTA O ESPETÁCULO
“O QUE EU GOSTARIA DE DIZER”, A PARTIR DO DIA 12 DE SETEMBRO
Montagem traz no elenco os atores Luis Melo, Bianca Ramoneda e Marcio Vito
O SESC Avenida Paulista apresenta, a partir do dia 12 de setembro, às 20h30, o espetáculo “O que eu gostaria de dizer”. A montagem traz no elenco os atores Luis Melo, Bianca Ramoneda e Marcio Vito, que atuam sob direção de Marcio Abreu, em sua segunda parceria com Luis Melo – Melo foi dirigido por Abreu na peça “Daqui a Duzentos Anos”, em 2005. A dramaturgia, de Marcio Abreu e dos três atores, reúne aos seus próprios textos uma livre adaptação de trechos do livro "O homem ou é tonto ou é mulher", do poeta português Gonçalo M. Tavares. A trilha sonora é de Pedro Luis.
“O que eu gostaria de dizer” é resultado de um projeto da Companhia Brasileira de Teatro, da qual Marcio Abreu faz parte. Desde a sua fundação, no final de 1999, a Companhia vem desenvolvendo um trabalho contínuo de pesquisa que envolve produção e circulação de espetáculos, tradução e publicação de autores inéditos no país, intercâmbio com artistas de diversas áreas e também de distintos estados e países. Do repertório da Companhia Brasileira de Teatro já foram apresentadas no Rio as peças “Volta ao dia”, “Suite 1” e “Apenas o fim do mundo” (2007).
A idéia de convidar os atores Luis Melo, Marcio Vito e Bianca Ramoneda para compartilhar um processo de criação com os membros da companhia, foi concretizada durante as seis semanas em que estes artistas passaram juntos em São Luis do Purunã, a 40 km de Curitiba, num espaço que Luis Melo está transformando num centro de pesquisas.
Concepção - Isolados para um processo de “convivência criativa”, viveram durante um mês e meio para o trabalho, levantando material dramatúrgico a partir de suas memórias, experiências e reflexões sobre a própria função do ator e do artista. Emergiu e se destacou neste processo uma reflexão sobre a fragilidade como uma força transformadora, um motor que impulsiona a comunicação e a busca por novos caminhos.
“Quando as pessoas colocam suas vulnerabilidades e permeabilidades em jogo, a comunicação se faz de forma muito evidente. A idéia da força e do heroísmo é bastante questionada. Onde está a força: no sujeito que se declara frágil de antemão e consegue se expressar diante daquilo ou em quem demonstra força?”, questiona o diretor.
Sob o nome provisório de “Deserto” e ainda na forma de processo, “O que eu gostaria de dizer” foi apresentada no Festival de Curitiba, seguida de debates com um público entusiasmado com o que viu. Os atores, seus textos e a pessoalidade do trabalho “convidaram” o público a discutir sobre o que eles também gostariam de dizer.
Sinopse - A peça, de dramaturgia não linear, parte de duas situações simultâneas – um casal (Bianca Ramoneda e Marcio Vito) em que a mulher resolve partir e o homem reluta em aceitar a nova realidade; e um homem mais velho (Luis Melo), aparentemente sem pouso ou atividade específica, e que caminha sem destino certo refletindo sobre a sua existência e o que observa ao seu redor. Seu discurso acaba por se transformar também em comentários bem humorados sobre a situação do casal.
Montagem - A peça busca potencializar a palavra como estímulo à imaginação do espectador, valendo-se da economia de meios, da valorização do elemento humano e da relação de intimidade com o público. Dramaturgia e cena foram sendo construídas simultaneamente. A estrutura da dramaturgia remete a uma edição de cenas, nascidas dos repertórios e processos criativos individuais dos atores e transpostas para o campo ficcional. O trabalho dos atores, em comunicação direta com o público, baseia-se no que eles chamam de escuta em tempo real. A montagem, concebida especialmente para a arena, divide a cena em três espaços formados por uma estrutura fina aramada destinados a cada um dos três atores.
LUIS MELO
Nascido em Curitiba, sua carreira teve início no teatro, mas depois estendeu-se à televisão e ao cinema. Formado pelo Curso Permanente da Fundação Teatro Guairá, fez diversos trabalhos em Curitiba como ator e professor de teatro.
Em 1975, transferiu-se para São Paulo, onde se tornou por 10 anos consecutivos o primeiro ator do Grupo Macunaíma, dirigido por Antunes Filho. Na televisão, participou de novelas como “Sangue do Meu Sangue”, na TV Excelsior, a primeira versão de “Irmãos Coragem”, na Rede Globo, além de "Selva de Pedra", "Fogo Sobre Terra", "Anjo Mau", "Roque Santeiro", "Vale Tudo", "Mico Preto", "Cara e Coroa", "O Amor Está no Ar", "Hilda Furacão", "O Cravo e a Rosa", "A Padroeira", " A Casa das Sete Mulheres", "América", "JK", "Cobras e Lagartos" entre muitas outras. Sua mais recente participação foi em "Eterna Magia" em 2007.
Em teatro, esteve em montagens de "Macunaíma", "A Hora e a Vez de Augusto Matraga", "Xica da Silva", "Paraíso Zona Norte", "Nova Velha História", "Trono de Sangue/ MacBeth", "Vereda da Salvação", "Gilgamesh", "Sonata Kreutzer", "Salomé", "Cão Coisa e Coisa Homem" e "Daqui a 200 Anos".
No cinema Luís Melo fez: "Encarnação do Demônio", "Cafundó", "Gaijin-Ama-me como Sou", "Separações", "Olga", "Caramuru - A Invenção do Brasil", "Por Trás do Pano", "O Auto da Compadecida", "Terra Estrangeira", "Doces Poderes" e "Jenipapo".
FICHA TÉCNICA
Direção: Marcio Abreu
Dramaturgia: Marcio Abreu, Bianca Ramoneda, Luis Melo e Marcio (a peça é composta por textos criados pelo próprio grupo em processo colaborativo e também por poemas de Gonçalo M. Tavares, extraídos do livro “O homem ou é tonto ou é mulher")
Elenco: Bianca Ramoneda, Luis Melo, Marcio Vito
Preparação dos atores: Rossella Terranova
Trilha Sonora: Pedro Luis
Cenário e Figurinos: Fernando Marés
Iluminação: Nadja Naira
Esculturas Cenográficas: Claudio Alvarez
Direção de Produção: Giovana Soar
SERVIÇO: ESPETÁCULO “O QUE EU GOSTARIA DE DIZER”
SESC Avenida Paulista
Avenida Paulista, nº119
Horário: Sexta a domingo, às 20h30
Local: Espaço Décimo Primeiro
Capacidade: 60 lugares
Classificação etária: 12 anos
Ingressos: R$5,00 a R$20,00
Telefone para informações: (11) 3179-3700
Para informações sobre outras programações ligue 0800-118220 ou acesse o portal www.sescsp.org.br
Assessoria de Imprensa:
Sylvio Novelli - Assessoria em Comunicação
Com Sylvio Novelli e Fausto Cabral
11 3806-1636
sylvio@sylvionovelli.net (cel: 11 9231-3211)
faustocabral@gmail.com (cel: 11 9855-8144)
postado por: NANDA ROVERE 4:02 PM
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Sexta-feira, Setembro 05, 2008
Como tem a estréia do musical Tom & Vinícius, com os queridos Carol Bezerra e Luiz Araújo, achei uma reportagem bacana, que vale a pena ser lida (abaixo):
ah mais detalhes sobre a montagem no www.atuando.com.br
Tom Jobim
Por: Mariana Sayad
Tom Jobim nasceu no dia 25 de janeiro de 1927, numa terça-feira muito chuvosa. A vida e a obra deste grande nome da nossa música é algo fascinante, pois não se resume a uma mera obra ou a meia dúzia de feitos memoráveis. Pelo contrário, Tom Jobim conquistou seu lugar com muito trabalho, com 90% de transpiração, tanto que o reconhecimento não veio rápido. Demorou a vir, mas quando chegou não foi mais embora.
Poderíamos falar dias deste grande mestre, ou até mesmo fazer uma série só sobre a vida dele. Ao invés disso, iremos abordar um pouco a parceria dele com Vinícius de Moraes, que começou em 1956 graças ao “Orfeu da Conceição”. Esta obra transporta o mito de Orfeu para uma favela carioca e Vinícius a escreveu durante um carnaval, em Los Angeles. Vadico iria ser o responsável pela música da ópera, mas como não pôde fazer, Vinícius foi procurar o grande Lúcio Rangel para pedir indicação de outro compositor, que por sua vez indicou ninguém menos do que Tom Jobim. Claro que Tom aceitou e naquele instante nasceu uma das maiores parcerias da música brasileira, que resultou em grandes músicas, como “Lamento do Morro” (1956), “Felicidade” (1959), “Garota de Ipanema” (1962), “Só Danço Samba” (1962) e tantas outras que poderíamos encher muitas linhas.
Em 1958, a dupla Tom & Vinícius gravou o disco “Canção do Amor Demais” com Elizete Cardoso cantando. Aliás, o encontro da dupla com a cantora aconteceu no Villariño, mesmo bar onde Tom e Vinícius se conheceram. Desta vez, a “culpa” do encontro não foi de Rangel e, sim, de Irineu Garcia, do selo Festa. Então, o disco foi gravado com orquestra num acordo entre este selo, a gravadora da cantora, Copacabana, e a editora Irmãos Vitale. Tom Jobim ainda incluiu João Gilberto, com as músicas “Chega de Saudade” e “Outra Vez”.
Em 1959, Tom & Vinícius lançaram o disco “Por Toda a Minha Vida” com poesias de Vinícius de Moraes, música de Antônio Carlos Jobim, Lenita Bruno e orquestra interpretando. Eles poderiam nem imaginar, mas este disco está até hoje na vida de muita gente, onde estão registradas 13 músicas: “Por Toda a Minha Vida”, “Serenata do Adeus” (Vinícius de Moraes), “Estrada Branca”, “Soneto de Separação”, “Valsa de Eurídice” (Vinícius de Moraes), “Canção do Amor Demais”, “Praias Desertas”, “Eu sei que vou te Amar”, “Canta, Canta Mais”, “Modinha”, “Cai a Tarde”, “Sem Você” e “Eu Não Existo Sem Você”.
Mais uma ousadia de Tom Jobim estava por vir, ao convencer a gravadora Odeon a lançar o novato João Gilberto com o disco “Chega de Saudade”, o principal responsável pelo lançamento oficial da bossa nova.
Em 1962, Vinícius cantou pela primeira vez em público ao lado de Tom Jobim, João Gilberto e Os Cariocas no show “Encontro”. Neste mesmo ano, a bossa nova foi apresentada oficialmente aos americanos no célebre show no Carnegie Hall de Nova York, com Tom Jobim, João Gilberto, Luiz Bonfá, Agostinho dos Santos, Sérgio Mendes e Oscar Castro Neves.
Em 1967, Tom Jobim gravou o disco com Frank Sinatra, “Albert Francis Sinatra & Antonio Carlos Jobim”. Aliás, neste mesmo ano nasceu a parceria entre ele e Chico Buarque, com as músicas “Retrato em Preto & Branco” e “Sabiá”, que eles inscreveram no III Festival Internacional da Canção. No ano seguinte, Vinícius, Chico, Edu Lobo, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Marcos Valle, Sérgio Ricardo, Paulinho da Viola, Rui Guerra, José Carlos Capinam, Baden Powell, Milton Nascimento, Egberto Gismonti e Tom Jobim entraram para a lista negra da ditadura militar - em 1970, Tom foi preso para prestar depoimento aos militares.
Em 1975, Tom, Vinícius, Toquinho e Miúcha realizaram um grande show no Canecão, Rio de Janeiro, produzido por Aloysio de Oliveira. Este espetáculo ficou por oito meses em cartaz, depois um mês em SP, Uruguai e Europa. Este foi um dos últimos shows da dupla Tom & Vinícius, pois dia 9 de julho de 1980 Vinícius faleceu deixando muita saudade e muitas obras memoráveis.
SL Revista Eletrônica - www.slrevistaeletronica.com.br
Fotos da peça:
Texto: DANIELA PEREIRA DE CARVALHO e EUCANAÃ FERRAZ
Direção: DANIEL HERZ
Direção Musical: JOSIMAR CARNEIRO
Direção de movimento e Coreografia: MARCIA RUBIN
Elenco:
MARCELO SERRADO como Tom Jobim
THELMO FERNANDES como Vinicius de Moraes
GUILHERMINA GUINLE como Lila Bôscoli e Lucia Proença
RICARDO CONTI
LILIAN VALESKA
MARCELO REZENDE
LUIZ ARAÚJO
PEDRO LIMA
LUIZ NICOLAU
ANA FERRAZ
CAROL BEZERRA
JULIA GORMAN
LUCIANA BOLLINA
MARILICE COSENZA
E mais 6 músicos
Teatro Copa Airlines (742 lugares)
Antigo Teatro das Artes. Avenida Rebouças, 3970 – Shop. Eldorado
Bilheteria: de terça a domingo, a partir das 14h. Aceita cartão de débito e crédito, exceto Amex. Não aceita cheque. Ingressos por telefone: 4003.2330. www.ingresso.com.br
Sexta e Sábado às 21h30min. Domingo às 18h.
Ingressos:
Sexta-feira: Platéia R$ 70 / Balcão R$ 60
Sábado: Platéia R$ 100 / Balcão R$ 90
Domingo: Platéia 80 / Balcão R$ 70
postado por: NANDA ROVERE 12:58 AM