NANDA ROVERE CULTURAL
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Valorização da cultura brasileira



Comments: Domingo, Agosto 31, 2008




lançamento do livro do Salmo 91‏
fotos







as que eu tirei ainda não consegui passar para o computador porque estou sem o fio


postado por: NANDA ROVERE 2:25 PM

Comments: Sexta-feira, Agosto 15, 2008


Olá,
Em nome de Fausto Fuser os convido, a prestigiarem e divulgarem, a leitura dramática do seu primeiro texto teatral: O Disco Voador
Abraço
O DISCO VOADOR - Leitura Dramática e Debate no Teatro dos Arcos

Com o objetivo de mostrar ao público o texto teatral “O DISCO VOADOR”, Fausto Fuser realizará leitura pública da sua peça.
Trata-se da primeira peça do ex-crítico e professor da ECA que, anteriormente, havia assinado apenas duas adaptações e poucas traduções.
O evento ocorrerá no próximo dia 26, às 20h30, no Teatro dos Arcos, e contará com a participação de um elenco com uma interessante trajetória nos palcos brasileiros. A direção é do autor.

SOBRE A PEÇA:

“O Disco Voador” também poderia ter como título “O Vôo do Disco”, por conta da sua construção fragmentada e múltiplas cenas, com ações aparentemente desconexas, “olhadas de cima, rapidamente, de passagem”. Talvez influência do gosto do autor pelo cinema.
Realidades diferentes juntadas em locais distintos, personagens aparentemente não relacionadas umas com outras e tempos inesperados fazem como um olhar a partir de um “disco voador em vôo”, como diria uma personagem, com ingenuidade: – “Numa hora está aqui, mas em seguida num chapadão de Mato Grosso, depois nas ilhas de Fernando de Noronha e logo às margens da Lagoa dos Patos, no Rio Grande do Sul, e imediatamente em São Tomé das Letras, Minas Gerais, parado, no ar, perto da entrada de uma gruta misteriosa!”.
Fuser prefere resumir sua peça de estréia como um grande e impiedoso vitral dos nossos dias de poucas cores. As coisas acontecem apesar de nós mesmos. Se cotejarmos nosso tempo vivido com a liberdade que nos confere a memória e a verdade do desenrolar dos fatos, terminamos, por vezes, em acusações surpreendentes, independentemente dos valores de justiça. Antigos bons colegas de faculdade, companheiros de estudos, habitação, bebedeiras e aventuras, hoje, perto da aposentadoria, não conseguem impedir que boas lembranças se transformem em elementos acusatórios. A dominação, o exercício do poder entre adultos maduros, não é mais um jogo retórico: é uma sentença a cumprir.
Fragmentos podem parecer xerox pinçados de páginas da nossa imprensa diária. Mas o autor jura: - “A mais perversa criatividade não consegue ir à frente da nossa realidade...”
No Teatro dos Arcos, a leitura de “O Disco Voador” (ou “O Vôo do Disco”) reúne no elenco: Luiz Serra, Selma Luchesi, Laerte Mello, Eliane Rossetto, Mário Condor, Adriana Dahm, João Otávio, Malu Rocha, Leonardo Mussi e Carol Faria (estudante da EAD). Trilha sonora e sonoplastia de Sérgio Yamamoto. A direção é do veterano autor.
O evento proporcionará aos interessados pelas Artes Cênicas um encontro direto com o dramaturgo, visto que haverá um bate-papo após a apresentação.
O Teatro dos Arcos tem fácil acesso pela Avenida Brigadeiro Luís Antonio. O espaço abriga espetáculos teatrais e já realizou algumas leituras dramáticas.

PEQUENA SINOPSE:
Laerte é um habilidoso engenheiro mecânico que passou a vida inteira sonhando em criar um motor que funcione sem gasolina, o velho sonho do chamado Moto Perpétuo.
Esse extraordinário projeto tecnológico acaba atraindo interesses financeiros e de poder.

SOBRE FAUSTO FUSER:
Fausto Fuser participou do primeiro momento do Teatro de Arena de São Paulo, a convite de José Renato, de quem foi, por alguns anos, assistente de direção. Depois, formou-se em cinema na Polônia, antes de ingressar na crítica teatral e de dança e dedicar-se ao ensino do teatro na USP, onde se aposentou. Dirigiu várias peças e óperas e alguns filmes de curta-metragem. Lecionou interpretação, direção e crítica teatral. Publicou críticas teatrais em diversos veículos de comunicação.

SERVIÇO - PARA ROTEIROS:
Leitura dramática do texto ¨O Disco Voador¨, de Fausto Fuser.
Elenco: Luiz Serra, Laerte Mello, Selma Luchesi, Mário Condor, Adriana Dham, João Otávio, Eliane Rosseto, Leonardo Mussi, Malu Rocha e Carol Faria. Trilha sonora e sonoplastia de Sérgio Yamamoto. Direção: Fausto Fuser. Dia 26 de agosto de 2008, às 20h30. Debate após a leitura. Entrada franca.
Teatro dos Arcos: Rua Jandaia, 218. Telefone: (11) 3101-7802. Possui acesso para deficientes físicos. Convênio com o estacionamento ¨Gigante¨: Av. Brig Luís Antonio, 759 - altura da Praça/Hospital Pérola Byington. São Paulo/SP.

Para informações adicionais sobre o evento, contato e currículo dos atores e equipe:
Blog com informações sobre a equipe da Leitura Dramática: http://leituraodiscovoador.zip.net/






postado por: NANDA ROVERE 7:39 PM

Comments: Quinta-feira, Agosto 07, 2008



HOMENAGEM MARIA PADILHA





A atriz Maria Padilha sempre chamou a minha atenção na TV. Ela tem um humor refinado e domina também o drama.
Quando tive a oportunidade de prestigiá-la no teatro a minha admiração cresceu. Assisti a interessantes trabalhos, nos quais ela teve um excelente desempenho.
Como todos sabem admiro o diretor Gabriel Villela. O primeiro trabalho que vi da atriz foi A Falecida, dirigida por ele (um momento marcante da trajetória desses artistas e uma encenação muito criativa da obra de Nelson Rodrigues). Desde então assisto às peças que ela apresenta em São Paulo.
Iniciou a trajetória artística estudando no Tablado e atuando em infantis. Em 1979 atuou no espetáculo O Despertar da Primavera, de Frank Wedekind, com direção de Paulo Reis. A temporada foi um sucesso e é criado o grupo Pessoal do Despertar. Entre os inúmeras atuações: Lucia McCartney, Lulu, La Ronde, No Coração do Brasil, A Falecida, O Mercador de Veneza, As Três Irmãs, Mão na Luva, Antonio e Cleópatra. Recebeu prêmios e indicações ao Mambembe, Shell, Sharp e Sated como melhor atriz.
Reconhecida pelo seu talento como atriz, Maria Padilha é também produtora. Foi diretora artística do teatro Glória de 1999 a 2001, momento em que começou dar atenção especial à dramaturgia nacional.
. Para saber mais: (www.itaucultural.org.br/.../index.cfm?fuseaction=personalidades_biografia&cd_verbete=172)
No cinema, Sábado, de Ugo Georgetti e Os Matadores (Prêmio de melhor atriz no festival de Miami) foram marcantes. Atuou em Fim da linha (2008) no inédito Saens Pena.
Na TV, inúmeros personagens, em novelas como: Água Viva, O Dono do Mundo, Mulheres Apaixonadas...
No momento, Maria Padilha está em cartaz, no Sesc Paulista, com o espetáculo Cordélia Brasil. Estreou no Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto e fica em cartaz até setembro.
Acredito que o bom artista brilha no Teatro, TV e cinema, mas , sem dúvida, nada como prestigiar um ator ou atriz que admiramos no teatro. A troca de energia é única. Maria Padilha atua com maestria em qualquer veículo, mas ela diz que o teatro é a sua casa.
Quem conhece o trabalho da atriz no teatro certamente a admira, quem não conhece, não deixe de prestigiá-la.

Sesc Avenida Paulista – Espaço 10º Andar (90 lugares). Avenida Paulista, 119, Metrô Brigadeiro, 3179-3700. Sexta a domingo, 20h30. R$ 20,00. Bilheteria: 9h/22h (ter. a qui.); a partir das 9h (sex.) e das 10h (sáb. e dom.). Ingressos também no CineSesc e nas demais unidades do Sesc. Até 7 de setembro.

SITE DA ATRIZ
- www.mariapadilha.art.br


MATÉRIAS INTERESSANTES:
-guia.folha.com.br/teatro/ult10053u425929.shtml
-http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL701763-9798,00-GIANNE+ALBERTONI+CONFERE+ESTREIA+DA+PECA+DE+MARIA+PADILHA+CORDELIA+BRASIL.html
- http://jc.uol.com.br/2006/11/24/not_124955.php
- http://www.amauryjr.com.br/interna.cfm?noticia=1063&categoria=-1&subcategoria=-1
- http://ofuxico.terra.com.br/galeria/galeria/2006/02/10/estreia-da-peca-cleopatra-855.htm
- http://www.spiner.com.br/JornalSpiner/noticias.php?subaction=showfull&id=1216144538&archive=&start_from=&ucat=33
- www.estado.com.br/editorias/2006/09/16/cad-1.93.2.20060916.50.1.xml
- www.anttenados.com.br/galerias/eventos.php?eveID=453
-www.teledramaturgia.com.br/aguab.htm
- www.smartdiet.com.br/conteudo/saude-e-bem-estar/diet-vip?pagina=19
- www.memorialdafama.com/artistas/MariaPadilha.html
-www.itaucultural.org.br/.../index.cfm?fuseaction=personalidades_biografia&cd_verbete=172
-http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_teatro/index.cfm?fuseaction=cias_biografia&cd_verbete=184
- www1.an.com.br/2000/out/25/0tev.htm
-http://www.mulheresdocinemabrasileiro.com/mariapadilha.htm
-epipoca.uol.com.br/gente_detalhes.php?idg=181286
-www.terra.com.br/.../198/celebridade/index.htm
-diversao.uol.com.br/album/lenise_pinheiro_cordelia_brasil_album.jhtm
-http://ondeanda.multiply.com/photos/album/534/Maria_Padilha


-Amir Haddad ( Diretor Teatral )
"Uma imagem luminosa, leve, transparente. Harmonia de linhas no rosto de perfil clássico. Todos poderiam crê-la uma sacerdotisa de Apolo. Mas dentro de seu coração uma turbulência incontrolável revela a seguidora incansável dos ritos dionisíacos.

-Maria Padilha! Ela é mesmo uma ótima atriz e tem um grande charme!
avenidacopacabana.blogspot.com/2007/03/hoje-dia-de-maria.html?showComment=1174872840000



FOTOS:
www.mariapadilha.art.br



" A Falecida" - Maria Padilha e Marcelo Escorel - Foto - Guga Melgar
Direção Gabriel Villela, 1994



"Antônio e Cleópatra" - Maria Padilha e Nicolas Trevijano
Foto - Guga Melgar
Direção Paulo José, 2006



Maria Padilha e Beto Brant, diretor
Filme Os Matadores


postado por: NANDA ROVERE 9:40 PM

Comments:


SOBRE CORDÉLIA BRASIL





Um dos chamativos de Cordélia Brasil é o seu espírito de juventude.
O texto, de autoria de Antônio Bivar, foi apresentado no Teatro de Arena nos anos 60 e estourou com Norma Bengell na pele da protagonista. Na época, a censura cortou trechos por classificá-la como ¨uma amoralidade sem precedentes na história da dramaturgia brasileira¨. Sofreu perseguições da Ditadura; no Rio jogaram uma bomba no Teatro Mesbla e não fez sucesso e em São Paulo, apesar da excelente receptividade do público, Norma Bengell chegou a ser seqüestrada. Depois de uma outra montagem, realizada em Porto Alegre, o texto foi proibido por quase 10 anos e não foi montado por 40 anos.
A versão encenada no Sesc Paulista é mais curta do que a original, pois o autor mexeu na versão original. Se passa nos anos 60, um dos momentos mais importantes do século XX.
Quem apresentou a obra à atriz e produtora Maria Padilha foi Zé Celso e Haroldo Ferrari, quando estavam em temporada no Rio de Janeiro.
Maria Padilha ficou encantada e resolveu montar e produzir o espetáculo. O Sesc Paulista comprou a idéia e patrocinou, inclusive, a ida para o Festival de Teatro de São José do Rio Preto, cidade em que foram realizadas três apresentações.
São três atores em cena: Cordélia (Maria Padilha) arca com os custos domésticos, pois seu marido (Cadu Fávero) é sonhador, anarquista e não consegue trabalhar, não por falta de caráter, mas por acreditar que algum dia reconhecerão o seu talento como cartunista.
George Saumo é um ator novo saído do Tablado e interpreta um cliente de Cordélia, Rico, que reside com o casal.
A montagem tem referências atuais, mas o objetivo foi não atualizar a história para não retirar a sua essência. Definida pela equipe como tragicomédia, é um trabalho de grupo com caráter colaborativo, pois todos palpitam e contribuem para o resultado, que o público paulistano terá a oportunidade de conferir no palco a partir desta semana.
Na visão de Maria Padilha o texto é atemporal e nos faz refletir sobre questões humanas. Apesar de acreditar que todo trabalho artístico é político, frisa que a peça não é intencionalmente política.
A atriz começou a dar atenção especial à dramaturgia nacional quando administrava o Teatro Glória no Rio de Janeiro e realizou ciclo de leituras. Defende uma integração maior entre dramaturgos e atores para que seja facilitado o acesso destes a obras teatrais.
Para a direção Maria Padilha convidou Gilberto Gawronski. Segundo o diretor, o seu objetivo como artista é apresentar aos espectadores textos que permitam diversas formas de compreensão do seu conteúdo.¨O que me interessa nessa montagem e em todas as minhas direções é indagar de que forma a liberdade de relacionamentos afeta a nossa vida. Quero entender as questões do comportamento humano¨.
A encenação é ambientada numa arena completa e isto está sendo um desafio para o elenco, principalmente para Cadu que nunca havia trabalhado nesse tipo de palco. Segundo os atores isso exige muita concentração e respeito ao ritmo e às reações do público. ¨A Arena traz o mais importante do teatro que é o público muito próximo dos atores; não há quarta parede. Temos que estar bem ligados nos companheiros de cena.
O custo da produção é baixo, mas a riqueza do figurino, elaborado através de peças adquiridas em brechós, chamará a atenção de quem prestigiar a montagem. A equipe presente na coletiva também chamou a atenção para a trilha e para o cenário (abstrato) por servirem muito bem à história contada no palco.
Autor, elenco e diretor estão otimistas em relação à temporada no Sesc e salientam a efervescência teatral de São Paulo, bem como a boa receptividade que as suas realizações sempre obtiveram na cidade.

Serviço:
CORDÉLIA BRASIL – Estréia dia 25 de julho, sexta-feira, às 20h30, no Espaço Décimo Andar. Texto original de Antônio Bivar. Elenco – Maria Padilha, Cadu Fávero e George Saumo. Direção – Gilberto Gawronski. Cenário – Luiz Henrique Sá. Figurino – Marcelo Pies. Visagismo – Marcio Mitkay. Iluminação – Maneco Quinderé. Trilha Sonora – Berna Ceppas. Assistência – Estevão Case. Produção Executiva – Déa Martins e Hildo de Assis. Produção: Fernando Padilha. Duração – 90 minutos (CONFIRMAR). Capacidade do Espaço Décimo Andar – 90 lugares. Ingressos - R$ 20,00, R$ 10,00 (usuário matriculado e dependentes, + 60 anos, estudantes com carteirinha da UNE, UMES e UBES e professores da rede pública de ensino), R$ 5,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculados e dependentes). Temporada – Até 7 de setembro. De sexta a domingo, às 20h30. UNIDADE PROVISÓRIA SESC AVENIDA PAULISTA – Avenida Paulista, 119 – Estação Brigadeiro – Fone: (11) 3179-3700. www.sescsp.org.br. Estacionamento conveniado - Leôncio de Carvalho, 98. – R$ 7,00 pelo período de 4 horas.

Obs: Além de atuar em Cordélia, George Saumo participa de Toma Lá Dá Cá e está em cartaz com um espetáculo no Tablado, às segundas-feiras.
Gilberto Gawronski é o responsável pela direção de Cruel (Cia Débora Colker) e Por Uma Vida Um Pouco Menos Ordinária; os dois espetáculos estão viajando pelo Brasil.

www.atuando.com.br


postado por: NANDA ROVERE 9:35 PM

Comments: Terça-feira, Agosto 05, 2008



O POETA E AS ANDORINHAS

FOTOS:

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O espetáculo tem adaptação e direção de Paulo Ribeiro, cenários de JC Serroni, figurinos de Leonardo Diniz, direção musical de Dyonisio Moreno e produção geral de Cintia Abravanel.

Por acreditar no amadurecimento do público durante os anos de existência do Centro Cultural Grupo Silvio Santos, Cintia Abravanel (diretora-presidente do Centro Cultural) abraçou o projeto baseado em textos de Oscar Wilde. Quem apresentou as obras à Cinthia foi o diretor Paulo Ribeiro, responsável pelos sucessos Amor, Rapsódia dos Divinos e Avatar.

A dramaturgia, composta por cinco histórias, aborda a morte e a decepção amorosa e possibilita que o jovem reflita sobre as histórias que são colocadas no palco, sem julgamento, e tenha exemplos de vidas.

O Poeta e as Andorinhas proporciona reflexão e, apesar de estar focado para o público jovem, pretende agradar a pais e filhos. Vai de encontro á filosofia de trabalho do Centro Cultural, que é tratar a arte como meio educativo; enriquecer o outro através da arte.

¨Segundo Paulo Ribeiro e Cintia Abravanel, ¨num momento em que o cotidiano é corrido e a beleza é valorizada pela mídia, discutir esses temas é de grande importância¨.

Cintia Abravanel defende um teatro voltado para a criança pautado na seriedade; respeitando o seu desenvolvimento e a sua capacidade de pensar e refletir.

Paulo Ribeiro adaptou a obra de Oscar Wilde para o teatro há alguns anos e será a sua primeira realização voltada para o público infanto-juvenil: É um teatro que privilegia a palavra, a música e a poesia, diz o diretor.

É a primeira vez que o Grupo Silvio Santos permite ingressos gratuitos para a rede estadual e municipal de ensino. Assim, complementando a apresentação teatral, o projeto educativo oferecerá oficinas aos professores, os quais levarão futuramente seus alunos ao teatro. São fornecidos dados sobre Oscar Wilde e os professores poderão abordar os conceitos da peça e a vida do autor da maneira que julgarem interessante.

O figurino é colorido e caracteriza os personagens com competência. O figurinista Leo Diniz disse que cria pensando inicialmente nas cores das vestimentas. ¨Creio que as crianças se aproximarão dos personagens ao se identificarem com as cores do figurino¨.

JC Serroni elaborou um cenário para receber o colorido figurino e colocou projeções no palco para deixar o numeroso elenco mais à vontade no palco.

A trilha é original e está associada aos personagens ou às cenas da montagem. Os temas musicais retornam no decorrer da encenação com novos arranjos; sublinham a ação dramática e servem como guia para as movimentações dos atores em cena.

Foi realizada uma apresentação para a imprensa e foi possível perceber o cuidado da produção. Cenário, figurino, luz e trilha estão em perfeita harmonia.

A história é densa e complexa, mas certamente tocará a platéia pela poesia contida nas cenas.

Os atores são muito bons e demonstram excelente expressão corporal, merecendo destaque o anãozinho ( que diverte uma infanta espanhola) e as andorinhas, que além de cantarem com maestria, conseguiram criar para os seus personagens gestos baseados nas movimentações das andorinhas.

Pequeno release:
Com 15 atores no elenco, a nova produção infanto-juvenil do Centro Cultural Grupo Silvio Santos, a peça O Poeta e as Andorinhas é baseado em Oscar Wilde.
Primeiro texto de literatura estrangeira produzido pelo Centro Cultural Grupo Sílvio Santos (os anteriores, O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá e A Flauta Mágica, respectivamente, eram baseados em Jorge Amado e na recriação literária de Donisio Jacob para a ópera de Mozart), o espetáculo O Poeta e as Andorinhas encena a vida e a obra do escritor Oscar Wilde, reunindo os contos de fadas escritos por ele, como O Rouxinol e a Rosa, O Príncipe Feliz e O Aniversário da Infanta, além do enredo de seu único e famoso romance O Retrato de Dorian Gray.
Em O Retrato de Dorian Gray, um jovem belíssimo abre mão de sua alma em prol da beleza e da juventude eternas, ficando velho apenas no quadro em que fora retratado por um artista. Já um anão sem qualquer dote de beleza serve de diversão perversa a uma infanta espanhola no conto O Aniversário da Infanta. O Rouxinol e a Rosa conta a história de uma andorinha que renuncia à própria vida ao dar a um rapaz uma rosa tingida com o sangue de seu coração para que ele conquiste uma jovem. No conto O Príncipe Feliz, um príncipe poupado em vida de conhecer as tristezas do mundo tem, após sua morte, uma estátua erigida em sua homenagem. O Príncipe vai assistir dolorosamente, em praça pública, a todas as misérias da cidade onde vivera.

Serviço:
O Poeta e as Andorinhas – Estréia prevista para 10 de agosto de 2008, domingo, 16 horas, no Teatro Imprensa. Texto, adaptação e direção – Paulo Ribeiro, a partir da obra de Oscar Wilde. Elenco – Adriano Cobianchi, Alice Reis, Arthur Berges, Cíntia Wartusch, Felipe Caczan, Igor Miranda, Leandro Rocha, Lívia Graciano, Monalisa Capella, Nill de Pádua, Rafael Lozano, Rogério Romera, Romulo Bonfim, Thais Uessugui, Thiago De Rogatis. Cenários e adereços cenográficos – JC Serroni. Figurinos, adereços e visagismo: Léo Diniz. Direção Musical – Dyonísio Moreno. Iluminação – Cizo de Souza. Preparação corporal – Guilherme Elias. Preparação vocal – Fernanda Maia. Produção Geral – Cintia Abravanel. Realização - Centro Cultural Grupo Silvio Santos e Ribeiros Produções Culturais. Temporada – Sábados e domingos, às 16 horas. Duração – 60 minutos. Espetáculo recomendável para maiores de 9 anos. Até 30 de novembro de 2008. Patrocínio do Banco Panamericano.
TEATRO IMPRENSA – Rua Jaceguai, 400 – Bela Vista. Informações – (11) 3241-4203. Capacidade – 449 lugares. Aceita cartões de crédito e débito. Bilheteria – de terça a sexta-feira, das 14 às 19 horas. Dias de espetáculo – das 14 horas até o início da apresentação. Acesso e facilidades para pessoas com deficiência física. Ar-condicionado. Ingressos por telefone – Ticketmaster – (11) 6846-6000 (de segunda-feira a sábado, das 9 às 21 horas) ou pelo site www.ticketmaster.com.br.
Assessoria de Imprensa: Arteplural Comunicação



postado por: NANDA ROVERE 2:57 AM


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