Valorização da cultura brasileira
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Sábado, Outubro 27, 2007
DESTAQUE PARA O LIVRO DO QUERIDO E TALENTOSO SERGIO ROVERI - TATIANA BELINKY... E QUEM QUISER QUE CONTE OUTRA
postado por: NANDA ROVERE 6:02 PM
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Quinta-feira, Outubro 18, 2007
AMIR HADDAD DIRIGE JOSÉ MAYER EM TEXTO INÉDITO DE CATULLO DA PAIXÃO CEARENSE
Estou super curiosa. Zé Mayer é uma simpatia!
Release:
Fonte: Arteplural
Depois de uma temporada de sucesso no Rio de Janeiro, UM BOÊMIO NO CÉU – obra
escrita em 1945 – ganha sua primeira montagem e estréia no Teatro do Sesc Vila Mariana.
O ator José Mayer teve aula de canto para interpretar as 10 canções do espetáculo, que
troca a prosa pela poesia, ao respeitar a forma original do texto. Um trio formado por
violão de sete cordas, cavaquinho e clarinete dão o suporte musical para os atores
Influência na obra de mestres como Heitor Villa-Lobos e Francisco Braga, Catullo da Paixão Cearense é considerado por muitos como o músico e poeta que melhor cantou o sertão nordestino. O que quase ninguém sabe, porém, é que o compositor de Luar do Sertão foi também autor teatral. Este seu lado poderá ser finalmente conhecido com a estréia da peça UM BOÊMIO NO CÉU, dia 19 de outubro, sexta-feira, às 21 horas, no Teatro do SESC Vila Mariana. Escrita em 1945 e jamais encenada, a obra – que traz no elenco os atores José Mayer, Antonio Pedro Borges (Antonio Pedro acrescentou o sobrenome Borges), Aramis Trindade e Kátia Brito – ganha sua primeira montagem pelas mãos do diretor Amir Haddad, comemorando 50 anos de carreira.
O encontro no céu de um trovador boêmio (José Mayer) com São Pedro (Antonio Pedro Borges) e Santo Onofre (Aramis) – observado por um anjo (Kátia Brito) – é o ponto de partida para a história, toda contada em versos decassílabos, sobre questões ancestrais como a vida e a morte, o divino e o humano, a terra e o céu. Lirismo, humor, irreverência e romantismo se alternam pela trama, repleta de imagens do povo e da cultura brasileiros. Vale lembrar que a música do mestre não será esquecida: José Mayer (idealizador e protagonista do espetáculo), Antonio Pedro Borges e Aramis Trindade interpretarão dez canções de Catullo, acompanhados no palco por um trio musical.
Com cenário de Hélio Eichbauer e figurino de Biza Viana, a peça – que vem de temporada carioca, no Teatro Villa-Lobos, e tem realização da Casa da Gávea – marca a concretização de um sonho acalentado há dez anos por Mayer (completando 40 anos de carreira em 2008), quando ele leu pela primeira vez uma das raras obras teatrais do poeta maranhense. “Fiquei encantado. É um texto lúdico, emotivo, popular e que, sobretudo, fala à alma brasileira. É uma pérola que não poderia ficar relegada ao esquecimento”, entusiasma-se o ator.
De volta aos palcos paulistas depois de sete anos, quando fez Mais Perto, ao lado de Renata Sorrah, sob a direção de Hector Babenco, o ator descobriu este clássico brasileiro quando sua mulher, Vera Fajardo, encontrou o livro em um sebo em Porto Alegre. “Esperava o momento oportuno para montá-lo, quando tivesse um intervalo de tempo na Globo e pudesse me dedicar exclusivamente ao teatro”, conta o mineiro de Jaguaraçu, nascido José Mayer Drumond, morador do Rio há 28 anos.
Composições de Catullo e aulas de canto
Algumas das músicas que consagraram Catullo estarão no espetáculo por opção do diretor: “Suas canções são belíssimas e se integram perfeitamente ao texto”, avalia Haddad. Para interpretá-las, os atores – que estão recebendo aulas de canto – soltam a voz acompanhados no palco por um trio de violão de sete cordas, cavaquinho e clarinete. O diretor musical José Maria Braga assina os arranjos, músicas incidentais e também uma décima primeira canção, especialmente composta para a ocasião.
Ao contrário da quase totalidade das montagens teatrais, UM BOÊMIO NO CÉU troca a prosa pela poesia, ao respeitar a forma original do texto: “Os versos de Catullo são de uma rara beleza, seja quando usa a linguagem popular e irreverente na voz do boêmio, ou mais elaborada, quando são os santos que falam. Não só era importante preservar a forma escolhida pelo autor como essa volta à poesia está intimamente ligada às origens do teatro”, explica Amir. A única interferência do diretor no texto original foi o corte de algumas passagens: “Alguns trechos e personagens foram suprimidos para que a trama ganhasse agilidade dramatúrgica. Mas em nenhum momento estes cortes traem o autor. Fiz questão de respeitar a métrica e a rima, que dão uma sonoridade diferente daquilo a que a platéia está acostumada”, completa.
Amir Haddad afirma também que o texto é muito atual e fez questão de manter seu tom. “Durante os ensaios ficava meio incomodado pela atualidade. Fiquei com receio do público achar que eu havia atualizado o texto por livre e espontânea vontade”, conta o diretor. Para ele, o espetáculo é a oportunidade de mostrar ao público a pessoa interessante que foi o poeta Catullo da Paixão Cearense. “Já que o Brasil não tem memória, cabe a nós tentar recuperar a obra de grandes nomes da nossa cultura.”
Para José Mayer, o texto é brilhante na forma e absolutamente moderno no conteúdo. “São versos da melhor tradição da literatura de cordel, com humor, verve e esperteza. Na portaria do céu, São Pedro quer saber tudo sobre o que pensa esse boêmio, o alter ego de Catullo, a expressão de seu pensamento em todas os aspectos”, explica o ator, completando que a obra, exalta a natureza e critica a religião, entre outros assuntos.
Visão alegórica e popular do céu
O espetáculo “poético, musicado, um verdadeiro presépio”, como define o diretor, se reflete no trabalho de Hélio Eichbauer (responsável pelos cenários de duas produções em cartaz em São Paulo – O Baile e Um Dia, no Verão) e Biza Viana na concepção da cenografia e dos figurinos, respectivamente. A forte ligação do povo brasileiro com a religião e as festas populares do interior com sua riqueza de cores e imagens inspiraram a ambientação da cena.
“A ação se desenrola na porta do céu, por isso procurei criar um cenário em que o azul predominasse trazendo uma visão alegórica de um céu popular. Além de véus pintados de azul e verde, o universo brasileiro está presente nas bandeirinhas dos festejos juninos, num coreto onde os músicos ficam e em alguns móveis eclesiásticos como um altar e um banco”, explica Hélio. Biza faz coro: “A liturgia e o sagrado estão presentes assim como os elementos dos trajes populares. Mas os figurinos são antes de tudo leves”, define.
O resgate desta obra é visto por Amir Haddad não apenas como uma questão de justiça com um poeta da importância de Catullo, mas desempenha ainda um outro papel. “Trata-se de uma restauração afetiva da identidade brasileira, tão escorraçada ultimamente. Esse é um momento mais do que oportuno”, conclui.
Este projeto dá seguimento à proposta do SESC Vila Mariana em possibilitar o contato do público com textos clássicos ou inéditos da dramaturgia. Um Boêmio no Céu vem, portanto, se juntar aos espetáculos O Inspetor Geral, de Nicolai Gogol; Rei Lear, de Shakespeare; O Jardim das Cerejeiras e A Gaivota, de Tchekov; Cambaio, de João Falcão e Adriana Falcão; O Evangelho Segundo Jesus Cristo, de José Saramago; A Morte de um Caixeiro Viajante, de Arthur Muller; A Maldição do Vale Negro, de Caio Fernando Abreu e Luiz Arthur Nunes; Um Circo de Rins e Fígados e Asfaltaram a Terra, de Gerald Thomas; Senhora Macbeth, de Griselda Gambaro; Antônio e Cleópatra, de Shakespeare; Anjo Negro de Nelson Rodrigues com a Lembrança de uma Revolução: a Missão de Heiner Müller, com direção e adaptação de Frank Castorf; e Hedda Gabler, de Henrik Ibsen.
Para roteiro:
UM BOÊMIO NO CÉU – Estréia dia 19 de outubro, sexta-feira, às 21 horas no Teatro do SESC Vila Mariana. Autor – Catullo da Paixão Cearense. Direção e Dramaturgia – Amir Haddad. Elenco – José Mayer (Boêmio), Antonio Pedro Borges (São Pedro), Aramis Trindade (Santo Onofre) e Kátia Brito (Anjo). Direção Musical – José Maria Braga. Músicos – Deyvisson Vinícius de Vasconcelos (clarineta), Adriano Palma (violão), Marcos Tannuri (cavaquinho). Cenografia – Hélio Eichbauer. Iluminação – Aurélio de Simoni. Figurino – Biza Vianna. Programação Visual – Cubículo. Adereços – José Maçaira e Luís Amado, Márcio Vinícius e Fagner Lima. Direção de Produção e Produção Executiva – Francisco Accioly e Tereza Durante. Produzido por José Mayer e Francisco Accioly. Realização – SESC São Paulo. Temporada – Sextas-feiras e sábados às 21 horas e domingos às 18 horas. Ingressos – R$ 30,00; R$ 15,00 (usuário inscrito e dependentes, pessoas com mais de 60 anos e estudantes); R$ 7,50 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes). Duração – 90 minutos. Recomendado para maiores de 12 anos. Até 18 de novembro.
TEATRO SESC VILA MARIANA – Rua Pelotas, 141. Informações – 5080-3000. Capacidade – 608 lugares. Ingressos à venda em todas as unidades do SESC. Acesso para pessoas com deficiências. Estacionamento – a partir de R$ 5,00. Bilheteria – De terça a sexta das 9 às 21h30 e sábados das 10 às 21h30, domingos e feriados das 10 às 18h30.
Assessoria de Imprensa
ARTEPLURAL Comunicação
Jornalista responsável - Fernanda Teixeira
MTb-SP: 21.718 - tel. (11) 3885-3671 / 9948-5355
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Fotos Guga Melgar
postado por: NANDA ROVERE 5:05 AM
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Segunda-feira, Outubro 15, 2007
SATYRIANAS – 80 hs de atividades na pça Roosevelt é sempre inesquecível. Irei escrever detalhadamente sobre essa celebração teatral/cultural, mas relatarei agora dois momentos especial do Drama Mix ( 78 autores escreveram textos para serem encenados durante o evento):
Depois de uma sexta triste, sábado começou lindamente com Querida Filha (de Cristina Mutarelli), texto encenado pelo Leopoldo Pacheco e dirigido pelo Fernando neves. Um pai bêbado, lê as cartas que escreveu para a filha que mora na Europa. Emocionante, Leo magnífico como sempre! Fernando Neves um dos atores e diretores que mais admiro!
Sábado, Segredos, com a Helõ Cintra e Simonia Queiroz, num texto denso de Marici Salomão. Assinando a direção Gabriel Villela e Rodrigo Fregnan. Artistas competentes desse jeito só poderia sair um trabalho lindo! Helô é uma amiga querida, mas é mais que isso, é uma atriz encantadora. Vi todos os seus trabalhos com a Cia Elevador de Teatro Panorâmico e gostei muito; mas nessa peça de sábado ela estava mais deslumbrante do que nunca – que entrega linda ao personagem,
direção gabriel villela
co-direção rodrigo fregnan
trilha daniel maia
PROJETO DRAMA MIX SATYRIANAS
MOMENTOS ESPECIAIS QUE ILUMINAM A MINHA VIDA E HONRAM O NOSSO TEATRO! ARTISTAS QUE SÃO EXEMPLOS DE TALENTO E SERES HUMANOS ESPECIALMENTE ENCANTADORES!
postado por: NANDA ROVERE 5:26 AM
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PAULO AUTRAN
QUEM TEVE O PRIVILÉGIO DE VÊ-LO EM CENA SABE O QUANTO ELE ERA ESPECIAL. QUEM O CONHECEU PESSOALMENTE SABE QUE ALÉM DE TODO O TALENTO E DEDICAÇÃO AO TEATRO, ELE ERA UMA GRAÇA DE PESSOA, UMA SIMPATIA !
CONTAGIANTE! E NÃO CONSIDEREM ESTRANHO EU CHAMÁ-LO DE VOCÊ. ELE FEZ QUESTÃO QUE EU O CHAMASSE ASSIM NUMA CONVERSA INFORMAL SOBRE O TEATRO E SOBRE A VIDA, EM BAURU, DURANTE A TEMPORADA DE ADIVINHE QUEM VEM PARA REZAR! UMA AULA DE VIDA!!!!
VARIAÇÕES ENIGMÁTICAS FOI O PRIMEIRO TRABALHO QUE VI DO PAULO. ADIVINHE QUEM VEM PARA REZAR, NO ENTANTO, FOI INESQUECÍVEL.
VER O CLAUDIO FONTANA, TALENTOSO E UMA PESSOA PELA QUAL TENHO ENORME CARINHO , AO LADO DO PAULO FOI UM MOMENTO MUITO EMOCIONANTE. ARTISTAS QUE BRILHARAM JUNTOS EM CENA!
CLAUDIO FONTANA E PAULO AUTRAN EM ADIVINHE QUEM VEM PARA REZAR
DEPOIS ASSISTI AO MARAVILHOSO O AVARENTO E PAULO ESTAVA MAGNÍFICO, ENGRAÇADÍSSIMO!
UMA LIÇÃO DE VIDA E DE GENEROSIDADE. APESAR DE SER UMA PERSONALIDADE DE SUMA IMPORTÂNCIA NA ÁREA CULTURAL, TRATAVA O TEATRO COMO SACERDÓCIO E VALORIZAVA O TALENTO DOS COLEGAS DE PROFISSÃO.
QUANDO SOUBE QUE TINHA PARTIDO PARA ¨UM CÉU DE ESTRELAS¨, CHOREI. LOGO EM SEGUIDA PENSEI: ¨ELE MERECE APLAUSOS E NÃO CHORO!¨ APLAUSOS QUE ECOARAM CERTAMENTE EM TODOS OS TEATROS DO BRASIL, APLAUSOS QUE ECOARAM EM TODA A PÇA ROOSEVELT DURANTE AS SATYRIANAS E NA HOMENAGEM QUE ESTAVA PROGRAMADA PARA ACONTECER NO SÁBADO...SEU BRILHO ESTAVA EM TODA A PÇA...
EU E PAULO AUTRAN
PARA SEMPRE NA MINHA MEMÓRIA!
SUA LUZ CONTINUARÁ BRILHANDO NO TEATRO E NA VIDA DOS ARTISTAS QUE ENCARAM A ARTE COMO SACERDÓCIO!
MATÉRIAS QUE ILUSTRAM A SUA TRAJETÓRIA, COM FOTOS:
ultimosegundo.ig.com.br/cultura/2007/10/12/paulo_autran_morre_aos_85_anos_em_sao_paulo_1041902.html
Poema de Carlos Drummond de Andrade recitado por Paulo Autran ...
3 min 25 seg -
www.youtube.com/watch?v=SB64T1m_Z2g
www.abril.com.br/album/Autran.shtml
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=416209
O Avaraento
Yahoo Fotos
postado por: NANDA ROVERE 4:04 AM
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Quinta-feira, Outubro 11, 2007
Gabriel Villela no Projeto DramaMix das Satyrianas
DICA IMPERDÍVEL:
PROJETO DRAMA MIX
21h00 – “Segredos”, de Marici Salomão
direção: Gabriel Villela
elenco: Helô Cintra e Arieta Correa
na tenda armada na Pça Roosevelt
Para saber mais:
www.satyros.com.br
postado por: NANDA ROVERE 12:32 AM
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Quarta-feira, Outubro 10, 2007
Adega dos Anjos de Julio Carrara
“A vida de um homem é comparada a um jogo de dados.”
Contato:
Julio Carrara
Rua Major Diogo, 591 apto. 22
Bela Vista – São Paulo
Cel. 7371.8613
ciadasartesdramaticas@yahoo.com.br
Sobre o Espetáculo
“Adega dos Anjos” é o título do 38º espetáculo teatral da CAD - Cia das Artes Dramáticas da Cooperativa Paulista de Teatro, que completou no dia 25 de março, 12 anos de atividades ininterruptas.
Escrito e dirigido por Julio Carrara, o texto foi inspirado livremente em fragmentos de Jean Baptiste de Boyer e Restif de La Bretonne, mestres da literatura erótica francesa do século 18 (excetuando o Marquês de Sade).
Ao contrário das personagens de Sade, que sempre precisam de um bálsamo milagroso para curar as mutilações infligidas pelos algozes na noite anterior, as personagens de “Adega dos Anjos” só estão em busca do prazer e livres de quaisquer sentimentos de culpa.
Ambientada na França em meados do século 18, a montagem aborda temas como amor, poder e fanatismo religioso. A intenção do espetáculo não é denegrir com a imagem da igreja, mas mostrar as atrocidades que ocorrem entre as quatro paredes de um convento ou de um seminário, onde os clérigos, com a posse do poder, agem como se fossem iguais ou superiores a Deus.
Desnecessário seria enfatizar que o local (França) e a época (século 18) da ação são apenas um pano de fundo para a trama, pois o temática é universal e atemporal.
Nos figurinos, na trilha sonora e na própria encenação estão impressos signos que mesclam elementos clássicos com os contemporâneos, para fugir da obviedade e do clichê de seguir um “padrão clássico pré-estabelecido”, quando se monta um espetáculo de época.
A encenação tem como objetivo conquistar o público pelas sensações.
Currículo do Grupo
O grupo teatral Cia das Artes Dramáticas (CAD) da Cooperativa Paulista de Teatro iniciou suas atividades na cidade de Votorantim, interior de São Paulo, no dia 25 de março de 1995, quando o ator, dramaturgo, diretor e arte-educador Julio Carrara selecionou um grupo de adolescentes interessados em participar de um espetáculo de teatro. Muitas pessoas se inscreveram. Cerca de 400 pessoas já passaram pelo CAD.
A Cia já tem no seu currículo 37 espetáculos encenados. A maioria deles, com temas direcionados ao público adolescente. O espetáculo, que melhor pôde expressar este universo, foi sem dúvida “O Despertar da Primavera” (1997), de Frank Wedekind por tratar de assuntos considerados tabus para a faixa etária, como a descoberta da sexualidade.
A partir de 1999, o grupo direcionou suas energias para uma temática infantil e com textos de cunhos educacionais-formativos. O encontro com Tatiana Belinky, Ricardo Gouveia, Cláudia Dalla Verde, Zeca Capellini e Gabriela Rabelo foi muito importante para o grupo e trouxe muita bagagem para os membros do CAD.
O grupo foi premiado diversas vezes em Festivais de Teatro. Em 2001, Julio Carrara ganhou três vezes o prêmio de Melhor Diretor com os espetáculos “Quem Casa, Quer Casa – Ou Não?”, “Danielzinho e o Sono” e “Fada Rock”.
Em 2005, o grupo transferiu-se para São Paulo onde, juntamente com seus integrantes, se profissionalizou e voltou a realizar espetáculos experimentais.
Espetáculos Encenados
ANO ESPETÁCULO AUTOR(ES)
1995 Sombras do Passado
O Espelho da Vida Julio Carrara
Julio Carrara
1996 Lá na Terra do Contrário
A Moléstia Azul Julio Carrara
Julio Carrara
1997 O Despertar da Primavera
Baile de Formatura Frank Wedekind
Julio Carrara
1998 Cupido & Stanislavski
O Beco Ricardo Gouveia
Julio Carrara
1999 A Sopa de Pedra
Fofo, Meu Amor
Cupido & Stanislavski (remontagem)
Catedral
Quem Casa, Quer Casa – Ou Não?
O Urso
Oh, Dúvida Cruel! Tatiana Belinky
Ricardo Gouveia
Ricardo Gouveia
Julio Carrara
Tatiana Belinky
Anton Tchekhov
Julio Carrara
2000 Danielzinho e o Sono
Os Dois Turrões Ricardo Gouveia
Tatiana Belinky
2001 Fada Rock
As Tecelãs
Fábulas
Show dos Clowns
Retalhos Cláudia Dalla Verde e Zeca Capellini
Texto Coletivo
Monteiro Lobato
Texto Coletivo
Julio Carrara
2002 Sonho de uma Noite de Verão
Beijo, Não!
Natal dos Excluídos William Shakespeare
Tatiana Belinky
Julio Carrara
2003 Rei Mateusinho I
O Porta-Malas (*)
Bruxismo
O Natal de Peloavesso Ricardo Gouveia
Sérgio Roveri
Cláudia Dalla Verde e Zeca Capellini
Gabriela Rabelo
2004 Fui no Moinho Buscar... Mó
Puros Depravados Gabriela Rabelo
Julio Carrara
2005 Fui no Moinho Buscar...Mó (remontagem)
Rapidinhas Gabriela Rabelo
Julio Carrara
2006 Depois da Chuva...
Achavascado(s) Julio Carrara
Texto Coletivo
2007
O Anjo Maldito
Adega dos Anjos Julio Carrara
Julio Carrara
(*) Dirigido por Thiago Castro Leite.
Todos os espetáculos foram dirigidos por Julio Carrara, exceto “O Porta-Malas”
Serviço
Espetáculo: Adega dos Anjos
Dramaturgia e Encenação: Julio Carrara
Gênero: Drama
Elenco: Priscila Clemente, Chico Ribas, Taís Martincowski, Daniel Corrêa, Rhobson Del Kishall, Pedro Zacarias, João Attuy e Thiago Kozonoi
Estréia: 05 de outubro
Temporada: até 14 de dezembro
Dias da semana: Sextas-Feiras
Horário: 22:00 hs
Local: Espaço das Artes
Endereço: Rua Domingos de Morais, 1497 (em frente a estação de Metrô Vila Mariana - saída pela Madre Cabrini)
Ingressos: R$ 20,00 (meia para estudantes, idosos, classe artística, professores e moradores do bairro com comprovante de residência)
Duração: 90 minutos
Capacidade: 40 lugares
Recomendação: 18 anos
Informações e Reservas : 5083.3467 ou através do site:
www.adegadosanjos.del.art.br
Produção:Christiane Mayumi e Fabiana França
postado por: NANDA ROVERE 7:44 PM