NANDA ROVERE CULTURAL
NANDA ROVERE CULTURAL

Valorização da cultura brasileira



Comments: Segunda-feira, Novembro 27, 2006



CIA BALAGAN reapresenta TAUROMAQUIA no PROJETO ZÁPAD

Nos dias 30 de novembro, 01, 02 e 03 de dezembro a Cia Balagan apresentará o espetáculo TAUROMAQUIA, às 21 horas, no TUSP (Teatro da USP). As quatro sessões fazem parte do novo desafio da Cia: o Projeto Západ que conta com exibição de filmes, workshop, debates e ensaios abertos da Trilogia Západ que estreará em janeiro, no mesmo Teatro.

Tauromaquia - ficou 4 meses em cartaz em São Paulo, fez duas temporadas no Rio de Janeiro, passando por diversas cidades brasileiras. Ganhou o Prêmio Shell 2005 na Categoria Iluminação e o Prêmio Avon 2005 de Maquiagem e teve indicação na Categoria de Melhor Cenário ao Prêmio Shell 2005.

Sinopse

Uma comitiva de vaqueiros reúne-se para a travessia de boi pelo sertão. No percurso da viagem revelam-se a humanidade e a animalidade da condição do homem. A travessia do sertão é um labirinto sem fronteiras que metaforiza a passagem do homem pela sua própria vida.

Tauromaquia transpõe para a cena o universo dos vaqueiros do sertão. Paradoxalmente e cheio de contrastes, o sertão gerou vasto material para a criação teatral tornando-se metáfora da pesquisa temática proposta pela Cia. Balagan: a clausura humana, do ponto de vista do masculino. Tauromaquia -tauro (em latim, touro) e maquia (em grego, esforço para tornar-se) - revela o aspecto aprisionador de um território imenso, o sertão, cuja travessia representa o eterno impulso humano de ir ao encontro de seu próprio medo.

O espetáculo parte das narrativas escritas e das formas orais surgidas na região que inclui a Bahia, Minas Gerais, Goiás, Pernambuco, Alagoas e outros estados ligados à atividade pecuária. Vigente até início do século do século XX, a cultura dos vaqueiros delimitou o chamado ¿ciclo do couro¿ brasileiro. Criadas pelos vaqueiros e cantadores, essas narrativas possuem uma forma poética própria, onde a força da palavra (falada ou cantada) e sua concisão expõem a inclemência da natureza e a secura das relações humanas naquele ambiente.

Na sociedade dos vaqueiros o universo masculino se expressa em sua inteireza. O homem sertanejo, que produz modos de organização política e econômica e formas de expressão artístico-culturais muito particulares, espelha o homem contemporâneo. Estão presentes em ambos a mesma luta pela sobrevivência e o mesmo isolamento, numa relação com a rudeza do meio, onde se somam violência, companheirismo, o esforço do trabalho, o exercício da poesia e a solidão.

A viagem ao mesmo tempo individual e coletiva, onde a afirmação do indivíduo não pode ser desvinculada do reconhecimento do outro, onde o conflito interno do homem é delimitado pela sua condição dentro do grupo. Este espetáculo revelou-se o espelho invertido de Sacromaquia (clausura feminina) e demonstra bem o trabalho de pesquisa e criação da Cia Balagan, atestando seu caráter plural.

Ficha Técnica:
Elenco: Antonio Salvador, Claudio Queiroz, Daniel Ribeiro, Gustavo Trestini Ivaldo de Melo, Lucia Romano, Melissa Vettore, Sidnei Caria, Wanderley, Tomas Vinicius.
Direção: Maria Thais
Dramaturgia: Alessandro Toller
Coordenação de dramaturgia: Luis Alberto Abreu
Direção Musical e Preparação Vocal: Fernando Carvalhaes
Iluminação: Lucia Chedieck
Produção: Luciana Gabriel
Assistente de direção: Mauricio Veloso
Assitente de Cenografia: Vinicius Silverio Simões
Assistente de Figurino: Carol Badra
Assitente de iluminação: Zan Martins
Kenpo indiano: Alexandre Gusmão, Thiago Antunes
Danças brasileiras: Silvia Lopes
Mestre de Congada: Silvio Antonio de Oliveira
Maquiagem: Marina Reis
Cabelos: Claus Borges e Mário Merlino (L´Equipe)
Costureira: Judith Lima e equipe
Material gráfico: Alexandre Catan, Julio andery e Raul Camilo do Valle

Serviço:
TAUROMAQUIA
Dia 30 de novembro
Dias 01, 02 e 03 de dezembro
Sempre às 21 horas
TUSP (140 lugares)
Rua Maria Antonia, 294, Vila Buarque
Fone 3255 5538
R$. 15,00
Duração: ...minutos MAIS INFORMAÇÕES
RECADO EM DESTAQUE (assessoria de comunicação)
Clóvis Tôrres ¿ 9635 8599 - 3086 4224
clovistorres@uol.com.br
recadoemdestaque@superig.com.br

postado por: NANDA ROVERE 2:44 PM

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CIA. TEATRO BALAGAN APRESENTA O PROJETO ZÁPAD ¿ A TRAGÉDIA DO PODER ¿ NO TUSP

Palestras, workshops, exibição de filmes, apresentações musicais, reapresentação de peça do repertório (Tauromaquia, veja release anexo) e ensaios abertos do novo espetáculo compõem o Projeto que acontecerá entre dezembro e fevereiro.

Prestes a comemorar dez anos de existência, a Cia Teatro Balagan tem motivos de sobra para comemorar: Contemplada pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, este ano, a Cia ainda festeja a sede que alugou para desenvolver seu trabalho (um casarão na Alameda Olga, 444, Barra Funda) e em dezembro apresenta o PROJETO ZÁPAD ¿ A TRAGÉDIA DO PODER ¿ no TUSP (Teatro da USP), onde ficará até fevereiro de 2007, dividindo com o público seu processo criativo, que se organiza a partir do exercício pedagógico e da pesquisa de linguagem.

HISTÓRICO

A Cia. Teatro Balagan afirma-se como um núcleo de criação aberto (atualmente com aproximadamente 30 integrantes), onde parceiros artísticos permanentes, e colaboradores eventuais, constroem suas histórias e seus olhares sobre o mundo e sobre o próprio teatro. O PROJETO ZÁPAD dá continuidade à pesquisa da Cia Teatro Balagan acerca do tema da clausura humana, presente em seus espetáculos anteriores: Sacromaquia (2000) e Tauromaquia (2004).

O novo espetáculo que dá nome ao projeto, ZAPAD, a tragédia do poder - se divide em três Movimentos distintos, e integrará o repertório da companhia. Por ser compreendido como meio e não como fim em si mesmo, pois serve à formação de quem faz e de quem assiste, o espetáculo não é um acontecimento isolado. Ele se insere numa ampla programação organizada pela Cia. Assim, a primeira atividade no TUSP será um Ciclo de Debates cujo tema é a clausura do poder através dessa divisão geográfica e cultural a qual nomeamos Europa Ocidental e Europa Oriental. Além dos debates, teremos uma semana onde a própria Cia. Balagan expõe, através de workshops, seu processo de pesquisa e realiza ensaios abertos , última etapa de maturação do próprio espetáculo que estreará no TUSP em janeiro.

Západ (Ocidente, em russo) trata da clausura humana nas relações de (e com o) poder. A história européia dos séculos XVI/XVII foi eleita como ponto de partida para investigar a construção que a Europa fez de si e a que impôs ao resto do mundo. Ivan o Terrível e Elizabeth I da Inglaterra, acompanhados de um bufão e de um anjo, foram eleitos como arquétipos para a discussão.
O tema da clausura humana é explorado em três momentos da vida de Ivan e Elizabeth: a Juventude, a Idade Adulta e a Maturidade, o que configura o espetáculo Západ ¿ a tragédia do poder em três Movimentos. Cada Movimento é escrito por um dramaturgo, respectivamente Alexandre Toller, Newton Moreno e Luis Alberto Abreu.
A concepção e a direção geral do projeto é de Maria Thaís, os cenários e figurinos são de Márcio Medina, a iluminação de Lúcia Chedieck. A direção musical é assinada por Daniel Maia, e as imagens projetadas são de Heloísa Passos. No elenco, Antonio Salvador, Beatriz Sayad, Clara Cecchini, Claudio Queiroz, Cristina Lozano, Daniel Ribeiro e Gustavo Trestini.

Západ: outras atividades

Além dos workshops ministrado pelos integrantes da Balagan, a Cia. recebe, o encenador e pedagogo russo, residente atualmente em Berlim, Jurij Alschitz, que irá agregar sua experiência artística e pedagógica através de um workshop para atores profissionais e de uma palestra sobre seu trabalho aberta ao público geral.
Dentre as palestras, estão confirmadas: ¿A obsessão pela luz: Ocidentação e Orientação¿ ¿ com o Prof. Norval Baitello ¿ Semiótica, PUC ¿ SP; ¿O Estado Moderno¿ ¿ Prof. Modesto Florenzano ¿ História, USP; ¿Território e Poder¿ ¿ Prof. Wanderley Messias da Costa ¿ Geopolítica, USP; ¿Sobre o Discurso da Servidão Voluntária¿¿ Prof. Sérgio Cardoso ¿ Filosofia, USP.

Ficha Técnica
Concepção e Direção : Maria Thaís
Dramaturgia: Luís Alberto de Abreu, Newton Moreno, Alessandro Toller
Cenografia e Figurino: Márcio Medina
Iluminação: Lucia Chedieck
Adereços de Papel: Sidnei Caria
Adereços (asa do anjo, coroas) : Silvana Marcondes
Imagens: Heloísa Passos
Direção Musical e Preparação Vocal: Daniel Maia
Direção de produção: Cia Teatro Balagan
Produção Executiva- Projeto Západ: Luciana Gabriel
Produção Executiva- Espetácuko Západ: Cacá Toledo
Administração: Norma Lyds

Atores
Antônio Salvador,
Beatriz Sayad
Clara Cecchini
Cláudio Queiroz
Cristina Lozzano
Daniel Ribeiro
Gustavo Trestini.

Cia Teatro Balagan
Balagan: em russo, uma forma de teatro popular; em árabe, sinônimo de confusão ou baderna.
Fundada em 1997, constrói sua história realizando montagens que propõem seu olhar sobre o mundo e sobre o seu próprio Teatro.
Durante os nove anos de criação cênica, recebeu prêmios para os espetáculos:
Tauromaquia - Prêmio Shell 2005 na Categoria Iluminação, Prêmio Avon 2005 de Maquiagem e teve indicação na Categoria de Melhor Cenário ao Prêmio Shell 2005.
Sacromaquia - Prêmio Shell 2000 na Categoria Melhor Cenário, Prêmio Avon 2000 de Maquiagem e teve indicação na Categoria de Melhor Iluminação ao Prêmio Shell 2005.

Cia Teatro Balagan
Alameda Olga, 444, Barra Funda ciateatrobalagan@ciateatrobalagan.com.br
SERVIÇO:
PROJETO ZÁPAD (de 27/11 a 17/12)
No TUSP (Teatro da USP)
Palestras, Vídeos,Workshops e ensaios abertos do espetáculo Západ: ingressos gratuitos
Apresentação do espetáculo Tauromaquia: R$ 15,00

postado por: NANDA ROVERE 2:39 PM

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Cronograma Debate e Palestras - TUSP

28/11 ¿ As representações do poder : mesa redonda com a presença de Cibele Forjaz, Celso Frateschi e Maria Thaís (a confirmar)
às 19h, no Teatro

30/11 - A energia do ator: atuação e texto: palestra com Jurij Alschitz (encenador e pedagogo de origem russa, residente em Berlim)
às 19h, na sala 100

04/12 ¿ A obesssão pela luz: ocidentação e orientação : palestra com Norval Baitello (Semiótica ¿ PUC)
às 18h, sala 100

05/12 ¿ O Estado Moderno ¿ pelestra com Modesto Florenzano (História ¿ USP)
às 18h, sala 100

06/12 ¿ A memória do humano: a contribuição de alguns pensadores russos: palestra com Gilberto Safra (Letras ¿ USP)
às 18h, sala 100

07/12 ¿ Território e poder- palestra com Wanderley Messias da Costa (Geopolítica ¿ USP)
às 18h, sala 100

08/12 ¿ Sobre a servidão voluntária ¿ palestra com Sérgio Cardoso (Filosofia ¿ USP)
às 18h, sala 100

15/12 ¿ A experiência russa ¿ palestra com Paulo Bezerra (Letras ¿ UFF)
às 18h, no Teatro


Oficina Jurij Alschitz (fechada)

01/12 a 15/12

Workshops Balagan

14/12 - A Consecução dos Meios Materiais em ZÁPAD.
Coord: Norma-Lyds e Maria Thaís
Às 10h, no Teatro

15/12 - O Espaço Cênico ¿ Técnica e Poética em ZÁPAD.
Coord: Márcio Medina e Lúcia Chedieck
Às 10h, no Teatro

16/12 ¿ A Construção Dramatúrgica em ZÁPAD.
Coord: Luís Alberto de Abreu, Newton Moreno e Alessandro Toller
Às 15h, no Teatro

11/12 a 15/12 - A Criação dos Atores ¿ Técnica e Poética em ZÁPAD.
Coord: Beatriz Sayad e Cláudio Queiroz
Das 10h às 13h, na Oficina

postado por: NANDA ROVERE 2:35 PM

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CIA. TEATRO BALAGAN REALIZA ENSAIOS ABERTOS DE SEU NOVO ESPETÁCULO:ZÁPAD ¿ A TRAGÉDIA DO PODER

Como parte da programação do PROJETO ZÁPAD, a Cia. Teatro Balagan fará oito ensaios abertos de seu novo espetáculo: ZÁPAD ¿ A TRAGÉDIA DO PODER, dias 7, 8, 9, 10, 14, 15, 16 e 17 de dezembro no TUSP (Teatro da USP). Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados meia hora antes na bilheteria do teatro ou reservas pelo fone (eu sugiro que tenha um fone para reservas de grupos).

Západ ¿ a tragédia do poder é fruto da continuidade da pesquisa da Cia Teatro Balagan acerca do tema da clausura humana, presente em seus espetáculos anteriores: Sacromaquia (2000) e Tauromaquia (2004). O novo espetáculo se divide em três Movimentos distintos: a Juventude, a Idade Adulta e a Maturidade, cada um escrito por um dramaturgo, respectivamente: Alexandre Toller, Newton Moreno e Luis Alberto Abreu. A concepção e a direção geral do projeto é de Maria Thaís, os cenários e figurinos são de Márcio Medina, a iluminação de Lúcia Chedieck, cabelos e maquiagem de Helaine Garcia. A direção musical é assinada por Daniel Maia, e as imagens projetadas são de Heloísa Passos. No elenco, Antonio Salvador, Beatriz Sayad, Clara Cecchini, Claudio Queiroz, Cristina Lozano, Daniel Ribeiro e Gustavo Trestini.

Západ (Ocidente, em russo) integra um projeto maior que compreende o espetáculo como ¿meio¿ e não como fim em si mesmo e por isso os ensaios abertos são parte constitutiva do percurso da criação do espetáculo que estreará no dia 11 janeiro, no mesmo teatro. Fruto de um longo trabalho de pesquisa, realizado com o apoio do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, Západ se configura, na verdade, em três espetáculos que tratam da clausura do poder e elegem, para tanto, Ivan o Terrível e Elizabeth I da Inglaterra, acompanhados de um bufão e de um anjo, como arquétipos.

A história européia dos séculos XVI/XVII foi eleita como ponto de partida para investigar a construção que a Europa fez de si e a que impôs ao resto do mundo. O mote histórico: as correspondências trocadas por Ivan e Elizabeth durante anos de seus reinados. Essas cartas não foram material concreto no processo de criação ¿ não se teve acesso a elas ¿ , mas geraram, pela sua simples existência, infinitas possibilidades de relações.

Západ não conta a história dos monarcas, mas recorre ao imaginário arquetípico e alegórico aos quais nos remetem. Ivan e Elizabeth, personagens históricos, possuem territórios concretos. São colocados em contracena com as forças alegóricas de um Anjo e de um Bufão. Rússia e Inglaterra são parte fundamental do universo simbólico explorado em Západ. A Rússia, com seu imenso território sob constante ameaça de fragmentação. A Inglaterra, como uma ilha de pequena extensão buscando colônias fora de si.

Ensaios abertos de ZÁPAD ¿ A TRAGÉDIA DO PODER
Ficha Técnica
Encenação: Maria Thaís
Dramaturgia: Luís Alberto de Abreu, Newton Moreno, Alessandro Toller
Cenografia e Figurino: Márcio Medina
Iluminação: Lucia Chedieck
Adereços e asas do anjo: Silvana Marcondes
Adereços de papel: Sidnei Caria
Cabelos e maquiagem: Helaine Garcia
Imagens: Heloísa Passos
Direção Musical e Preparação Vocal: Daniel Maia
Direção de produção: Cia Teatro Balagan
Produção Executiva: Cacá Toledo
Administração: Norma Lyds
Atores: Antônio Salvador, Beatriz Sayad, Clara Cecchini, Cláudio Queiroz, Cristina Lozzano, Daniel Ribeiro, Gustavo Trestini.

Cia Teatro Balagan
Balagan: em russo, uma forma de teatro popular; em árabe, sinônimo de confusão ou baderna.
Fundada em 1997, constrói sua história realizando montagens que propõem seu olhar sobre o mundo e sobre o seu próprio Teatro.
Durante os nove anos de criação cênica, recebeu prêmios para os espetáculos:
Tauromaquia - Prêmio Shell 2005 na Categoria Iluminação, Prêmio Avon 2005 de Maquiagem e teve indicação na Categoria de Melhor Cenário ao Prêmio Shell 2005.
Sacromaquia - Prêmio Shell 2000 na Categoria Melhor Cenário, Prêmio Avon 2000 de Maquiagem e teve indicação na Categoria de Melhor Iluminação ao Prêmio Shell 2005.


SERVIÇO:
Ensaios abertos do ESPETÁCULO ZÁPAD - A TRAGÉDIA DO PODER -
Dias: 7, 8, 9, 10, 14, 15, 16 e 17 de dezembro
Horário: 20 horas
Preço: gratuito
No TUSP (Teatro da USP)
Lotação: 140 lugares
Rua Maria Antonia, 294,
Vila Buarque
Fone 011 355 5538
Duração: 180 min


MAIS INFORMAÇÕES
RECADO EM DESTAQUE (assessoria de comunicação)
Clóvis Tôrres ¿ 9635 8599 - 3086 4224
clovistorres@uol.com.br
recadoemdestaque@superig.com.br

postado por: NANDA ROVERE 2:34 PM

Comments: Quinta-feira, Novembro 23, 2006



leitura no masp - com claudio fontana
Marcelo Médici, Claudio Fontana, Leo Pacheco e Elias Andreato. Piano: Composição ao vivo de Miguel Briamonte

seg, 27 de novembro, tem leitura pra lá de especial no masp

Amigas, Pero no mucho
De Célia Forte
Supervisão de Paulo Autran
Com Marcelo Médici, Claudio Fontana, Leo Pacheco e Elias Andreato. Piano: Composição ao vivo de Miguel Briamonte
O texto foi lido na Folha, mas a autora quer ver o resultado com 4 homens lendo. A escolha não podia ser mais acertado, pois estarão em cena quatro atores extraordinários.

(Participação da Companhia Malcriada de Teatro - Bruna Aragão, Daniela Persan, Daniele Brandão, Giuliana Maia e Marco Griesi - lendo trecho do livro "Sila", de Marcel Pitelli. Direção de Marcelo Soler)

MASP às 19:30
Creio que vai encher, então melhor reservar no http://www.letrasemcena.art.br/reserva_senha.asp
E pra garantir a vaga, chegar até com 15 min de antecedência

Sinopse:
O encontro de quatro amigas, em uma tarde de sábado, onde, com muito humor e ironia, falam sobre suas dissimulações, devaneios e dores. Quatro mulheres bem sucedidas, que se matam e se amam. Amigas, enfim.
Não há julgamentos de suas atitudes. O certo e o errado, o bem e o mal não são conceituados. É um texto que, pela convivência, mostra que ninguém engana muitos durante muito tempo.
A autora
CÉLIA REGINA FORTE é jornalista, produtora e assessora teatral desde 1985. Em 21 anos dedicados aos bastidores de peças de atores, atrizes, autores e diretores, entre eles consagrados como Paulo Autran, Antonio Fagundes, Denis, Juca de Oliveira, Bibi Ferreira e outros grandes atores e atrizes, Célia Forte faz sua primeira incursão como autora. "Amigas, Pero no mucho" é uma deliciosa comédia sobre o universo feminino, que conta com a supervisão de Paulo Autran, seu grande incentivador.

postado por: NANDA ROVERE 3:04 PM

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MATÉRIA SOBRE A NOVA PEÇA DA CIA DE DANÇA PALÁCIO DAS ARTES DE BH/MG

A TRILHA É DE AUTORIA DO MEU AMIGO DANIEL MAIA

"Estado de Minas" - 13.11.2006

PERFORMANCE
Metáfora do caos urbano
Espetáculo ¿Transtorna¿ desfaz palco e cria nova passarela, quase fechada em arena



Marcello Castilho Avellar Guto Muniz/Divulgação


¿Transtorna¿, da Companhia de Dança Palácio das Artes, não se parece com realizações de outros grupos de dança contemporânea no Brasil

O espetáculo Transtorna, que a Companhia de Dança Palácio das Artes apresentou no fim de semana, dá continuidade ao projeto atual da companhia: constituir grande grupo de criadores-intérpretes, categoria quase sempre vivenciada apenas por pesquisadores solitários ou reunidos em pequenos conjuntos. Mais uma vez, a decisão se mostra acertada, no sentido de permitir à companhia realizar um trabalho que quase não se parece com as realizações de outros grupos de dança contemporânea no Brasil.

Depois da passarela de Coreografia de cordel, que a companhia estreou em 2004, Transtorna volta a lidar de maneira expressiva e incomum com o espaço. Revisita a idéia de palco total, proposta por teóricos e encenadores do teatro como Antonin Artaud e Jerzy Grotwski, um espaço cênico onde palco e platéia praticamente se misturam. Não se trata de novidade em si mesma ¿ o teatro vem usando exaustivamente essa possibilidade. Mas se considerarmos que na dança é mais arraigada a tradição do palco à italiana (a cena se apresentando de frente para uma platéia separada dela por uma espécie de parede invisível), é fácil perceber como Transtorna pode mexer com o imaginário dos espectadores e transformar conceitos.

O uso do espaço pelo espetáculo não merece elogios apenas por isso. Destaca-se, também, pela adequação: constrói uma cena altamente metafórica do caos urbano que a obra pretende apresentar. E não tenta ser um preciosismo: os criadores de Transtorna demonstram sabedoria suficiente para desfazer seu palco e construir nova passarela, quase fechada em arena, quando necessário para o desenvolvimento da coreografia. Mostram, também, eficiência na mecânica desses espaços tão pouco praticados, sinalizando as necessidades dos intérpretes e as movimentações da platéia sem abrir vazios no conjunto de estímulos estéticos.

Transtorna é daquelas obras que desafiam as teorias de demarcação da dança. Não se trata apenas de constituir projeto multimídia, do qual, além do espetáculo, surgem outros produtos como fotos ou vídeos. O próprio espetáculo parece investir mais fundo nos territórios da performance que da dança, como se nos oferecesse, realmente, uma monumental performance que privilegia elementos de dança.

EM XEQUE Esses desvios da tradição, do espaço ao conceito, acabam colocando em xeque as convicções dos espectadores, e o espetáculo lida bem com isso. Acostumado ao palco italiano, o público tenta se relacionar com o novo espaço como se ele fosse composto por diversas e minúsculas cenas tradicionais, quase sempre sinalizadas por focos de luz. Transtorna, perversamente, o atinge com a performance na penumbra. Confrontado à informação de que o espetáculo ¿fala¿ sobre cidades, o espectador pode produzir interpretações que expõem a maneira como a sociedade trata boa parte de seus integrantes como pessoas ¿invisíveis¿. Ao mesmo tempo, refaz seu próprio percurso frente ao espetáculo: descobre que a seqüência mais iluminada e acrobática não é necessariamente mais importante que aquela na penumbra e com movimentos mais simples, que o olhar talvez seja conduzido mais por hierarquias da tradição que pelas lógicas da arte.

Transtorna, como Coreografia de cordel, deve ter enfrentado questionamentos dentro do próprio Palácio das Artes. O centro cultural se orgulha de sua grandiosidade, de modo que deve parecer estranho a muita gente que o espetáculo de uma grande companhia, num espaço chamado Grande Teatro, tenha lugar apenas para poucas centenas de pessoas em cada apresentação. Mais do que falar do Palácio das Artes, da companhia ou do espetáculo, esse discurso aborda uma carência de Belo Horizonte. A quantidade de espaços cênicos na cidade se multiplicou nos últimos anos, mas a maioria deles tem formas convencionais. Falta a BH, ainda, um grande espaço sem relações palco-platéia preestabelecidas, equipado com tecnologia moderna, onde a imaginação dos criadores possa forjar a cenografia que quiser.

postado por: NANDA ROVERE 2:19 AM

Comments: Quarta-feira, Novembro 08, 2006



MÁRCIO VINICIUS
CENÓGRAFO (OU MELHOR, PEÃO DA ARTE, COMO ELE MESMO DIZ) E FIGURINISTA

Márcio é um dos mais talentosos artistas da atualidade e chama a atenção pela sua criatividade e sensibilidade.

Já trabalhou com diretores de destaque nas artes cênicas, com destaque para Gabriel Villela (Leonce e Lena, Esperando Godot, Fausto Zero, O Auto da Liberdade e Ópera Dom Carlo) e Márcio Aurélio (Pólvora e Poesia, que teve a assinatura dos cenários e figurinos realizada por Gabriel Villela). Era Uma Vez Um Rio (direção de Lavínia Pannunzio) e O Retrato de Dorian Gray (direção de Débora Dubois) são outros espetáculos que receberam a competente participação de Márcio na ficha técnica.

Pensa o teatro, a arte, como um meio de despertar no espectador sentimentos que, de alguma forma, modifiquem as pessoas.



Márcio durante processo de criação - Leonne e Lena
Fonte: Página de Márcio Vinicius na Internet


Acredita que para a arte obter um alto grau de qualidade (no caso, especificamente nas artes cênicas), é essencial existir envolvimento, interatividade (espírito de parceria) entre todos da equipede um determinado projeto, entrega e acima de tudo, respeito para com todos os envolvidos. E, logicamente, respeito para com o público também. Como ele diz: ¨Gosto de fazer teatro com amor, ética e uma pitada de poesia para dar gostinho de quero mais¨.

Felizmente tem conseguido cativar com suas criações pertinentes, bem executadas e com uma qualidade rara.

Consegue entrar no universo dos diretores com os quais trabalha, mas mantendo sempre ingredientes de seu ¨estilo pessoal¨, com riqueza de detalhes e preocupação em dar aos cenários, figurinos e ou objetos de cena uma funcionalidade que contribua para a qualidade dos espetáculos.


UMA SUPER DICA:
MÁRCIO ESTARÁ MINISTRANDO A OFICINA GRATUITA: CENOGRAFIA - ESPAÇO ELEITO PARA O ACONTECIMENTO DRAMÁTICO

Cenografia - Espaço eleito para o acontecimento dramático.

O fazer cenográfico tem à sua volta inúmeros profissionais, verdadeiros artesões no cenário, indumentária, adereços, iluminação e cenotécnica.

Esta oficina visa oferecer aos participantes a oportunidade de conhecer na prática, conceitos técnicos e estéticos do fazer cenográfico. Descobrir suas habilidades através do ato criativo.

Também contempla a orientação na manipulação de materiais para a criação de cenários, figurinos, e adereços. A busca da maneira correta de produzi-los e de soluções adequadas para vários tipos de espetáculos.

A cenografia é de importância fundamental para o sucesso de uma montagem, cada vez mais se procuram profissionais talentosos capazes de fazer um trabalho de qualidade.

Durante o processo serão feitos estudos de linguagem para próxima montagem da Cia Paidéia de teatro.

O curso será em processo continuado, ou seja, etapas serão necessárias para melhor aproveitamento do curso.

Estas etapas serão especificadas conforme andamento do curso.

. Local : PAIDÉIA : Associação cultural
. Infomações : (11) 5522-1283
. Duração de 02 meses na primeira etapa.
. 16 horas semanais na primeira etapa.
. Inicio novembro de 2006
. Quantidade de vagas: 10 vagas.
. Processo de seleção: Ficha de inscrição, foto 3x4, carta de interesse,
entrevista e teste de habilidade se necessário.
. Publico alvo: interessados em artes cênicas, trabalhos manuais, acima dos 16 anos.
A ficha de inscrição está no site
http://www.paideiabrasil.com.br/especiais/oficenograf.htm



Cenário de Era Uma Vez Um Rio
Fonte: Página de Márcio Vinicius na Internet



Figurinos - Leonce e Lena
Fonte: Página de Márcio Vinicius na Internet


Para saber mais sobre as suas inúmeras realizações: http://marciovinicius1.spaces.live.com/PersonalSpa/


postado por: NANDA ROVERE 2:49 AM

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BREVE CURRÍCULO, CONTENDO OS TRABALHOS QUE EU TIVE O PRIVILÉGIO DE PRESTIGIAR:

2006
-O Caixeiro do Riso - Resista Se For Capaz (direção Ílvio Amaral)
-Era Uma Vez Um Rio (direção Lavínia Pannunzio) - Direção de arte, cenografia e figurinos.
-Leonce e Lena de Georg Büchener (direção Gabriel Villela) - Objetos de arte.
-O Retrato de Dorian Gray (direção Débora Dubois) - adereços e tratamento de arte.
-Esperando Godot (direção Gabriel Villela) - Assistência cenografia e figurinos e construção cenográfica.

2005
-Participação do FESTIVAL CHECOV / Teatro PUSHKIN / Moscou / Espetáculo FAUSTO ZERO de Goethe.
-Pólvora e Poesia - Construção de cenário e tratamento de arte (direção Marcio Aurélio/ com Leopoldo Pacheco e Claudio Fontana).

2004
-Ópera Don Carlo (direção Gabriel Villela / Teatro Municipal de São Paulo) - objetos cênicos e adereçamento de figurinos
-Urfaust - Fausto Zero de J. W. Goethe (direção Gabriel Villela) - Cenografia, criação e confecção de objetos cênicos . INDICAÇÃO COMO MELHOR CENOGRAFIA / PRÊMIO SHELL DE TEATRO.

2003
-Auto da Liberdade/Mossoró - Rio Grande do Norte (direção Gabriel Villela) - Assistente de cenografia e criação de adereços. Não assisti, mas vi muitas fotos e ouvi comentários positivos sobre o resultado do projeto.

postado por: NANDA ROVERE 2:49 AM

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TEXTOS DE MINHA AUTORIA SOBRE ALGUNS ESPETÁCULOS:

www.spiner.com.br/JornalSpiner/noticias.php?start_from=75&ucat=&archive=&subaction=&id=&
Leonce e Lena

http://www.spiner.com.br/JornalSpiner/noticias.php?subaction=showfull&id=1159499989&archive=&start_from=&ucat=33&
Era Uma Vez Um Rio

www.spiner.com.br/JornalSpiner/noticias.php?start_from=105&ucat=&archive=&subaction=&id=& Esperando Godot

www.nandaroverecultural.blogger.com.br/2004_06_01_archive.html
Fausto Zero


postado por: NANDA ROVERE 2:34 AM

Comments: Segunda-feira, Novembro 06, 2006



SATYRIANAS 2006

DOMINGO DIA 5 DE NOVEMBRO

Último dia das Satyrianas. Alegria por ter vivido dias de intensa vida cultural e valiosos encontros de amizades, amigos queridos que amam teatro e produzem teatro com muita luta.
Agora é esperar com ansiedade a próxima edição do evento e agradecer a todos que produziram e participaram, atuando ou assistindo.

No início da noite a alegria do teatro de rua, com o grupo Comune. O texto é A Fechadurade Dario Fo.
As pessoas curtiram bastante e mais uma noite de atividades culturais ferveu a Pça...

Finalmente assisti ao espetáculo Risadas Gravadas, do queridíssimo Alberto Guzik.
Teatro em quadrinhos, a linguagem do cinema, surrealismo, humor negro e teatro do absurdo estão presentes nesse trabalho. Risadas gravadas permeiam os diálogos numa lógica associação às séries de comédias americanas (sitcoms).
Uma senhora vai a um psiquiatra com objetivo de vingança, pois ele é amante de seu marido. Aos poucos o público descobre que os personagens são ícones do cinema mudo (Buster Keaton, Charles Chaplin, Oliver Hardy, Groucho Marx, Betty Boop) e segredos vão sendo revelados...
Os atores do grupo Vulcão de Teatro estão bem em cena, com destaque para a atriz Patrícia Leonardelli (Betty Boop).
A peça saiu de cartaz, mas no ano que vem eles pretendem encená-la novamente.

Para finalizar, o Uroborus com o Paschoal da Conceição e Gustavo Machado, completando 78 horas de encenação de um texto teatral. A cada uma hora dois atores entravam em cena lendo o texto de Ai de mim, de Nuno Ramos.

Caçamba:Instalada em frente as Satyros Um, uma caçamba serviu de palco aberto a todos que quisessem apresentar alguma performance. Durante todo o evento ela foi usada por inúmeras pessoas e foi mais ou menos assim: Alguém entrava na caçamba e cantava o ¨hino¨um na caçamba apenas um na caçamba...e logo entrava o segundo e ¨dois na caçamba apenas dois na caçamba¨...e assim até chegar no número de 30,35 pessoas lá dentro, cantando e pulando! Como aquilo não tombou é difícil explicar, mas o fato é que essas ¨intervenções¨ foram divertidas.
Vale dizer no ano passado havia, coincidentemente, uma caçamba em frente aos Satyros e as pessoas começaram a se apresentar por ali...Este ano a sua presença foi ¨oficial¨.

O discurso de encerramento foi cheio de emoção e agradecimentos.
Felizmente as Satyrianas aconteceram e de maneira iluminada, como sempre. Era para ter ocorrido em outubro, mas foi bom esperar mais um pouquinho e, pela primeira vez, ter a oportunidade de conferir uma programação estendida a outros espaços culturais do entorno da Pça e Rua da Consolação. Ter o apoio da Prefeitura foi certamente mais uma importante conquista...

Uma festa no Next, tendo Mário Bortolotto como DJ, rolou animada...¨Marião¨ está sempre na Roosevelt nos bares dos Satyros e no momento apresenta, no Espaço Satyros 2, Kerouac (segundas). ASSIM COMEÇOU A SEGUNDA-FEIRA...

Satyros e Satyrianas, uma união de maravilhas que me fazem gostar cada vez mais de teatro e ter a certeza que ele pode deixar a vida das pessoas um pouco mais interessante!

Sempre que termina me dá um nó na garganta e no peito... ADORO aquilo!!!!!!!!

Que venha as Satyrianas 2007!!!!

No blog do Mario Bortolotto comentários interessantes:
http://atirenodramaturgo.zip.net/


UMA DICA:
http://www.guiateatral.com.br/
O site tem o meu amigo Eduardo Castanhocomo um dos idealizadores. Eduardo é presença freqüente na Pça Roosevelt. Fez com os Satyros Cosmogonia e Kaspar. Além disso, está em cartaz, no Satyros Um (Qua às 21h00), com o espetáculo Medusa de Rayban. A encenação é do grupo Teatro da Curva e o texto do Mário Bortolotto.

postado por: NANDA ROVERE 5:23 AM

Comments: Domingo, Novembro 05, 2006



SÁBADO 4 DE NOVEMBRO

Uma pequena torção me deixou um pouco mais vagarosa para transitar entre os espaços culturais onde as Satyrianas estão acontecendo, mas assim mesmo apoveitei mais um dia de atividades culturais.

Nonada direção e dramaturgia de Pedro Pires e Zernesto Pessoa ¿ Companhia do Feijão
Textos de Machado de Assis, Mário de Andrade e Clarice Lispector são usados para falar sobre a morte.

A Noite Antes da Floresta com Otávio Martins reestreando no Satyros Um, á meia -noite, depois de uma temporada de sucesso (neste mesmo espaço, primeiro semestre de 2006) e da indicação a prêmios para o ator.
Um homem vaga pela noite e conversa com um outro homem (que não aparece em cena). Ele está todo molhado, procura abrigo num quarto de hotel e, sobretudo, alguém que lhe dê atenção.

A solidão o acompanha. Ele já trabalhou, foi ligado a sindicatos, mas resolveu abandonar tudo. Cansou de ser explorado pelos patrões, cansou de ser inferiorizado por ser estrangeiro; nem comer mais ele come.


Depois, mais um passeio pela Pça, encontro com amigos queridos e um espetáculo denominado Augusta, a Rainha Puta, que não me cativou muito, mas valeu a pena. Vale ressaltar que as Satyrianas não têm o objetivo de apresentar trabalhos que agradem a todos, mas , sim, proporcionar a público a oportunidade de assistir, a um custo baixíssimo, produções alternativas em cartaz nos Satyros e em outros espaços paulistanos.

Nesse mesmo momento, o show de boate fervia no Satyros Dois. Tentei dar uma olhada, mas estava cheio demais. Ivam Babral de branca de neve estava estonteante!

Mais um dia foi clareando e a Pça ainda vivia intensamente a energia das Satyrianas, com espetáculos acontecendo e os bares dos Satyros Um e Dois, bem como dos Parlpatões cheio de gente.

E , agora, se preparar para o último dia...e esperar mais uma Satyrianas em 2007....

postado por: NANDA ROVERE 4:58 PM

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SEXTA, 3 DE NOVEMBRO - NOITE

À noite fui á estréia de um espetáculo, cujo o cenário e figurino são assinados pelo competente Marcio Vinicius. Um belo trabalho desse artista.
Depois fomos aos Satyros tentar assistir Filosofia na Alcova, mas já nao havia ingressos. Foi uma pena!

A Pça Roosevelt estava fervendo, a polícia estimou em cerca de 2000 pessoas!

O jeito foi ficar com os amigos conversando, o que não deixa de ser um dos atrativos e uma das propostas do evento (congregar pessoas de diversas ¨tribos¨e proporcionar encontros entre am,antes da arte).

3 da madrugada Primeiro Amor, de Samuel Becket, direção de Georgette Fadel, com Marat Descartes - Marat demonstra sempre muito talento, num monólogo que fala sobre a solidão e a loucura.

6 da manhã, Medusa de Rayban, um texto de Mário Bortolotto montado pelo grupoTeatro da Curva.

E a Pça ainda fervia...



postado por: NANDA ROVERE 4:33 PM

Comments: Sexta-feira, Novembro 03, 2006




SEXTA, 3 DE NOVEMBRO

14:00hs Leitura do texto Juliette de Sade, autoria de Marquês de Sade.
Sade é, como sempre, interessante e polêmico, ao narrar a trajetória libertina de Juliette de Sade.
Interpretando magistralmente a protagonista, a atriz Patrícia Aguille.

Mais uma noite de muitas atividades estão por vir...


postado por: NANDA ROVERE 6:28 PM

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QUINTA 2 DE NOVEMBRO DE 2006

Mais um ano de Satyrianas, mais um ano de uma maratona cansativa, porém deliciosamente cultural.

Até domingo, dia 5 (à meia-noite) espetáculos teatrais, homenagens, shows, leituras dramáticas, intervenções, curtas-metragens etc.

Na quinta tive o privilégio de assistir Inôcência e me encantei com a concepçao da montagem, dirigida por Rodolfo Garcia Vasquez, bem como com a interpretação dos atores e o texto da Déa Loher.

Depois, o espetáculo Borboleta de Sol de Asas Magoadas, com a atriz gaúcha Evelyn Ligocki. Neste trabalho a artista interpreta uma travesti, não caindo em nenhum momento na caricatura. Além disso, o resultado de sua interpretação foi resultado de pesquisas de campo.

Certamente o momento mais especial da noite foi a homenagem ao ator e diretor Zé Celso Martinêz Corrêa, um dos artistas mais importantes na história do nosso teatro.

Zé chegou ao teatro em uma carruagem e ovacionado por admiradores e integrantes do Teatro Oficina. O cortejo, que teve início no Teatro Oficina, percorreu ruas do centro, tendo como destaque a atriz Patrícia Aguille nua num andaluz branco. A festa e a alegria continuaram no Espaço Dois dos Satyros onde a homenagem terminou regada a vinha e a muita cantoria. Homenagem merecida e inesquecível.

Sair dos Satyros ao amanhecer é rotina de quem pretende aproveitar ao máximo o evento.

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SATYRIANAS 2006 - MUITAS ATIVIDADES CULTURAIS, ALIADAS AO ENCONTRO DE PESSOAS LIGADAS ÁS ARTES CÊNICAS

SEMPRE ESPERO AS SATYRIANAS COM MUITA ALEGRIA E, FELIZMENTE, ELA ACONTECEU À TODO VAPOR.

Neste ano ela está contando com o inédito apoio da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e as apresentações acontecem em diversos espaços:
Espaço dos Satyros Um e Dois, Espaço Parlapatões, Next, Companhia do Feijão, Teatro Fábrica São Paulo e Biblioteca Mário de Andrade

Para mais informações:
http://terrasdecabral.zip.net/
http://www.satyros.com.br/principal.asp


Abraço a todos os integrantes dos Satyros por proporcionarem ao paulistano esse maravilhoso evento.


postado por: NANDA ROVERE 6:15 PM


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