NANDA ROVERE CULTURAL
NANDA ROVERE CULTURAL

Valorização da cultura brasileira



Comments: Sexta-feira, Maio 26, 2006



Paulo Betti estréia como diretor de musicais

Paulo Betti é ator, diretor, apresentador, professor e produtor teatral (um dos sócios da Casa da Gávea no Rio de Janeiro).

Paulo cursou a Escola de Arte Dramática - EAD e, em 1975, ajudou a fundar o grupo experimental Pessoal do Victor, dirigido por Celso Nunes. Dois anos depois, teve a sua estréia como diretor teatral em Cerimônia para Um Negro Assassinado, de Fernando Arrabal (agraciado com diversos de revelação de direção).

Na Carreira do Divino, de Carlos Alberto Soffredini ( produzido pelo Pessoal do Victor em 1979), também foi um grande sucesso. Feliz Ano Velho, de Alcides Nogueira e Marcelo Rubens Paiva (1983) o firmou como um dos diretores mais importantes da atualidade. Encantou e emocionou platéias do Brasil e exterior.

Paulo se muda para o Rio de Janeiro e lá conquista mais sucessos como diretor em Assim É...(Se Lhe Parece), de Luigi Pirandello (1985) e O Amigo da Onça, de Chico Caruso (1988). Em 1989, como ator, encena Perversidade Sexual em Chicago e A Fera na Selva (Prêmio Shell de melhor ator).

A partir desse momento, começa a ser conhecido na TV e cinema. Entre os seus principais trabalhos: Ed Mort, de Alain Fresnot, Lamarca, Doida Demais e Guerra de Canudos, de Sergio Rezende (cinema) e Tieta, A Próxima Vítima, Força de Um Desejo, JK (TV).
No momento está viajando com o espetáculo A Canção Brasileira, que estreou no Rio de Janeiro em 95, passou por Sorocaba (cidade natal do artista) e está fazendo uma curta temporada em São Paulo.

A Canção Brasileira é a primeira direção musical de Paulo Betti e leva o palco 14 atores, que contam a trajetória dos ritmos musicais (formadores da nossa música popular), de forma extremamente criativa. O espetáculo, adaptado por Maria Helena Martinez Corrêa (irmã de Luiz Antônio Martinez Corrêa, que estava em fase de produção da peça, quando foi brutalmente assassinado em 1987).

Nesta entrevista, Paulo Betti fala sobre A Canção Brasileira, a emoção de dirigir as filhas (que integram o elenco da montagem), comenta sobre Cafundó ¿ sua primeira direção cinematográfica, seus projetos futuros, entre outros assuntos.

Abaixo, a entrevista com Paulo Betti:
Por Nanda Rovere

Nanda Rovere: Como foi dirigir o seu primeiro musical?
Paulo Betti: Foi uma delicia. Adoro ouvir os atores cantando. Esperar o diretor musical trabalhar, e também o coreógrafo, é a grande diferença de dirigir uma peça dramática. O diretor de musical tem que dividir o trabalho.

NR: A Maria Helena acompanhou o processo de ensaios do espetáculo (dando sugestões) ou deixou em suas mãos todo o processo de criação? Neste sentido, vocês (a equipe) seguiram na íntegra as partituras e o texto?
Paulo: A Maria Helena acompanhou pela internet, sempre atenta a cada pequena mudança que fazíamos no roteiro. Ela nos deu dicas para pesquisas, nos indicou livros, mas tivemos total liberdade. Foi um trabalho em conjunto onde utilizamos muito a internet. Maria Helena é afiada. As vezes eu passava um e-mail as 3 horas da madrugada pra ela falando de uma música. As 10 da manhã ela já respondia, já havia entrado no site do Instituto Moreira Salles, já havia ouvido a canção. Ela é fogo. Seguimos as partituras na integra, mas tivemos que reduzir o numero de instrumentos. O maestro Alexandre Elias fez um trabalho primoroso. Gloria Calvent fez um trabalhão de arranjos vocais também primoroso.

NR: As suas filhas Juliana e Mariana estão na montagem. Como foi dirigi-las? Já tinham trabalhado juntos?
Paulo: Eu já havia trabalhado com a Juliana em Feliz Ano Velho, que dirigi. Foi uma delicia trabalhar com elas. São aplicadas e talentosas. O mais difícil é separar o pai do diretor e produtor.

NR: Você chegou a ver espetáculos do Luiz. Teve os espetáculos dele como inspiração?
Paulo: Vi uns 10 espetáculos do Luiz. O Casamento do Pequeno Burguês, O Percevejo, Theatro Musical Brasileiro I e II, os espetáculos do
Ornitorrinco, sempre fui fã do trabalho dele. Claro que fui influenciado pelos espetáculos que vi, me serviram de inspiração. O espírito bem humorado, o gosto pela pesquisa,o deboche, a influência do Luiz, espero, está presente.

NR: Como foi mergulhar nos ritmos brasileiros? Quais os estilos musicais de sua preferência? Quais os seus cantores(as) e/ou compositores(as) preferidos?
Paulo: Adoro a música popular brasileira, gosto muito dos cantores antigos como Nelson Gonçalves, Orlando Silva, adoro João Gilberto, Dircinha Batista, Ângela Maria, gosto de música caipira da boa. Gosto também dos atuais como Chico, Caetano, Gil, gosto também dos mais novos como Marisa Monte. Sou louco por nossa música. Gosto também dos eruditos como Almeida Prado, Marlos Nobre, Vila Lobos e o Vogeler, que é autor da canção.

NR: Você sempre teve uma forte participação política. A arte possui a função de transformar a realidade?
Paulo: Acho que a arte tem o poder de transformação. O artista é essencial. Veja na história da humanidade, ficaram mais artistas do que políticos. E muitos políticos que ficaram foram nefastos, vide Hitler. A arte resgata o ser humano. Afinal para que viemos para esse mundo?

NR: Você disse que levou a peça pra Sorocaba. Como foi a emoção de levá-la à sua terra natal e a receptividade do público?
Paulo: Procuro levar todos os meus trabalhos para lá. O contato com minha terra, meus amigos de infância, me recarrega, me traz uma energia boa. Não é fácil, é muito cheio de espinhos também, mas é essencial, o saldo é sempre muito bom. Dessa vez fui também a Votorantim e nunca mais vou deixar de ir lá. Foi maravilhoso. Votorantim também é meu grotão querido. Impressionante o trabalho da secretaria de cultura de lá.

NR: Na sua opinião como está o teatro hoje?
Paulo: O povão é o melhor público de teatro, mas ele não tem dinheiro, portanto adoro fazer acordos com secretarias de cultura e oferecer ingressos bem baratos ou de graça. Foi assim em Votorantim, Sorocaba, no Sesi de Sorocaba, e agora no Sesc de São Paulo. Em Sorocaba, no Sesi, fui cumprimentado por pessoas de mãos calejadas, quer melhor resposta? O público burguês é chato. Me incomoda até a mistura de perfumes no teatro

NR: Tem acompanhado os musicais em cartaz?
Paulo: Mais os que estão aqui no Rio. Depois do trabalho do Luiz, temos um boom maravilhoso de espetáculos musicais. Nos últimos tempos vi Braguinha, Geraldo Pereira, Orlando Silva, Cartola, Elis, Mário Lago, Rádio Nacional, vejam quantos musicais estão sendo feitos, é uma retomada cultural muito importante e foi o Luiz que abriu essa porteira.

NR: A Canção Brasileira valoriza a nossa música e no Rio, por ex, têm vários espetáculos que homenageiam artistas de muita importância na música brasileira, como você mesmo citou. Por outro lado, O Fantasma da Ópera faz um enorme sucesso em São Paulo. Qual a sua opinião sobre os musicais estrangeiros que chegam por aqui?
Paulo: Acho muito importante esses musicais estrangeiros também, abre um mercado de trabalho para nossos atores e cantores, mas eu não tenho saco para vê-los nem em Nova Iorque nem em Londres, acho muito chato, tudo parecido,aquele mesmo tipo de dança. Fiquei um ano vendo peças em Nova Iorque em 93. Preferia ver off off Broadway do que ver os musicais. Detestei Os Miseráveis. Mas o público acha que gosta, então tudo bem. Prefiro muito mais os musicais brasileiros. Me divirto, rio, entendo as canções que fazem parte de meu referencial.

NR: Recentemente você lançou o seu primeiro filme. Como foi a experiência?
Paulo: Adorei, vou continuar fazendo. Estarei lançando o Cafundó em setembro, começando por Sorocaba, claro.

NR: Quais seus novos projetos no teatro, TV ou cinema?
Paulo: Estou fazendo o novo filme do Hugo Carvana a partir da próxima semana, chama-se A Casa da Mãe Joana. Logo depois filmo A Grande Família.




Foto de divulgação do livro Na Carreira de um Sonhador, de Teté Ribeiro, que conta a trajetória profissional de Paulo Betti

postado por: NANDA ROVERE 12:34 AM

Comments: Quinta-feira, Maio 25, 2006



A CANÇÃO BRASILEIRA ESTRÉIA NO
SESC SANTANA, DIRIGIDO POR PAULO BETTI E
ADAPTADO POR MARIA HELENA MARTINEZ CORRÊA



Com adaptação de Maria Helena Martinez Corrêa, que desejava montar o texto desde
a morte do seu irmão, o diretor teatral Luiz Antônio Martinez Corrêa, o com o espetáculo A CANÇÃO BRASILEIRA marca a estréia de Paulo Betti na direção de musicais. O projeto reúne 14 atores, entre eles Juliana e Mariana Betti, filhas de Paulo, e o ator Erom Cordeiro, além de três músicos. A peça faz seis apresentações no Teatro do SESC SANTANA, depois de temporada de sucesso no Rio, em 2005.


Com direção de Paulo Betti, a opereta A CANÇÃO BRASILEIRA faz curta temporada no Teatro do SESC SANTANA, de 19 a 28 de maio, sextas e sábados, às 21 horas e domingos, às 19 horas. Pela primeira vez em São Paulo, o espetáculo foi adaptado por Maria Helena Martinez Corrêa, que encontrou um roteiro da montagem na mesa de trabalho do seu irmão, o diretor Luiz Antônio Martinez Corrêa, pouco depois dele ter sido brutalmente assassinado em 1987. Montado pela primeira vez em 1933 (no elenco estavam Vicente Celestino e Gilda de Abreu), o musical, que tem um elenco formado por 14 atores e três músicos, conta a história da música brasileira e seus ritmos.

Antes de morrer, Luiz Antônio já estava escolhendo o elenco para a versão que iria montar do musical escrito por Luis Iglesias e Miguel Santos. Quando Maria Helena Martinez encontrou o material, faltavam as partituras das músicas, compostas por Henrique Vogeler. Esses documentos ficaram desaparecidos até 1994, quando a irmã do diretor foi procurada por French Gomes da Costa, antigo freqüentador do teatro musicado, que assistiu à primeira montagem de A CANÇÃO BRASILEIRA, em 1933, e tinha uma cópia da partitura original. ¿Depois da morte do Luiz Antônio, eu ficava na Praça Tiradentes (Rio de Janeiro), à noite, conversando com as pessoas que andavam por ali sobre os musicais e o teatro brasileiro. Uma vez, comentei que não conseguia achar essas partituras. Até que French apareceu em frente à minha casa e me deu de presente todas as partituras do espetáculo. Considero isso um milagre¿, conta, exultante, Maria Helena Martinez Corrêa.

Luiz Antônio Martinez Corrêa
Quando foi assassinado, em 1987, a carreira de Luiz Antônio Martinez Corrêa como diretor de musicais estava em plena ascensão. O diretor tinha acabado de dirigir a peça Theatro Musical Brazileiro, ao lado de Marshall Netherland. A dupla já tinha planos para a montagem da opereta A CANÇÂO BRASILEIRA. "A contribuição de Luiz Antônio para o teatro musical brasileiro é de extrema importância. Se hoje temos esta qualidade de espetáculos, ele é um dos grandes responsáveis. Esse espetáculo é uma forma de homenageá-lo e relembrar seu trabalho", comenta Paulo Betti.

Anos após a morte de Luiz, em 1994, Paulo Betti dirigia uma remontagem do espetáculo Theatro Musical Brazileiro, num evento em homenagem ao diretor. Foi nessa mesma época que o ator e diretor foi chamado por Maria Helena para dirigir A CANÇÃO BRASILEIRA. ¿Conheço o Paulo Betti há tempos. Ele sempre levava as filhas para assistirem às peças do Luiz Antônio. As meninas, adoravam o trabalho do meu irmão. Quando surgiu a idéia de fazer essa montagem, não consegui imaginar ninguém melhor do que o Paulo para dirigir¿, conta Maria Helena Martinez Corrêa, que comemora o fato de ter Juliana e Mariana Betti no elenco.

Esta é a primeira vez que Paulo Betti dirige um espetáculo musical. ¿Antes, dirigi peças que tinham algumas cenas com música, coreografias, mas não uma opereta como A CANÇÃO BRASILEIRA. Você tem que se organizar para respeitar o tempo do coreógrafo, do diretor musical, do preparador vocal. Às vezes, passo o ensaio inteiro esperando minha vez de dirigir, e aproveito para assistir a equipe sendo trabalhada pelos outros profissionais. É uma delícia! Aprendi muito¿, conta Paulo.

História do samba
A primeira montagem de A CANÇÃO BRASILEIRA aconteceu em 1933, época em que o samba começava a ser mais aceito pela sociedade. Escrito por Luis Iglesias e Miguel Santos, com composições de Henrique Vogeler (autor do primeiro samba-canção, Ai, Iô-Iô), essa primeira versão fez grande sucesso e teve mais de 500 apresentações, um marco para a época.

O elenco é composto por 14 atores: Ana Baird (Valsa, moradora do morro, Midinetti, Cozinheiro, girl), Édio Nunes (Moleque Tamborim), Erom Cordeiro (Couplet e Tango), Flora Borges (Flauta), Guilherme Miranda (Violão), José Mauro Brant (Fado, Tempo, Figurin, Mestre Coco e Boy), Júlia Fajardo (Convidada, Moradora do Morro e Charleston), Juliana Betti (Convidada e Canção), Márcia do Valle (Convidada, Mãe Cuíca, Tesoura-Batucada, Cozinheiro e Boy), Mariana Betti (Pajem, Moradora do Morro, Midinetti, Cozinheiro e Girl), Rodrigo França (Lundu, Morador do morro, Groom, Cozinheiro e Bombo), Thais Gulin (Modinha), Thiago Thomé (Cavaquinho), Wladimir Pinheiro (Convidado e Samba). Para contar a história da música brasileira, o elenco é composto ainda pelos músicos Mariana Carneiro (violoncelo), Roberto Bahal (piano) e Vinícius Carvalho (clarineta).

Tendo como mola propulsora o seqüestro da recém-nascida Canção Brasileira, levada para um morro, os autores propõem um divertido inventário das influências que a "criança" sofreu em seu contato com o Samba, o Tango e o Charleston, entre outros ritmos e instrumentos, todos materializados por atores. Maria Helena diz que sempre gostou do fato dos personagens serem uma humanização de ritmos e instrumentos musicais: ¿Este é um texto muito divertido. É engraçado como os autores souberam transformar música em gente. Um dos meus personagens prediletos é o Tango, com aquele jeito canastrão, com pitadas de cafajeste. Precisei fazer apenas algumas alterações, como trazer a linguagem para os dias de hoje, modernizando-a¿.

Para Roteiro
A CANÇÃO BRASILEIRA - Estréia no dia 19 de maio, sexta-feira, às 21 horas. Direção - Paulo Betti. Texto original - Luis Iglesias e Miguel Santos. Adaptação - Maria Helena Martinez Corrêa. Música - Henrique Vogeler. Direção Musical, Adaptação da Partitura e Arranjo - Alexandre Elias. Elenco ¿ Carol Futuro, Édio Nunes, Erom Cordeiro, Flora Borges, Leandro Muniz, José Mauro Brant, Mariana Betti, Juliana Betti, Márcia do Valle, Germana Guilherme, Rodrigo França, Janaina Azevedo, Thiago Thomé e Wladimir Pinheiro. Músicos ¿ Saulo Vignoli (violoncelo), Roberto Bahal (piano) e Vinícius Carvalho (clarineta). Cenários e Figurinos - Ronald Teixeira. Iluminação - Aurélio de Simoni. Coreografia - Soraya Bastos e Suely Guerra. Diretor de Cena - Gerson Porto. Temporada - De 19 a 28 de maio, sextas e sábados, às 21 horas e domingos, às 19 horas. Ingressos - R$ 10,00; R$ 8,00 (usuário matriculado), 5,00 (estudantes e idosos) e R$ 4,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes). Duração ¿ 120 minutos. Censura ¿ 12 anos.

TEATRO DO SESC SANTANA ¿ Av. Luiz Dumont Villares, 579 ¿ Santana. Fone: (11) 6971-8700. Capacidade do Teatro ¿ 349 lugares. Bilheteria ¿ Em todas as unidades do SESC, de terça a sexta-feira das 13 às 21 horas e sábados, domingos e feriados das 9 às 17 horas. Aceita dinheiro, cheque e cartão de crédito Visa, MasterCard e Amex. Ar condicionado. Acesso para deficientes físicos. Estacionamento no próprio Sesc ¿ R$ 7,00 pelo período de 1 hora + R$1,00 por hora adicional (usuário do SESC com carteirinha paga R$3,50 pelo período de 1 hora + R$0,50 por hora adicional). www.sescsp.org.br

Assessoria de Imprensa
ARTEPLURAL Comunicação
Jornalista responsável - Fernanda Teixeira
MTb-SP: 21.718 - tel. (11) 3885-3671 / 9948-5355
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postado por: NANDA ROVERE 12:00 AM

Comments: Sexta-feira, Maio 12, 2006



Gostaria de compartilhar com todos a minha satisfação em ter estado , neste último fim de semana, na cidade de Bauru/SP e rever o espetáculo Adivinhe Quem Vem Para Rezar, com Paulo Autran e Claudio Fontana

Textos e fotos no links:

http://chananda.fotopages.com/

http://www.spiner.com.br/JornalSpiner/canais/arte_cultura.php?subaction=showfull&id=1147241466&archive=&start_from=&ucat=33&


Agradecimentos:

Renato Chiquitos Produções
http://www.chiquitoproducoes.net/2006/

Best Western Arco Hotel
http://www.arcohotel.com.br/

e restaurante Amigo Hanz

Um abraço especial 'a toda equipe de Adivinhe quem Vem Para Rezar

postado por: NANDA ROVERE 12:12 AM

Comments: Segunda-feira, Maio 08, 2006




ADIVINHE QUEM VEM PARA REZAR EM BAURU

como foi a peça em Bauru

acabei de chegar de Bauru, onde tive o privilegio de estar ao lado de Claudio e de toda a equipe maravilhosa de Adivinhe
O espetáculo está mais dinâmico e claudio cada vez melhor em cena
O público gostou muito. isso eu pude perceber pela reação do público e pelas conversas que eu ouvi hehehe)
ah INGRESSOS ESGOTADOS EM TODAS AS APRESENTAÇÕES

Agradeço ao Renato da Chiquito Produções (e equipe) que me recebeu na cidade

Agradeço ao Claudio por ser esse moço alegre e atencioso (logo publicarei uma materia MUITO ESPECIAL)... :)

Não podia deixar de dizer que conversar com Paulo foi uma grande emoção

TIREI MUITAS FOTOS DE BAURU, MAS A COLOQUEI NO FOTOLOG DO CLAUDINHO



Bate-Papo no Teatro Municipal



No restaurante



Eu e Paulo Autran



Eu e Renato Chiquito da Chiquito Produções


MAIS FOTOS:

http://chananda.fotopages.com/

postado por: NANDA ROVERE 3:30 AM


arquivo