NANDA ROVERE CULTURAL
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Valorização da cultura brasileira



Comments: Domingo, Abril 23, 2006



NÃO DEIXEM DE LER:

O AUTO DO CIRCO

ADIVINHE QUEM VEM PARA REZAR EM BAURU

HOMENAGEM AO ATOR CAMILO BRUNELLI

Artistas do Grupo Galpão participam do filme Vinho de Rosas


postado por: NANDA ROVERE 7:01 AM

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AUTO DO CIRCO











RELEASE

AUTO DO CIRCO DA CIA ESTÁVEL

INICIA TEMPORADA NO CCSP COM

TEXTO DE LUÍS ALBERTO DE ABREU


Para contar a saga da arte nômade, além de usar as técnicas tradicionais de circo, os sete atores da Cia Estável, a diretora Renata Zhaneta e o dramaturgo Luís Alberto de Abreu basearam-se em pesquisas, visitas e entrevistas a famílias circenses. Desses encontros nasceu o texto inédito de O Auto do Circo, de autoria de Luís Alberto de Abreu, que o escreveu especialmente para o grupo. O espetáculo, que iniciará temporada no Cento Cultural São Paulo, foi recentemente apresentado no Festival de teatro de Curitiba.

Depois de abrir a programação da mostra oficial do Festival de Teatro de Curitiba, a Cia Estável começa temporada do espetáculo O Auto do Circo, dirigido por Renata Zhaneta, na Sala Jardel Filho do Centro Cultural São Paulo a partir do dia 4 de abril, terça-feira, às 21 horas. Trata-se de uma oportunidade para o público conhecer o espetáculo que já se apresentou no Teatro Flávio Império, no bairro de Cangaíba, zona leste de São Paulo.

Ao contrário do que o nome do espetáculo pode indicar, a essência da narrativa não fica por conta somente de números ou técnicas circenses, eles funcionam apenas como pano de fundo. O circo está presente principalmente na base de toda a pesquisa de dramaturgia, interpretação e técnica corporal do grupo. A peça leva ao palco uma série de discussões, como preconceitos e as difíceis condições de trabalho do artista. ¿Ao mesmo tempo em que a peça tem essa função, ela conta a história de uma maneira lúdica e com a estética circense¿, conta a diretora Renata Zhaneta.

O espetáculo trata a trajetória do circo no Brasil desde sua chegada, no século 19, até as transformações que sofreu no decorrer do tempo. A história do circo é contada por meio das lembranças de Coscorão, um velho palhaço que se encontra em uma cadeira de rodas, descendente de família circense vinda da Europa. A saga do circo no Brasil é recortada pela história do velho palhaço. Através de suas lembranças, são narrados os números acrobáticos de seu circo, os problemas familiares, as dificuldades da vida nômade de sua família e de seus antepassados. Coscorão sofre perda de memória: seu cérebro tem ¿problemas no arranque¿ e ele narra as recordações que tem do que sua mãe contava.

A família de Coscorão chegou ao Brasil, vinda da Europa, em meados do século 19. O velho palhaço ranzinza e mal-humorado enfeita sua própria história e a conta a um outro palhaço, o Ximbeva, que sempre o acompanha. Além dos dois palhaços, outros personagens completam a história. O cenário, que se assemelha a um picadeiro, e também o figurino são inspirados no circo do século 20. ¿No decorrer da peça, isso sofre algumas modificações, a depender da época em que se passa a narrativa¿, conta a diretora Renata Zhaneta.

Durante a primeira temporada do espetáculo no bairro de Cangaíba, na zona leste de São Paulo, o grupo levou ao teatro Flávio Império um número expressivo de público, visto que, até há pouco tempo, o teatro era um espaço cultural desconhecido e isolado. Na avaliação da jornalista Beth Néspoli, depois de ter acompanhado apresentação da peça no Flávio Império e no Festival de Curitiba, o auto é ¿uma criação poética de artistas talentosos e que conhecem seu métier¿.

O espetáculo, que teve no circo sua fonte de inspiração, surgiu após discussões sobre a necessidade da arte na sociedade e do resgate da memória em nossa cultura. O Auto do Circo é resultado de um trabalho colaborativo com alguns profissionais como a pesquisadora e historiadora Ermínia Silva, que se baseou em suas teses de mestrado e doutorado sobre o circo no Brasil. Ela orientou durante seis meses o processo de formação teórica, tanto da diretora Renata Zhaneta e do autor Luiz Alberto de Abreu como dos atores da Cia Estável.

A pesquisa envolveu visitação e entrevistas com famílias que trabalham em circo. O estudo cênico passou por conceitos da Commedia Dell¿Arte, teatro popular, circo-teatro, melodrama, teatro épico e a linguagem circense, esta última sob a orientação de Marcelo Milan. ¿A cia já havia realizado outros espetáculos utilizando-se de técnicas circenses, mas esta é a primeira vez que tratamos no palco a história do circo¿, conta a atriz Maria Dressler.

Sobre a Cia Estável:

Criada em 1998, na Fundação das Artes de São Caetano do Sul, no ABC paulista, a Cia Estável conta atualmente com 7 atores. Em 2000 esteve no Teatro Municipal Flávio Império em Cangaíba, Zona Leste de São Paulo, com o projeto "Amigos da Multidão", que visou ativar um espaço cultural que estava abandonado e selar um compromisso com a região em relação à arte. Em 2002 é contemplada com o "Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo" com o projeto de continuidade no Teatro Flávio Império. Em 2004 monta o espetáculo infantil Incrível Viagem, com direção de Renata Zhaneta. Este espetáculo fez parte do Projeto ¿Formação de Público¿ da Secretaria Municipal de Cultura no ano de 2003. Em fevereiro do mesmo ano participa da "Mostra São Paulo", no Teatro Municipal de São Paulo, com a peça Flávio Império- Uma celebração da vida. Em 2004 estreou com O Auto do Circo no Flávio Império, onde permaneceu em cartaz por 4 meses.

Para roteiro
O AUTO DO CIRCO. Estréia dia 4 de abril, terça-feira ás 21 horas, na sala Jardel Filho. Temporada ¿ Terça a quinta, ás 21 horas, em cartaz até 4 de maio. Autor ¿ Luis Alberto de Abreu. Direção ¿ Renata Zhaneta. Elenco ¿ Cia Estável. Direção Circense ¿ Marcelo Milan. Direção Musical ¿ Reinaldo Ramos. Cenário ¿ Luís Rossi. Figurino ¿ Rita Benitez. Iluminação ¿ Erike Busoni. Censura ¿ Recomendado a partir de 12 anos. Duração ¿ 110 minutos. Gênero ¿ Comédia. Ingressos ¿ R$12,00 (com meia entrada)

CENTRO CULTURAL SÃO PAULO ¿ Sala Jardel Filho ¿ Rua Vergueiro, 1000 ¿ Paraíso (Próximo ao Metrô Vergueiro). Telefone 3277-3611/ Ramal - 221. Capacidade - 324 lugares. http://www.centrocultural.sp.gov.br

Assessoria de Imprensa
Arteplural Comunicação - arteplural@uol.com.br

Jornalista responsável - Fernanda Teixeira

MTb-SP: 21.718 - tel. (11) 3885-3671 / 9948-5355

www.artepluralweb.com.br





postado por: NANDA ROVERE 6:55 AM

Comments: Terça-feira, Abril 18, 2006



Depois de temporadas de sucesso em São Paulo e Rio de janeiro e passagem por cidades como Niterói, Ipatinga, Belo Horizonte, Brasília, Ribeirão Preto, Araraquara, Santos, Americana, Piracicaba, Campinas, Sorocaba, etc, o espetáculo Adivinhe Quem Vem Para Rezar chega a Bauru/SP.
Adivinhe é um feliz encontro entre os atores Paulo Autran e Claudio Fontana, intensos nos seus respectivos personagens e um marco na carreira de ambos.
Paulo Autran representa três personagens: um suposto amante, um pai de família e um padre.
Num primeiro momento, o personagem de Claudio Fontana está no velório do seu pai. Lá, encontra com o homem (Paulo Autran) que acredita ser amante de sua mãe e os dois mantêm um diálogo que beira o melodrama, cheio de amargura. Num segundo momento, esse mesmo rapaz se vê diante do seu pai, e o velório é do homem com quem acabara de conversar.
A conversa entre pai e filho (difícil, mas cheia de amor), nos revela interessantes surpresas.
As apresentações serão no Teatro Municipal e a produção local é de Renato Chiquito, responsável pela Chiquito Produções que tem levado para a cidade espetáculos de sucesso como Os Executivos (Grupo Tapa), Pólvora e Poesia (com a atuação de Cláudio Fontana), Triunfo Silencioso (Herson Capri e Edwin Luisi), A.M.I.G.A.S (Bianca Castanho, Cacau Mello, Duda Ribeiro), Água Viva (com Suzana Vieira, que acabou de passar pela cidade), entre outros.
Para saber mais sobre a Chiquito Produções e a programação teatral de Bauru, visitem:
http://www.chiquitoproducoes.net/2006/


Serviço:
5, 6 e 7 Teatro Municipal de Bauru
Av. Nações Unidas, 8-9 - Centro
Informações: (14) 3235-1072
Vendas a partir de 20 de abril
No www.meuingresso.com (até dia 2 de maio) ou na bilheteria do teatro, das 13h ¿as 18h
5 de maio, sexta, 21:00hs ¿ 40,00 com meia entrada (20,00)
6 de maio, sábado, 21:00hs ¿ 50 com meia entrada (25,00)
7 de maio, domingo, 20:00hs ¿ 45,00 com meia entrada (22,50)

VALE A PENA CONFERIR!
ASSISTAM OU DIVULGUEM !

No http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1676503 tem mais datas de apresentações em outras cidades.




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postado por: NANDA ROVERE 11:51 PM

Comments: Sábado, Abril 15, 2006



HOMENAGEM AO ATOR CAMILO BRUNELLI





Conheci Camilo em Paraty, na Mostra de Teatro de Rua, quando ele se apresentou por lá com o espetáculo Ai meu Deus, me Dá um Trocadinho Aí?? (grupo Teatro de Epifanias).
Semana passada tive o imenso prazer em revê-lo no interessantíssimo Miserê Bandalha (Camilo agora é integrante da Cia Bendita Trupe).
Seu talento e carisma me conquistaram e eu espero assistir a todos os seus trabalhos.
Além de atuar, Camilo é professor e já assinou a operação de luz e fotos (para divulgação) de diversas montagens.
Não percam Misere Bandalha, em cartaz até o fim de abril no Teatro João Caetano.
Quem conhece o Camilo sabe o quanto ele é especial. Quem não conhece certamente gostará muito de vê-lo em cena.

Ir ao João Caetano, ao lado dos meus queridos amigos Lell Trevisan e Mara Carvalho (que, assim como eu, adoraram a peça) foi um delicioso passeio.


Breve currículo do ator:

Ai meu Deus, me Dá um Trocadinho Aí?? (rua)
Grupo: Teatro de Epifanias (ator e sonoplasta)

Amazônica
Direção: Kleber Montanheiro (ator)

Enquanto Não Fazemos Novela (ator)

Projeto Harmonia na Diversidade - Arena Canta Chico Mendes - espetáculo Chico Mendes e o Encantado (ator)

Ato Sem História (ator)
Ágora Livre Dramaturgias Mostra

Alzira Power (Operação de Luz)

Um Lugar Perfeito
Direção Geral: Marco Antônio Braz (fotos)

Uma Praiazinha de Areia Bem Clara, Ali, na Beira da Sanga (Fotos)


Ministrou, pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, a oficina Laboratório de Criação Dramatúrgica ¿ escrevendo para espaços não convencional (núcleo teatro de rua)

Leitura do texto No Money, No Time, No Nada, de Juca Rodrigues, sob a direção de Johana Albuquerque - Projeto Nova Dramaturgia: Royal Court Theatre 2004 (ator)


postado por: NANDA ROVERE 11:45 PM

Comments: Quarta-feira, Abril 12, 2006



Artistas do Grupo Galpão participam do filme Vinho de Rosas
Texto elaborado para o www.spiner.com.br

Quem admira o Grupo Galpão e se encanta pelos espetáculos interessantes encenados por essa companhia mineira, tem agora a oportunidade de ver alguns de seus integrantes no cinema, integrando o elenco do longa Vinho de Rosas, da cineasta mineira Elza Cataldo (proprietária do Usina Unibanco de Cinema em Belo Horizonte).
Fernanda Viana, Inês Peixoto, Teuda Bara e Eduardo Moreira interpretam, respectivamente, Antônia, Marília de Dirceu, Irmã Arcanja e Advogado. Atores de grande experiência nos palcos, que agora têm a interessante oportunidade de atuar no cinema.
O filme conta a história de Joaquina do Espírito Santo Xavier, filha natural de Tiradentes (líder da Inconfidência Mineira). Joaquina vive num convento de freira desde os três anos de idade e só descobre o seu parentesco com Tiradentes ao completar dezoito anos.
Após a descoberta, Joaquina foge do convento e vai para Vila Rica. O seu único trunfo, que pode a ajudar na sobrevivência fora do convento, é o conhecimento da receita para a fabricação do vinho de rosas, o qual as freiras a ensinaram preparar.
Em Vila Rica, entra em contato com as mulheres que viveram com os inconfidentes e vai revelando o que aconteceu com mesmas após o termino do movimento.
Segundo os idealizadores do projeto, Vinho de Rosas é um retrato lírico e poético do barroco mineiro e de uma época histórica, apresentado pela primeira vez sob o ponto de vista das mulheres. Um olhar feminino sobre a Inconfidência Mineira.
Existem poucos indícios sobre Joaquina. Ficção e realidade se misturam nesse romance, resultado de sete anos de pesquisas.
Ainda não conferi o filme, mas pretendo assisti-lo o mais rápido possível. Chama a atenção o elenco formado por atores praticamente iniciantes no cinema e desconhecidos do público, mas que possuem um talento ímpar.
Acompanhar a trajetória do Galpão no teatro é um privilégio e certamente a participação dos atores em Vinho de Rosas será marcante. Vale a pena ressaltar que a equipe técnica, formada por artistas mineiros, tem além do Grupo Galpão, a participação de Pedro Paulo Cava (ator e diretor), Maurício Tizumba (ator e músico), Caxi Rajão (compositor da trilha ), entre outros.
Um trabalho muito proveitoso para professores de história, mas que chamará a atenção de todos que se interessam pela História do Brasil.

O vinho de rosas pode ser encontrado no Convento de Macaúbas, em Santa Luzia,a 25 km de Belo Horizonte (MG).


Para saber mais:
http://www.vinhoderosas.com/


Vinho de Rosas entrará em cartaz dia 21 de Abril no cinema Reserva Cultural na Av. Paulista 900 Térreo Baixo - Bela Vista. São Paulo/SP.

Em Belo Horizonte em cartaz no Usina 2
Rua Aimorés, 2.424 - Santo Agostinho
Telefone: (031) 3337-5566
Preço: De sexta a domingo e feriados - R$12; Segundas, terças e quintas - R$10 e quarta-feira - R$8.
Os preços são das entradas inteiras, segundo informação dos próprios exibidores.
Horários: 15, 17, 19 e 21 horas.



A atriz Inês Peixoto está em detaque (esquerda)





Estou ajudando a Inês Peixoto a divulgar o filme - e recomendo, pois acompanho a carreira da Inês (bem como todos os atores do Galpão) e de Pedro Paulo Cava e Tizumba.


E NÃO DEIXEM DE LER LOGO ABAIXO TEXTO SOBRE UM HOMEM É UM HOMEM DO GALPÃO.
Serviço:
Um Homem é Um Homem
Teatro SESC Anchieta - Rua Dr. Vila Nova, 245. São Paulo/SP
Tel:(11) 3234-3000
Temporada: de 24 de março a 23 de abril
Às quintas, sextas e aos sábados, às 21h; aos domingos, às 19h.
Ingressos à venda no CineSESC e demais unidades da capital.

postado por: NANDA ROVERE 1:03 AM


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