Valorização da cultura brasileira
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Domingo, Agosto 28, 2005
Sossego e Turbulência no Coração de Hortência
A montagem faz parte do projeto Teatro nas Universidades e pretende estimular jovens estudantes a freqüentar teatro.
Conta a história de uma jovem chamada Hortência em duas épocas: metade final do século XIX e no século XXI. Nos dois momentos é uma mulher em busca o respeito perante ¿a sociedade. Nos dias de hoje ela é universitária, procura ajudar a sua mãe, que se encontra em dificuldades financeiras, e está pesquisando o século XIX para a elaboração de uma tese.
Foi legal ter ido ¿a pré-estréia do espetáculo. Acompanho a carreira da Denise Del Vecchio e vê-la no palco é sempre um prazer, Denise esbanja talento e beleza. Conheci mais um pouco o trabalho do André Frateschi, que mostrou um pouco do seu ¨lado¨cantor/compositor. Maria Manoella está bem em cena. Também vi, pela primeira vez no teatro, a Vanessa Goulartt.
O uso de praticáveis, para delimitar espaços distintos, é interessante. É um conceito cenográfico que eu já vi no teatro, mas ele funciona bem para nos situar nas duas épocas em que as ações ocorrem.
A trilha sonora e a luz também contribuem para valorizar os momentos distintos da montagem.
Em alguns momentos, o texto é um pouco didático, mas isso, segundo o autor,foi uma opção consciente: ¨o texto assume, propositalmente, um tom panfletário, um grito de revolta contra tantas taxações". (www.universia.com.br/materia/imprimir.jsp?id=8169)
O objetivo do projeto é suscitar discussões. Se as questões propostas nos debates, que acontecem após as apresentações, forem bem formuladas, o espetáculo certamente será uma interessante fonte de conversas sobre assuntos como altos impostos, desenvolvimento econômico e desemprego.
O nosso desenvolvimento econômico, por ex, pode ser abordado através do personagem Antônio Proost Rodovalho. Ele foi um dos grandes responsáveis pelo desenvolvimento da indústria em São Paulo no XIX e, na peça, incentiva Hortência a ingressar na carreira de escritora.
Sossego e Turbulência está sendo apresentada em diversas universidades paulistanas e, segundo a Denise, está tendo uma ótima receptividade. Isso é muito bom, pois a beleza do teatro está em unir diversão e reflexão. Além disso, as pessoas estão muito acostumadas a ver atores como a Denise na TV e essa montagem, é uma interessante oportunidade para se conhecer, no palco, o trabalho de uma atriz que tem uma trajetória profissional de respeito.
Assistam! E o melhor, é gratuito!
Ficha Técnica
Sossego e Turbulência no Coração de Hortência
Texto: José Antonio de Souza
Encenação: Márcio Aurélio
Elenco: Denise Del Vecchio, Renato Scarpin, Maria Manoella, André Frateschi, Vanessa Goulartt, Marco Barreto, Olívia Araújo e Plínio Soares.
Mediador dos Debates/Supervisão de Projeto: Tadeu Di Pyetro
Cenografia e Figurinos: Márcio Aurélio
Trilha Original: André Frateschi
Direção de Produção: Paulo Goulart Filho
Produção executiva: Mário Sílvio
Cronograma de apresentações nas universidades (agosto a setembro):
29 e 30/08 UNIBAN - UNIVERSIDADE BANDEIRANTES DE SP
Rua: Maria Cândida, 1813 - Vila Guilherme - Tel: 6967.9014
31/08 UNINOVE - CENTRO UNIV. NOVE DE JULHO
Rua Guaranesia, 425 - Vila Maria - Tel: 6633.9187 / 6633.9191
01/09 UNINOVE - CENTRO UNIV. NOVE DE JULHO
Rua Guaranesia, 425 - Vila Maria - Tel: 6633.9187 / 6633.9191
Fonte: Lide Soluções Integradas em Comunicação
¨Para mim, teatro era forma de agir no mundo, de transformar o ser humano. Continuo pensando que a arte tem esse poder, mas não da forma maniqueísta que eu acreditava naquela época(1970).¨
Denise Del Vecchio
http://chat01.terra.com.br:9781/denisedelvecchio.htm?
Visitem:
www.obrilhonaarte.blogger.com.br (blog em homenagem ¿a Denise)
Sossego e Turbulência
Divulgação
Sossego e Turbulência
Divulgação
postado por: NANDA ROVERE 11:52 PM
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Sábado, Agosto 27, 2005
O CANTOR E COMPOSITOR ANTHONIO VAI RECEPCIONAR GILBERTO GIL EM DIVINÓPOLIS
.
ANTHONIO É UM TALENTO DE ARTISTA DEMAIS DA CONTA.
É PROFESSOR DA BABAYA ESCOLA DE CANTO E ESTÁ DIVULGANDO O SEU CD DENOMINADO CADOMBE SYSTEM
ESSE MENINO É SORTUDO PRA CARAMBA. PARTICIPOU DO SHOW TAMBORES DE MINA AO LADO DO MILTON NSCIMENTO E POR ESSES DIAS FOI CONVIDADO A RECEPCIONAR O GIL (GILBERTO GIL) EM DIVINÓPOLIS, SUA CIDADE NATAL!
NÃO PODIA DEIXAR DE EXPRESSAR A MINHA ALEGRIA PORQUE ADMIRO MUITO O TRABALHO DESSE ARTISTA, POIS ELE VALORIZA E DIVULGA A NOSSA CULTURA POPULAR ATRAVES DE SUAS MÚSICAS. ESSE CONVITE DEMOSTRA QUE O SEU TALENTO É RECONHECIDO PELÕS MORADORES DE SUA CIDADE NATAL.
show em BH
ALGUMAS MATÉRIAS SOBRE ANTHONIO
NANDA ROVERE CULTURAL
Intitulado Candombe System, a obra passeia pelo mundo eletrônico, mas sem deixar
de lado as nossas tradições culturais eo lado romântico já preente no CD ...
www.nandaroverecultural.blogger.com.br/ 2005_04_01_archive.html
www.ufmg.br/festival/noticias/arquivo/001924.html
www.otempo.com.br/fimdesemana/ lerMateria/?idMateria=4877
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1859781COMUNIDADE NO ORKUT
e mais:
http://www.hojeemdia.com.br/sec/hoje.cgi?funcao=L&codigo=c004&data=0827&anopesq=2005
Belo Horizonte, MG, Brasil, Sábado 27/08/2005
reportagem logo abaixo 23:44
26/8/2005 apagar
Nanda: O cantor e compositor Anthonio foi convidado pela Secretaria de Cultura de Divinópolis, sua cidade natal, a recepcionar musicalmente o Ministro de Estado da Cultura, Gilberto Gil, em sua visita oficial à cidade do interior mineiro. O evento acontece amanhã, por ocasião das festividades do Reinado e concederá ao Ministro a coroa de Rei Congo.
Na programação, que acontece de 12 horas às 20h30, consta um almoço com a presença de uma guarda de Moçambique e dos presidentes das 17 Irmandades do Reinado de Divinópolis, uma concentração de reinadeiros, o cortejo com as imagens de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito e o ritual de libertação dos escravos e coroação dos reis congos.
Com apresentação prevista para as 16 horas, Anthonio mostrará as seguintes composições: 'Pode Ser' (Anthonio), 'Aquarela do Brasil' (Ary Barroso) e 'Santo Reis' (domínio público). As músicas trazem os ritmos da Guarda de Congo Verde e Amarelo, da qual o intérprete participa, e também dos Tambores de Minas
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ministro Gilberto Gil será recepcionado pelo cantor Anthonio durante visita a Divinópolis
22/8/2005 18:01:43
O cantor e compositor Anthonio é convidado a recepcionar o ministro Gilberto Gil, em visita a Divinópolis-MG
natural de Divinópolis-MG, Anthonio une em sua arte a tradição do Congado à atualidade no contexto musical universal
O cantor e compositor Anthonio foi convidado pela Secretaria de Cultura de Divinópolis- MG, sua cidade natal, a recepcionar musicalmente o Ministro de Estado da Cultura, Gilberto Gil, em sua visita oficial à cidade do interior mineiro. O evento acontece no dia 28 de agosto, domingo, por ocasião das festividades do Reinado e concederá ao Ministro Gil a coroa de Rei Congo. Na programação que acontece de 12h às 20h30, almoço com a presença de uma guarda de Moçambique e dos presidentes das 17 Irmandades do Reinado de Divinópolis; concentração de reinadeiros, cortejo com as imagens de N. S. Rosário e São Benedito, ritual de libertação dos escravos e coroação dos reis congos.
Com apresentação prevista para as 16h, Anthonio cantará para o Ministro, destacam-se as composições: Pode Ser (Anthonio); Aquarela do Brasil (Ary Barroso)/ Santo Reis (Dominio Publico). As músicas trazem os ritmos da Guarda Verde e Amarelo de Congo, da qual o intérprete participa e também dos Tambores de Minas.
A escolha de Anthonio expressa a valorização de registros do artista, observando a transposição da arte popular regional para o contexto da musica contemporânea ¿ releituras da expressão marcante da cultura escrava, o Congado - o profano e o religioso; o sofrimento escravo impresso no ritmo da dança e musica. Na trajetória do músico divinopolitano, um repertório variado que consta de referências urbanas, guardas de congado, suingue, música eletrônica, ligando uma sonoridade ancestral a uma linguagem contemporânea e bem brasileira.
Anthonio:
Para revelar seu talento ao Brasil, Anthonio optou por ser fiel às suas raízes, sem perder, no entanto, a perspectiva do futuro e do novo. Reuniu um repertório instigante em seu primeiro cd solo "Anthonio", composto por canções produzidas em Minas por artistas de várias gerações. Em parcerias inéditas com Milton Nascimento, Fernando Brant, Chico Amaral, Bê Sant¿Anna, Renato Saldanha, Makely Ka, Dj. Menorah, Ruben di Souza, Anthonio dá um novo tom à música das Gerais. Cantor, compositor, congadeiro, professor de técnica vocal, Anthonio tem um curriculum eclético que inclui experiências como pintor, ator, diretor, formação em musicoterapia, percussão, violão, dança e consciência corporal. Sendo assim, o caminho para a sua profissionalização se deu naturalmente. Apresentou-se no III Encontro das Américas no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte. Gravou um clipe veiculado na MTV, com a música Do Rosário, uma parceria com Milton Nascimento. Participou do videoclipe premiado de "Customização da Moda em Festas Populares" e do videodocumentário "No meio do caminho", lançado no Projeto Curta Minas, ambos dirigido por André Bechelane e Danielle Pasqualini. Presente no Festival Minas Cult, Anthonio apresentou-se ao lado de Marcelo Brant e sua Guarda de Congado ¿ Divinópolis, no cortejo Caminho de todos os Santos. Entre varias gravações fonográficas destaca-se sua participação nos cds Chico Rei uma dança - Dirigida por Geraldo Vianna e no cd O Velho Chico - dirigido por Marcus Viana. Participou cantando na Festa Gentileza, que é a maior festa de rua de BH, em 2002 com o Bloco de Percussão do Tambolelê e em 2003 participou após Mike Parsons, um dos melhores dj e produtores do tech house inglês, ao lado de Humberto Seu Cabelo e Dj. Menorah, antecedendo Dj Anderson Noise. Destacam-se ainda vários trabalhos como solista, entre eles: Tambores de Minas por Gabriel Vilela e Milton Nascimento, Trilhos por João das Neves e Gilvan de Oliveira, a Rosa do Povo e O viajante por Túlio Mourão, A fogueira do divino por Tavinho Moura e Fernando Brant e A Missa dos quilombos. Representou o Brasil no Festival do Caribe em Cuba, no Encontro Mundial de Jovens realizado em Roma, Mostra Internacional de Teatro em Valongo - Portugal, e em 16 de abril deste ano, no ginásio Ibirapuera ¿ SP, teve sua apresentação no Familyfest transmitida via satélite pela TV RAI ¿ Itália, para todo o mundo. Anthonio já se apresentou ao lado de Elza Soares, Milton Nascimento, Babaya, entre outros. No final de 2004, Anthonio lançou seu novo álbum "Candombe System", mesclando tambores e música eletrônica e agora dá um novo salto com o lançamento de sua turnê em 2005. O espetáculo proposto é ousado: Após sua experiência como solista no espetáculo cênico musical "A Missa dos Quilombos" (Milton Nascimento, D. Pedro Casaldáliga, Pedro Tierra), onde estavam presentes temas como: - O trabalho escravo infantil, - A classe operária, - A história da raça negra, - Os Sem Terra - A mulher como força de transformação social; e a partir de sua convivência com os catadores de papel da Asmare BH, e atores do Grupo do Beco do aglomerado de Santa Lúcia BH, espaços nos quais desenvolveu trabalhos como preparador vocal, Anthonio buscou na concepção deste novo trabalho, um olhar amplo e totalmente vinculado ao cotidiano. O ciclo se completou e Anthonio está apresentando seu novo espetáculo, produto de sua evolução e amadurecimento artístico. O objetivo atual é a continuidade da turnê do Show Candombe System - realizada com os benefícios da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de MG, com o patrocínio da Telemig Celular, turnê que tem como percurso, BH, cidades do interior de Minas, SP, RJ, e possível apresentação no terceiro encontro mundial dos jovens na Alemanha.
Assessoria de imprensa: Márcia Francisco ¿ (0zx310 33345956/ (031) 9765 5956
(fonte: Márcia Francisco, email de 22.08.05)
postado por: NANDA ROVERE 7:13 PM
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Sexta-feira, Agosto 19, 2005
ADIVINHE QUEM VEM PARA REZAR ALIA DIVERSÃO E REFLEXÃO
Tive o privilégio de prestigiar a estréia, dia 11 de agosto, de uma montagem emocionante.
Comédia e drama se unem num texto de muita sensibilidade. É a estréia do jornalista Dib Carneiro Neto como autor, e ele demonstra ter futuro promissor na área.
Paulo Autran representa três personagens: um suposto amante, um pai de família e um padre.
Num primeiro momento, o personagem de
Claudio Fontana está no velório do seu pai. Lá, encontra com o homem (Paulo Autran) que acredita ser amante de sua mãe e os dois mantêm um diálogo que beira o melodrama, cheio de amargura. Num segundo momento, esse mesmo rapaz se vê diante do seu pai, e o velório é do homem com quem acabara de conversar.
A conversa entre pai e filho (difícil, mas cheia de amor), nos revela interessantes surpresas. Por medo de desestruturar a sua família, o rapaz levou dúvidas da infância para a maturidade e isso sempre o atormentou. Se ele tivesse conversado com o seu pai, não tivesse adiado, tudo poderia ter sido diferente.
Nos fica a dúvida: o velório é de quem? Ele pode ser de qualquer um dos dois ou tudo que vemos em cena pode ser somente um delírio do rapaz.
A direção de Elias Andreato merece elogios e valoriza a dramaticidade do texto.
Adivinhe Quem Vem Para Rezar possui o mérito de ser encenado por dois atores que merecem muito respeito e se encontram pela primeira vez no palco; Paulo Autran, pela sua importância dentro da história do nosso teatro e, obviamente, pelo seu talento (em alguns segundos passa magistralmente de um personagem a outro, sem mudar o figurino,nem a maquiagem;
Claudio Fontana, por toda a sua trajetória profissional, carisma e também muito talento. Vale ressaltar que os dois atores estão bastante entrosados em cena.
Claudio é um ator que admiro muito e cuja carreira acompanho desde o início. Sem desmerecer os seus outros trabalhos ¿ os quais apreciei muito ¿ em Pólvora e Poesia (em cartaz em São Paulo de abril a junho deste ano) e, agora em
¨Adivinhe¨, mostra uma imensa maturidade como ator.
Cenário, trilha sonora e figurino contribuem para a valorização da ação dramática.
O cenário é simples e a luz, em vários momentos, engrandece muito o cenário. Ele nos leva a um espaço não muito definido. Pode ser uma igreja, mas pode ser outro lugar. O que nos faz crer que os velórios podem ser apenas imaginação do rapaz!
Com relação ¿a trilha, destaque para a música do início da apresentação. Ela é interpretada por Celine Imbert e nos coloca no clima amargurado do personagem de
Claudio.
Adivinhe Quem Vem Para Rezar é uma montagem de qualidade. Provoca reflexão e nos mostra que o diálogo é sempre necessário para se manter um bom relacionamento com as pessoas que nos cercam.
Na estréia os atores foram muito aplaudidos e deu para perceber, nas conversas durante o coquetel oferecido aos convidados, que o público apreciou bastante.
Certamente não faltarão críticas sobre o espetáculo, mas não poderia deixar de expressar a minha opinião e admiração por esse projeto teatral, que merece muito sucesso e casa lotada.
Divulgação
"Às vezes a gente não conversa com o pai, ou não conversa com a mãe e leva dúvidas para a adolescência e para a maturidade. Depois não tem coragem de conversar. Não só em relações familiares, mas também nas relações marido e mulher. Acho que essa peça me ensina isso. Não deixe para quinta-feira uma conversa importante. Converse hoje. Acho que isso vai fazer as pessoas tão melhores"
Claudio Fontana em entrevista para a imprensa.
http://cultura.dgabc.com.br/materia.asp?materia=486066
elenco:
Claudio Fontana e Paulo Autran
direção de Elias Andreato
autor: Dib Carneiro Neto
trilha original composta por George Freire e Matias Capovilla
cenografia de Ulisses Cohn,
figurinos de Cássio Brasil
iluminação de Wagner Freire
Adivinhe Quem Vem para Rezar - De Dib Carneiro Neto. Dir. Elias Andreato. 90 min. 12 anos. Teatro Procópio Ferreira (671 lug.). R. Augusta, 2.823, 3083- 4475. 5.ª e 6.ª, 21h30; sáb., 21h; dom. 19h. R$ 60 (5.ª e 6.ª); R$ 70 (dom.) e R$ 80 (sáb.). Até 18/12.
http://www.teatroprocopioferreira.com/index.htm
Diálogos primorosos com um envolvente acerto de contas.
Gabriel Villela
Estou profundamente impressionado: a carpintaria perfeita; a economia do que é dito, deixando muito mais espaço para o pensado; a emoção sutil que embala essas balas trocadas...
Alcides Nogueira
postado por: NANDA ROVERE 11:08 PM
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A estréia:
Estar na estréia de Adivinhe quem vem para rezar foi uma emoção enorme.
Me senti lisonjeada por ter sido convidada a compartilhar com Claudinho e Paulo um momento tão lindo da trajetória desses atores especiais.
Quinta, quando sentei na cadeira do teatro, meu coração estava batendo forte. Estava torcendo muito para que desse tudo certo. Tinha certeza que seria um sucesso e felizmente foi.
E pra terminar, a noite foi fechada com um coquetel, onde eu encontrei pessoas queridas (Léo Diniz, Gabriel Villela, Ando Camargo, Leona Cavalli, Helô Cintra, Daniel Maia, Sergio Roveri, Michel Fernandes, Valcazaras, Barbara Paz,Jarbas Capusso Filho).
Para reportagem que eu escrevi acessar:
www.nandaroverecultural.blogger.com.br
Para ver fotos e reportagens que saíram em jornais e revistas:
www.claudiofontana.blogger.com.br
chananda.fotopages.com
No Orkut:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1676503
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=4155320
Olha eu bem atrás do Paulo Autran!
dirce.globo.com/Dirce/canal/0,6993,IB6187-699,00.html
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Claudio Fontana
Com diversos espetáculos pontuando sua carreira, Claudio Fontana saltou aos olhos do grande público em Deus nos Acuda, sucesso de 1992. Graduou-se em Economia e Administração de Empresas pela FEA-USP, mas seu ímpeto pelas artes cênicas falou mais alto. Iniciou sua carreira como ator no grupo de Teatro Amador do Esporte Clube Pinheiros, em São Paulo, em 1984, sob a direção de Silnei Siqueira, Odair Gorga e Gabriel Villela. Nos palcos, encontrou sua realização profissional encenando diversos espetáculos, entre os quais: Vem Buscar-me que Ainda sou Teu, de C. Soffredini; A Guerra Santa, de Luís Alberto Abreu; Mary Stuart, de Frierich Schiller; Pérola, de Mauro Rasi; Camila Baker, comédia musical de Emílio Boechat; Replay, de Max Miller; Feliz Ano Velho, de Alcides Nogueira; Pólvora e Poesia, também de Alcides Nogueira. Em 1991, foi contemplado com o prêmio APETESP de Ator Revelação, por Vem buscar-me que ainda sou teu.
Sua experiência na televisão inclui a apresentação e locução do Globo Ecologia. A partir de 1992, começa a atuar em novelas e minisséries como: Deus nos Acuda, Sílvio de Abreu, TV Globo; Fera Ferida, Aguinaldo Silva, TV Globo; As Pupilas do Sr. Reitor, SBT; A Pequena Travessa, SBT; Um só Coração, Maria Adelaide Amaral e A. Nogueira, TV Globo; Seus Olhos, SBT; entre outras, e, atualmente, atua em América, de Glória Perez, pela TV Globo. No cinema, protagonizou Zico, o Filme, de Elizeu Ewald e I Hate SP, de Dardo Toledo Barros. O talento de Cláudio vai além da atuação nos palcos, fora dos holofotes, produzindo peças teatrais desde 1996: Uma Coisa Muito Louca, Pólvora e Poesia, A Ponte e a Água de Piscina, e, agora, Adivinhe Quem Vem Para Rezar; espetáculo que contará com a sua multifacetada veia artística como ator e produtor.
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Paulo Autran
Em 55 anos de carreira, nos quais encenou mais de 90 espetáculos, sem contar trabalhos para TV e cinema, Paulo Autran tornou-se um dos maiores atores brasileiros em todos os tempos. Formado pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da USP, Autran acertadamente largou a advocacia.
Possuidor de um talento raro, muitas de suas interpretações marcaram a história do teatro brasileiro. Nasceu em 1922, no Rio de Janeiro. Estreou no teatro em 1949, trabalhou no TBC e, em 1955, juntamente com Adolfo Celi e Tônia Carrero, formou sua própria companhia. Em todos estes anos, nenhum outro ator brasileiro montou repertório semelhante ao dele, que conta com interpretações de clássicos de Brecht, Pirandello, Sófocles, Molière, Oduvaldo Vianna Filho, entre outros. Última empreitada de Paulo Autran no teatro, a peça Visitando o Sr. Green há quase cinco anos é sucesso absoluto de público e crítica. Desde maio de 2000, o espetáculo foi visto por mais de 150 mil pessoas, rendendo a Autran os prêmios APCA e Shell de melhor ator.
http://teatrochik.terra.com.br/espetaculos/espetaculo_principal.asp?codigo=957&campo=FichaTecnica
postado por: NANDA ROVERE 11:07 PM
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Quinta-feira, Agosto 18, 2005
DIA 30 DE AGOSTO VAI TER A FESTA DE LANÇAMENTO DO PROGRAMA PUTZ
A BALADA será no NAAIF. Das 21 às 22:hs coquetail na faixa pra quem quiser conferir exibição de cenas do programa. Das 22:30 em diante, a balada vai rolar Solta ao som do DJ ANDRE Hã
Naaif- AL. LORENA, 1989)
O PROGRAMA PUTZ BALADA VAI AO AR NA TVA E TEM NO ELENCO A TALENTOSÍSSIMA e DIVERTIDÍSSIMA ADRIANA FONSECA.
PROGRMA PUTZ! TERÇAS 19:30HS e SABADOS às 14:00HS
12:00hs
CANAL DE SÃO PAULO, canal 18 da TVA
São Paulo
HALEI REMBRANDT (diretor), "NÓIA" e MALU (Adriana Fonseca)
Alguns trabalhos de Adriana
- Apresentações no Segundas Intenções
-Grease
-Modernidade:Um musical-filme de Rodrigo Pitta
-ROCKY HORROR SHOW
-SPLISH SPLASH
postado por: NANDA ROVERE 5:50 AM
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A VIDA NA PRAÇA ROOSEVELT É MAIS UMA MONTAGEM MUITO ESPERADA POR TODOS QUE ADMIRAM OS SATYROS
saiba tudo sobre A Vida na Praça Roosevelt no www.satyros.com.br
Sinopse
Personagens variados se entrecruzam nas calçadas e nos endereços da praça Roosevelt. São homens e mulheres, de várias classes sociais, mas que vivem seus dramas pessoais isolados em sua solidão urbana cruel e violenta.
Por trás da sociedade brasileira injusta e segregacionista, vivendo em uma cidade suja e assustadora, os personagens vão dando dimensão humana a uma seqüência sempre surpreendente de cenas deste retábulo humano.
O filho infeliz de um empresário dono de uma fábrica de armas e sua amada cantadora de bingo solitária; uma travesti velha e sua amiga secretária doente terminal, operários com medo do desemprego, um morador de rua, um policial em coma que perdeu o filho em um conflito de traficantes e sua esposa amargurada, todos estes personagens nos fazem perceber que, por maior que seja a violência, atrás das estatísticas da criminalidade e da miséria existem dramas humanos sendo vividos.
Dea Loher nos propõe olhar a sociedade brasileira com olhos que vão além das estatísticas e dos clichês, fazendo com que possamos perceber a nossa identidade de forma nova e universal.
Estréia: 20 de agosto
Texto: Dea Loher
Tradução: Christine Röhrig
Direção: Rodolfo García Vázquez
Assistência de Direção: Marta Baião
Preparação de Atores: Soraya Saíde
Elenco: Alberto Guzik, Ângela Barros, Fabiano Machado, Ivam Cabral, Nora Toledo, Soraya Aguillera, Soraya Saide, Cléo De Páris, Daniel Tavares, Julio Carrara, Laerte Késsimos, Tatiana Pacor, e a participação especial de Phedra d. Córdoba
Cenário: Rodolfo García Vázquez
Iluminação: Carlos Ebert
Figurinos: Fabiano Machado
Trilha Sonora: Ivam Cabral
Design Gráfico: Laerte Késsimos
Gênero: Drama
Recomendação: Maiores de 14 anos
Duração: 120 minutos
Ingresso: R$ 20,00 (Descontos para Estudantes, Classe Artística e Terceira Idade)
Preço especial de R$ 5,00 para os moradores da Praça Roosevelt
Temporada: sábado às 21h00 e domingo às 20h30
Em cartaz até 18 de dezembro
postado por: NANDA ROVERE 5:50 AM
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Segunda-feira, Agosto 08, 2005
ORAS BOLAS - DEVE SER VISTO POR CRIANÇAS E ADULTOS
Qual criança nunca brincou com uma bola? Certamente é difícil encontrar
quem
nunca brincou!
Partindo do universo lúdico infantil, os atores dão vida ao quadrado, ao
triângulo e 'a bola, fazendo dos mesmos os personagens principais da
montagem. Não existe uma história, mas esquetes - em alguns momentos os
objetos viram seres inusitados; em outros, são o meio de interação entre
seres humanos.
Oras Bolas é um espetáculo que cativa crianças e adultos. É a primeira
montagem da Cia. Noz de Teatro, Dança e Animação, que tem como objetivo
a
valorização e integração entre estas três linguagens. Vale ressaltar que
as
cenas mais interessantes são as de animação, onde as bolas se movimentam
por
todo o palco e vão sendo desenhadas interessantes imagens (merecendo
,portanto, elogios os manipuladores).
Os figurinos, adereços e cenários (que têm como elemento principal a
bola),
coloridos e criativos, foram criados pelo elenco.
Destaque
especial para saias confeccionadas a partir de guarda-chuvas. O elenco
é
formado por atores experientes e por iniciantes, todos com um bom desempenho
e
demonstrando prazer em estar no palco.
A trilha sonora está muito bem inserida no espetáculo, pois impulsiona a
movimentação dos atores em cena. Acompanho a carreira do Dani e do
Morris
há
alguns anos e é impressionante a sintonia entre os dois. Tatuquinha do
Capo,
uma das canções, foi composta por Morris Picciotto para a sua filha, e é
um
dos destaques.
O adulto reascende a criança que existe dentro de si. As crianças ficam
deslumbradas com todo o colorido e descobrem inúmeras possibilidades de
utilizar a bola em suas brincadeiras. Assim, várias bolas podem virar, por
exemplo, um animal, uma figura.
Para ver mais fotos:
http://www.editorweb.com.br/m3.asp?cod_pagina=573
"Tatuquinha do Capó
Tatuquinha do Capó
Tatuquinha do Capó
Tatuticapó
Capim
Tatuticapó
Capim"
Direção: Anie Welter
Elenco: Anie Welter, Tili Woldby, William Schmiedel, Elvira Cardeal,
Rafael Petri, Luzimara Azevedo, Bruna Amado
Trilha sonora de Morris Picciotto e Dani Maia.
Teatro do Sesc Belenzinho de 23 de julho a 11 de setembro de 2005 com
sessões aos sábados, domingos e feriados ás 16h
postado por: NANDA ROVERE 11:54 PM
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MORRIS PICCIOTTO
Morris
Foto retirada do site: http://www.urbanda.com.br/entrada.html
Violonista, compositor e produtor.
Atuou e fez a trilha dos espetáculos
O Um da Estória
De quem é esse Jegue
As Roupas do Rei
Fez as trilhas de
Aqueles 2
Corda Bamba
Mata Hari
Você Vai Ser o que Você quer Ser
Os Collegas
Lolo Barnabé
Noites Brancas
Antígona
O Coordenador
Caixa Mágica
Assembléia dos Bichos - Direção musical
Em cinema
A História Real (direção de Andréa Pasquini, prêmio de Melhor Trilha Sonora no Festival de Florianópolis) e "Todos os dias são iguais" (direção de Carlos Gradim, ganhador do Prêmio Curta Minas).
-Projeto Violões do Brasil - Livro, DVD e CD
Pesquisa (violonistas e luthiers) Morris Picciotto e Eloísa Elena
-Projeto Memória Brasileira Um sopro de Brasil ¿ idealização: Myriam Taubkin e Morris Picciotto; direção de produção
Morris Picciotto
-Bandas:
Urbanda www.urbanda.com.br
Baque Solitário
música: Rodrigo Campos
letra: Morris Picciotto
Ouça o som que tem
Som de ser tão só
Sonho um dia, alguém, talvez.
Sermos dois assim a sós.
Somos dois a sós.
Sonsos sem saber.
Mesmo juntos feito nó.
Somos sempre seres sós.
Doce sal, teus lábios nos meus lábios,
Seja sol que incendeia nossos corpos.
Solidão feliz de dois,
enfim juntinhos por um triz.
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DANIEL MAIA
Sob a direção de Gabriel Villela fez arranjos e produção de trilhas sonoras
para os espetáculos "Ópera do Malandro", "Os Saltimbancos" e "Gota d'Água",
de Chico Buarque de Hollanda (São Paulo e Portugal); "Sonho de Uma Noite de
Verão", para a Cia. de Dança do Palácio das Artes; e compôs a música
original para os espetáculos "Auto da Liberdade" (Mossoró - RN) e "Fausto
Zero", de Goethe. Editou a trilha sonora do espetáculo "Mira", de Cristina
Machado, e arranjou e produziu em parceria com o autor as trilhas sonoras de
"Lolo Barnabé" e "Caixa Mágica", compostas por Morris Picciotto.
Dani tocando no Segundas Intenções
Quem está no orkut entre no http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1837871 e faça parte da comunidade do Dani
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TEXTOS QUE EU ESREVI SOBRE DOIS ESPETÁCULOS: ASSEMBLÉIA DOS BICHOS E CAIXA MÁGICA (TRILHA DE DANI E MORRIS)
ASSEMBLÉIA DOS BICHOS DÁ UMA AULA DE RESPEITO AO PRÓXIMO E 'A NATUREZA
Sábado passado eu fui ao teatro Sesc Anchieta conferir o espetáculo
Assembléia dos Bichos.
Num momento onde o respeito ao próximo e 'a natureza é praticamente uma
utopia, a montagem precisa ser vista não só pelas crianças, mas também pelos
adultos.
Uma menina escuta alguns bichos falando sobre uma Assembléia Anual e fica
curiosa. Apesar de não admitirem a presença da espécie animal homem, a menina
se disfarça e consegue participar do evento. Ao lado de várias espécies de
animais, presencia cenas de solidariedade e ética.
O cenário é simples e colorido. Panos e bambus desenham a caverna onde a
assembléia acontece.
A imaginação das crianças é impulsionada pelos atores, pois a caracterização
dos animais, na maioria das vezes, são feitas somente por alguns adereços.
Isso proporciona um dinamismo 'a montagem e possibilita que os atores (todos
eles ótimos em cena) representem diversos personagens. Vale a pena ressaltar
o uso de bonecos e de técnicas de teatro de sombras em cena.
Direção, iluminação e figurino também contribuem para dar um toque lúdico 'a
montagem, assim como a trilha sonora original (inspirada nos sons dos
animais).
Assembléia dos Bichos é um interessante passeio para sábado de manhã e, o
melhor, é gratuito. Mas é bom chegar cerca de uma hora antes, pois o teatro
lota.
A Bendita Trupe encenou os espetáculos Collegas,As Roupas do Rei (melhor
espetáculo infantil em 2002 segundo a APCA), entre outros.
Elenco: Bendita Trupe: Jacqueline Obrigon, Neca Zarvos, Maurício de Barros e
Rodrigo Gaion
Texto: Cláudia Vasconcellos
Direção: Johana Albuquerque
Cenografia: Tadeu Knudsen
Direção musical: Morris Picciotto e Daniel Maia
Iluminação: Marisa Bentivegna
Figurinos e adereços: Marina Reis
Sesc Consolação - Teatro SESC Anchieta
Rua Dr. Vila Nova, 245 - Vila Buarque - São Paulo-SP
telefone: 11 3234-3000
De 19/03 a 07/05. Quartas, às 15h (para escolas) e sábados, às 11h.
NO www.vejasp.com.br/materias/conteudo_10891.shtml PODEMOS LER TRECHOS DO
TEXTO.
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2004
CAIXA MÁGICA - O ENCANTAMENTO DO TEATRO ATRAVÉS DOS TEMPOS
No início de maio estreou no teatro Alfa o espetáculo Caixa Mágica.
Infelizmente na maioria das vezes os espetáculos infantis e/ou infanto-juvenis são colocados em segundo plano pela mídia, pelo público ou até mesmo pelos artistas. Isso é uma grande injustiça, pois nos últimos anos tenho acompanhado espetáculos inteligentes e muito bem produzidos, direcionados não só às crianças, mas a todos que ainda buscam alguns momentos de diversão, emoção e informação através do teatro.
O espetáculo faz parte do projeto educativo e social denominado Descobrindo o Teatro, criado em 2002. Idealizado pelo teatro Alfa, tem como objetivo aproximar o jovem ao mundo das Artes Cênicas e de ampliar os seus horizontes profissionais.
De uma maneira lúdica crianças e adultos têm a oportunidade de conhecer detalhes interessantes sobre o Teatro Grego, passando pelo Teatro Nô, pelo teatro na Idade Média, pelo "Elisabetano", chegando até o Teatro Contemporâneo.
Dois técnicos proporcionam ao público uma viagem pela magia do teatro. Elementos como iluminação, cenografia e música - na maioria das vezes pouco valorizados - são essenciais para o entendimento das transformações que as Artes Cênicas sofreram no decorrer dos tempos.
O texto de José Geraldo Petean consegue transmitir de uma maneira simples e correta a história do teatro. O cenário, como não podia deixar de ser, nos remete aos bastidores do teatro, ao tablado. Um momento especial é quando a caixa se transforma num lindo cenário do teatro elisabetano e os atores interpretam, com muita graça e talento, uma cena do texto Romeu e Julieta de William Shakespeare.
Iluminação, direção e trilha estão em harmonia e contribuem para a qualidade do espetáculo.
O público não é tratado como um mero observador. No final da apresentação, o espectador é convidado a conhecer "os bastidores" do teatro Alfa. Assim, público e os artistas do teatro estabelecem uma bonita troca de energia e a chamada quarta parede é quebrada de uma maneira inesquecível.
Quem nunca foi ao teatro certamente se apaixonará por essa arte e quem já a conhece, terá uma ótima oportunidade para conhecer um pouco mais sobre as diversas maneiras que os artistas de teatro se expressaram.
Caixa Mágica é didático, mas sem deixar de lado o encantamento. Por esse motivo, é ideal para ser apresentado para escolas.
CAIXA MÁGICA - DESCOBRINDO O TEATRO
Texto: José Geraldo Petean.
Direção: Cris Lozano.
Com: Guto Togniazzollo e Sidnei Caria.
Alfa - sala B (r. Bento Branco de Andrade Filho, 722, Santo Amaro, região sul, tel. 11 5693-4000). Sáb. e dom.: 16h. Até 25/7.
Ficha Técnica
Realização: Barracão Cultural
Idéia original: Eloísa Elena
Dramaturgia: Jose Geraldo Petean
Direção: Cris Lozano
Elenco: Guto Togniazzollo e Sidnei Caria
Cenário, figurinos e adereços: Márcio Medina
Iluminação: Marisa Bentivegna
Trilha: Morris Picciotto
Daniel Maia: Gravação e arranjos da trilha
postado por: NANDA ROVERE 11:47 PM
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Quarta-feira, Agosto 03, 2005
GRAÇA CUNHA
Graça Cunha é uma cantora de talento e carisma.
A sua presença no palco é forte. Em seus shows, Graça esbaja alegria e simpatia.
Sua experiência na área musical é enorme. Fez backing vocal em CDs de Rita Lee, Sunsarah, Paulo Miklos, Jota Quest e Skank. É uma das artistas que mais gravou jingles para comerciais. Além disso, foi vocalista das bandas Mamma Soul, Mo¿jama e Quasímodo, participou de Cds de qualidade, interpretou duas faixas da trilha sonora do filme Pelé Eterno, se apresenta frequentemente no evento Segundas Intenções e está ensaiando o espetáculo Romeu e Julieta.
Tenho o privilégio de estar ouvindo as canções (pré-mixadas) que farão parte do seu primeiro CD solo, a ser lançado em breve.
O repertório é muito bem escolhido, com destaque para Cartola (um dos maiores compositores brasileiros) e Saudade e Solidão - Graça Cunha e Gui Afif, numa interpretação emocionante da cantora.
Certamente esse seu trabalho receberá muitos elogios do público e crítica, pois é realizado com muito carinho. Assim como no palco, sua voz é singela e gostosa de ouvir.
SHOWS:
-60 anos de Elis Regina
-Apresentação em projetos musicais em shoppings
-Shows nos bares Ópera Lis, Jesuíno Bar & Foods, Lanterna e Blen Blen
- Women in Blues (Sesc Santo Amaro) - Bee Scott, Dadá Cyryno, Graça Cunha, o gaitista Flávio Guimarães e o guitarrista Danny Vincent homenagearam as divas do jazz e do blues.
Graça e Dino no greatest do Segundas
Fonte: Página da Graça no Orkut
TEATRO:
-Trilha de Ubu Rei de Cacá Rosset
-Noturno de Oswaldo Montenegro
-Romeu e Julieta ¿ estréia dia 13 de agosto no Teatro Procópio Ferreira
CDS:
-ELECTROBOSSA ¿ faixas Sem Você" e "Na Madrugada
-CD Rio 58 de Roberto Coelho ¿ faixa I don't like samba
-BRAZILIAN NIGHTS - Edson X feat. Sem voce
- CD Um Olhar, do músico e compositor Corciolli
PRÊMIOS:
GRANDE PRÊMIO DE SOLO VOCAL.
Casas Pernambucanas e Brahma
NA INTERNET:
www.gugastroeter.com.br/Video%20Graca.htm
Uma crítica:
uma voz segura e dosada, com domínio de palco do tipo que olha no olho da platéia
www.radarmagazine.com.br/
No www.teatrovida.blogger.com.br da Camila tem uma bela homenagem ¿a Graça.
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1125454 comunidade no Orkut
REPERTÓRIO DO SEU CD
Ele e Ela - André de Souza
1, 2 e...- Josias Damasceno e Dimi Zumke
Saudade e Solidão - Graça Cunha e Gui Afif
Promessas - Tito Bahiense
Acontece - Cartola
Aquele Um - Djavan
De Janeiro a Janeiro - Tito Bahiense
Divisão - Rubinho Ribeiro
Bahia das Graças - Lupa Mabuze
postado por: NANDA ROVERE 5:09 PM
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Segunda-feira, Agosto 01, 2005
UMA BELA HOMENAGEM AO SAMBA ¿ SHOW O Samba é Meu Dom de FABIANA COZZA
Sexta, dia 29 de julho , assisti na Fnac de Campinas a um show maravilhoso da cantora paulistana Fabiana Cozza. Nesse show ela apresenta o seu CD O Samba é Meu Dom.
Quem já a ouviu cantando sabe o quanto ela é especial. Para quem ainda não a conhece, digo que ela é uma das vozes mais lindas que conheço. E que presença no palco!
Com oito anos de carreira, Fabiana iniciou a sua trajetória profissional com Jane Duboc. Começou a chamar a atenção a partir de shows realizados em São Paulo, especialmente na Vila Madalena.
O seu repertório é formado basicamente por sambas e dificilmente ela não seria apaixonada por esse estilo musical, visto que seu pai, Oswaldo dos Santos, foi puxador da escola de samba Camisa e Verde e Branco.
O Samba é Meu Dom é o seu primeiro CD e a qualidade do mesmo foi reconhecida com o Prêmio Tim de Melhor Cantora de Samba (Artista Revelação). Prêmio merecido, mas Fabiana não pode ficar tachada como sambista, pois ela possui um timbre de voz capaz de cantar qualquer tipo de música ¿ e seu objetivo é cantar diversos estilos musicais.
Fabiana faz uma homenagem ao samba de raiz e interpreta novos compositores (Leandro Medina, Rodrigo de Campos, Marcos Paiva, entre outros) e mestres, como Wilson das Neves e Paulo César Pinheiro, cuja música é a faixa-título do disco.
Um dos momentos mais bonitos da apresentação foi Fabiana cantando a canção Embarcação, de Chico Buarque e Francis Hime. Ela gravará Embarcação em seu próximo CD. Olhos Nos Olhos - Maria Bethânia, Atrás da Porta - Elis, Morena de Angola - Clara Nunes e Embarcação - Fabiana...! Outra canção marcante, esta sim faz parte do seu CD, é Meu Drama (Silas de Oliveira e Joaquim Ilarindo).
Dias 1 e 2 de agosto fará show no Sesc Consolação/SP. Não percam!
Se o pocket-show já foi de extrema qualidade, o show completo será imperdível!
Onde Encontrar o CD
www.submarino.com.br
FNAC ¿ www.fnac.com.br Tel: (11)3097-0022 (preço mais barato)
Saraiva ¿ www.saraiva.com.br - Tel: ( 11)38795999
Outras localidades acesse www.tratore.com.br
MAIS INFORMAÇÕES SOBRE FABIANA:
Em 1998, a convite do compositor Eduardo Gudin, integrou o grupo Notícias Dum Brasil, gravando o disco "Pra Tirar o Chapéu". Com este trabalho, dividiu o palco com Ivan Lins, Paulinho da Viola, Elton Medeiros, Leila Pinheiro, entre outros artistas.
A carreira solo começou em pequenos shows em teatros e bares paulistanos. Sua presença cênica expressiva foi aprimorada nos musicais "Os Lusíadas" (1999), dirigido por Iacov Hillel, e "A Luta Secreta de Maria da Encarnação" (2001), de Gianfrancesco Guarnieri, no qual atuou como solista. Em 2002, a convite do diretor Heron Coelho, estrelou o musical "Rainha Quelé - Tributo a Clementina de Jesus", no Sesc Ipiranga, dividindo o palco com a veterana cantora e atriz Marília Medalha.
Em seguida vieram "O Canto da Guerreira", no qual atuou ao lado da cantora Suzana Salles; "Aquarelas de Ary Barroso", em homenagem ao centenário do compositor, e o recente espetáculo "Por Lamartine...Babo!!!", ao lado da cantora Maria Alcina. Realizou ainda trabalhos em diversas unidades do Sesc, como projetos cênicos/musicais sobre a obra de Vinicius de Moraes, as temáticas Rodas de Samba e Gafieiras, além de cantar em clubes e bares paulistanos.
www.itaucultural.org.br/index. cfm?cd_pagina=2132&cd_materia=761
MATÉRIAS INTERESSANTES:
revistaepoca.globo.com/ Epoca/0,6993,EPT787236-1655,00.html
revistatrip.uol.com.br/demo/chat2.cfm?id=230
revistaquem.globo.com/Quem/ 0,6993,EQG997557-3383-1-v2,00.html
O Samba É Meu Dom - Wilson das Neves e Paulo César Pinheiro
A Morte de Chico Preto - Geraldo Filme
Lavandêra - Rui de Moraes e Silva
São Mateus - Marcos Paiva e Rodrigo Campos
Feito do Nada - Sérgio Santos
Valeu, Clementina - Leandro Medina
Luzes - Josias Damasceno e Mário Mammana
Meu Drama - Silas de Oliveira e Joaquim Ilarindo
Verniz - Sérgio Santos e Paulo César Pinheiro
Acima de Tudo Mulher ¿ Ideval ¿ com participação especial do seu pai
Acima de Tudo Mulher - Parte II - Talismã e Jordão
O Samba É Meu Dom
(Wilson das Neves e Paulo César Pinheiro)
O samba é meu dom
Aprendi bater samba
Ao compasso do meu coração
De quadra, de enredo
De roda, na palma da mão
De breque, de partido-alto
E o samba-canção
O samba é meu dom
Aprendi dançar samba
Vendo o samba de pé no chão
No Império Serrano
A escola da minha paixão
No terreiro, na rua, no bar
Gafieira e salão
O samba é meu dom
Aprendi cantar samba
Com quem dele fez profissão
Mário Reis, Vassourinha
Ataulfo, Ismael, Jamelão
Com Roberto Silva, Sinhô
Donga, Ciro e João Gilberto
O samba é meu dom
Aprendi muito samba
Com quem sempre fez samba bom
Silas, Zinco, Aniceto, Anescar
Cachinê, Jaguarão
Zé-com-Fome, Herivelto
Marçal, Mirabeau, Henricão
O samba é meu dom
É no samba que eu vivo
Do samba é que eu ganho
o meu pão
E é no samba que eu quero morrer
De baquetas na mão
Pois quem é do samba
Meu nome não esquece mais não
postado por: NANDA ROVERE 10:06 PM
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FESTIVAL DE DANÇA KLAUS VIANNA - 26 a 31 de julho de 2005
Havia escrito um texto sobre a mostra de dança da CPFL, mas como o meu computador deu um ¨piripaque¨, perdi o texto (que já havia gravado!)
A programação foi bem interessante e homenageou Klaus Vianna (1928¿1992), Angel (sua mulher) e Rainer Vianna (1958-1995), filho de Klauss e Angel Vianna, os quais revolucionaram o modo de se pensar a dança e o corpo/movimento. Começaram juntos, nos anos 40, em Belo Horizonte, a pesquisar os movimentos da dança que chamaram de ¿corpo consciente¨.
São cinco dias de evento, onde público terá acesso gratuito a oficinas de expressão corporal, mesas-redondas, lançamento de livro e espetáculos de dança (cujos bailarinos seguem os ensinamentos dos mestres homenageados pelo evento)
Para Klaus Vianna o movimento está totalmente relacionado com o nosso modo de pensar e agir. Assim cada um pode ¿ e deve ¿ desenvolver o seu modo de dançar, de se movimentar.
Klaus infelizmente faleceu em 1992, mas Angel continuou aprimorando as pesquisas sobre o movimento realizadas por ambos.
Angel fundou uma faculdade no Rio de Janeiro e criou o método de Conscientização do Movimento, que busca proporcionar ao indivíduo maior conhecimento do corpo através da percepção das estruturas óssea e muscular, bem como o funcionamento e a funcionalidade das articulações. Esse conhecimento libera as tensões acumuladas, relaxa e nos faz manter um contato mais intenso com nós mesmos e com o próximo.
Infelizmente não pude assistir a todos os espetáculos, mas prestigiei Improptus, Homem Sem Pele e Rimas do Corpo (com a bailarina e atriz Mariana Muniz , que eu conheço de espetáculos dirigidos por Gabriel Villela e Ulysses Cruz) e Trapiche (da Cia Oito Nova Dança de São Paulo, cuja sede fica no bairro Bela Vista).
Minas está sempre presente em minha vida, seja no teatro, na música, na dança ou na minha vida particular.
Não entendo muito sobre dança, mas tenho gostado das montagens que tenho visto. Todas elas, de profissionais que atuam ou atuaram em Minas: Grupo Corpo, Cia de Dança do Palácio das Artes (Sonho de Uma Noite de Verão e Coreografia de Cordel), Primeiro Ato (Sem Lugar) e, agora, um Festival que homenageia artistas que têm grande importância na dança mineira e brasileira.
O Festival de Dança Klauss Vianna foi uma interessante oportunidade para entrar em contato com artistas de São Paulo, Campinas e Rio de Janeiro. Artistas que aprenderam muito com Klaus e Angel, mas que desenvolveram m jeito próprio de se expressar através da dança.
Vale a pena ressaltar que a CPFL, patrocinadora do evento, vem realizando em Campinas uma louvável programação cultural nas áreas de Artes Cênicas (teatro) e música.
No primeiro semestre de 2005, passaram pelo Centro Cultural CPFL vários espetáculos de sucesso, tais como: Agreste (direção de Márcio Aurélio - SP), Primus (Campinas; Boa Companhia), Assombrações do Recife Velho (Grupo Os Fofos Encenam ¿ SP, pré - estréia) e Calendário de Pedra (Denise Stocklos ¿ SP). Para ver a programação do segundo semestre, que terá como destaques Nada de Novo (Parlapatões - SP) e Filosofia na Alcova ( Grupo Satyros ¿ SP), acessar: www.cpfl.com.br/cultura.
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IMPROPTUS
Assistir Angel no palco foi muito interessante, pois pude ver na coreografia apresentada muitas idéias defendidas por ela. Fiz, há alguns anos, um workshop baseado no seu método e gostei bastante.
O espetáculo foi pequeno, mas emocionante. No palco vimos movimentos repetidos, que representaram a mesmice dos nossos dias, o estresse da vida moderna. A trilha, tocada ao vivo, foi um dos méritos.
O cenário, apenas algumas cadeiras, e a luz (ora dando enfoque ¿as bailarinas, ora ocorrendo ¨black outs¨, contribuíram para a qualidade da apresentação).
Antes do início da sessão, foi apresentado um vídeo sobre a trajetória de Klaus como professor de dança e a sua importância para o teatro (a expressão corporal no teatro, começou a ser valorizada a partir de sua atuação de preparador corporal em espetáculos, como A Mão na Luva e Roda Viva). Destaque para os depoimentos de Zé Celso e Marco Nanini.
"Se a dança é um modo de existir, cada um de nós possui a sua dança e o seu movimento original, singular e diferenciado. E é a partir daí que essa dança e esse movimento evoluem para uma forma de expressão em que a busca da individualidade possa ser entendida pela coletividade humana" - Klaus Vianna
¿Se trabalho enriquecendo minhas possibilidades musculares, eu sou o movimento e não apenas me movo. E, se me movo integralmente, tenho em mim todas as forças que regem o universo. Quando danço, portanto, está dentro de mim a engrenagem que faz o movimento do mundo.
O que vemos, no entanto, é que o domínio da arte da dança, em nossos dias, obedece a certas regras e convenções em função de um ideal estético antecipadamente suposto e proposto. Mas é possível pensar a dança para além desses limites, como uma das raras atividades em que o ser humano se engaja plenamente de corpo, espírito e emoção. Mais do que uma maneira de exprimir-se por meio do movimento, a dança é um modo de existir ¿ e é também a realização da comunhão entre os homens.¿
(Klaus Vianna, A Dança, Summus Editorial, São Paulo, 2005)
¨A comunicação através de uma linguagem corporal existe, desde que nascemos, até nossa morte. Só que muitas vezes, morremos e nem sabemos que existimos. Nosso corpo vaga pesado, desmembrando-se da mente e do espírito. Não somos apenas um monte de ossos, músculos e órgãos. Pensamos, sentimos e há os que vão em busca de uma integridade¨ - Angel Vianna
Para saber mais ¿ Angel e Klaus revolucionaram muito a dança, o teatro, o modo de pensar e sentir o nosso corp. Citar todas as suas idéias nesta página é complicado, por isso visitem:
www.escolaangelvianna.com.br/
www.gruposummus.com.br/info.php?noticia_id=385
lusitanocoelhomg2004.blogspot.com/
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HOMEM SEM PELE (Carlos Martins) e
RIMAS NO CORPO (Mariana Muniz) mostram pessoas que se encontram ¿a margem da sociedade, pelo menos foi assim que compreendi a encenação.
Ambos escondem os seus rostos e estão fugindo ou em busca de algo. Realizam movimentos corporais vigorosos e densos, aliados ¿a poesia e ao teatro.
Homem sem Pele começa cm a voz de Mariana Muniz em off dizendo ao público informações óbvias, sobre teatro, palco, platéia. Também avisa que é permitido celulares, fotos, etc; isso tudo com as luzes acesas. Logo em seguida, entra Carlos Martins e dá vida a um personagem que não conseguimos definir bem as características, mas que vagueia como numa jaula. Possivelmente está procurando um sentido para a sua vida, tentando se libertar de lembranças do passado.
A luz ora ilumina a platéia e o palco, ora ilumina somente o bailarino.
Em Rimas no Corpo a voz e o corpo são guiados pela poesia. A coreografia faz referência à agressividade da cidade em contraponto com a delicadeza de uma flor.
São apresentados vídeos com imagens urbanas, de grandes cidades. Mariana entra em cena e interage como as imagens como se estivesse ¿a margem das mesmas. Logo em seguida, faz movimentações corporais que transmitem inquietação.
Conhecia Mariana como atriz e preparadora corporal. Nunca a tinha visto dançando. Ela tem uma forte presença no palco e bastante expressividade. Não gostei do cabelo escondendo o rosto, mesmo entendendo que tal opção foi para realçar a dramaticidade das cenas. No final da encenação, Carlos Martins e Mariana dividem o palco. Os seus personagens, são de alguma maneira, vítimas da crueldade vida moderna, das grandes cidades, quase se encontram...
Homem sem Pele (São Paulo)
Concepção e interpretação: Carlos Martins
Voz: Mariana Muniz
Agradecimentos: Gisele Neubarth e Rodolpho Grani Jr.
Rimas no Corpo (São Paulo)
Concepção: Mariana Muniz e Cláudio Gimenez
Interpretação: Mariana Muniz
Trabalho audiovisual: Cláudio Gimenez
Figurinos/adereços e trilha sonora: Mariana Muniz e Cláudio Gimenez
Desenho de Luz: Celso Marques
Produção executiva: Mônica Bamman
Agradecimentos: Arnaldo Antunes, Edgar Scandurra, Maria Lúcia Lee, Tânia Marcondes, Eneida Gimenez e Yvonne Bento.
Rimas no Corpo
Sobre Mariana Muniz
Mariana Muniz é formada em dança pela escola de danças clássicas do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Dedicou-se ao trabalho com dança moderna a partir do encontro com Lurdes Bastos, Klauss e Angel Viana. Ex-integrante do grupo experimental de dança do Balé da Cidade, estudou em Nova Yorque e na França. Foi integrante do Grupo Coringa sob a direção de Graciela Figueiroa.
Atuou em teatro sob a direção de Ulisses Cruz, Naum Alves de Souza, Gabriel Villela, Ilo Krugli, Jorge Takla, Antonio Abujamra e Roberto Lage, entre outros. Recebeu alguns prêmios por sua atuação como intérprete e coreógrafa (3 APCA de melhor intérprete e coreógrafa, 1 Mambembe de melhor atriz coadjuvante e 3 APETESP de melhor coreógrafa em teatro adulto).
Atualmente vem desenvolvendo trabalhos solo, onde atua como bailarina e atriz, com a colaboração de Cláudio Gimenez Filho. Recentemente recebeu o prêmio de melhor intérprete do ano 2000 pela APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte). Em 2001 começa a lecionar técnica de dança contemporânea na Faculdade de Dança Anhembi-Morumbi. Acaba de participar da 2ª Mostra Internacional SESC de Dança.
www.coffeestudio.com.br
O SEU CURRÍCULO COMPLETO:
http://www.vgimk.com.br/img/exclusivos/f/Mariana%20Muniz/fotos.htm
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Mesa temática "Klauss Vianna nas artes cênicas", com Antônio Nóbrega, Francisco Medeiros, Márcio Aurélio e Marcos Kaloy (mediador)
Pretendia assistir,mas perdi. QUE PENA!
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Na finalização do evento em homenagem ao Klaus Vianna foi apresentada a montagem
TRAPICHE (Trapiche: lugar de entrada e saída, passagem), da A Cia Oito Nova Dança/SP.
A Cia Oito Nova Dança, dirigida por Lu Favoreto (bailarina que assinou a preparação dos atores de Agreste e Santa Luzia Passou Por Aqui com seu Cavalinho Comendo Capim), tem como objetivo investigar a relação entre estrutura corporal, movimento vivenciado e obra cênica, adotando como princípio técnico os métodos de Klauss Vianna e da fisioterapeuta francesa Marie Madeleine Béziers.
Fandango, piano queimado, batizado de Seu Arlindo e a cidade de Ararapira, onde a companhia realizou pesquisas, serviram de inspiração para a criação de Trapiche. Um trabalho que une dança, música, canto e interpretação.
O público é recepcionado pelos atores na entrada da sala de espetáculo, os quais tocam instrumentos e dançam.
Todas as coreografias são cheias de lirismo e encantam, pois procuram resgatar não só movimentos que estão em extinção, mas a alma do povo interiorano e a importância que a dança possui em suas vidas.
Duas cenas merecem aplausos especiais: Um violão dependurado e uma bailarina interagindo com o mesmo. Em outro momento, velas acesas no chão e um bailarino dançando por entre as mesmas.
O cenário, simples e interessante, nos transporta para a roça, para o interior. Em cena, bancos de madeira, troncos de arvores e, em alguns momentos, velas e lampiões. São materiais certamente coletados durante a pesquisa de campo e que representam o homem e a sua relação com o meio em que vive. Numa gravação, seu Ezequiel diz- "A perda da cultura é um perigo".
A dança de casais e a música ao vivo (viola, piano queimado, etc) são os destaques do espetáculo. O tamanco de madeira é um elemento que faz parte da maioria das cenas e representa o nosso chão, o nosso povo.
.Uma bela homenagem aos dançarinos, e a todos os artistas profissionais ou amadores, que lutam pela preservação das nossas manifestações populares.
No programa do evento, nos informaram que haveria uma apresentação de fandango. Infelizmente ela não ocorreu. Teria sido uma oportunidade ímpar de conhecer a dança que inspirou um espetáculo tão marcante como foi Trapiche.
Trapiche
http://www.novadanca.com.br/index.html
Orientação antropológica e dramatúrgica: Valéria Cano Bravi
Intérpretes-criadores: Anderson Gouvêa, Andrea Drigo, Georgia Lengos, José Romero, Lu Favoreto, Maristela Estrela e Ramiro Murillo
Fotos:José Romero
Ambientação cênica: José Romero e Anderson Gouvêa
Figurino: Maristela Estrela
Criação de luz: Andre Boll
Música ao vivo: Andrea Drigo e Ramiro Murillo
Engenheiro de som e piano queimado 1 e 2: Alê Prade
Piano queimado 3 : Lu Favoreto
Depoimentos em áudio: Seu Ezequiel, Zé Roberto, Seu Arlindo e Arnaldo Pereira
Fandango de encerramento: Queromana - Zé Pereira, Arnaldo Pereira, Zé Roberto e Laurinei
Programação:
27 | julho
21h
Abertura: Apresentação de dança com Angel Vianna e lançamento da reedição do livro "A DANÇA" de Klauss Vianna.
28 | julho
10h às 13h
Oficina: "Conscientização do Movimento e Jogos Corporais"
Um trabalho de sensibilização do corpo e de sua relação com o espaço para desenvolver a percepção, o conhecimento e a disponibilidade para a criação de movimentos.
Com: Angel Vianna
Bailarina, coreógrafa e diretora do Curso Técnico em Dança e da Faculdade Angel Vianna - RJ. Notório Saber pela Universidade Federal da Bahia.
14h às 17h
Oficina: "Improvisação"
Um trabalho de técnica de improvisação com base na consciência do corpo aliando noções de eixo, peso, fluxo, impulso e projeção do movimento.
Com: Beth Bastos
Bailarina e professora de dança - São Paulo.
19h
Mesa Temática: "Técnica Klauss Vianna: um processo didático e criativo"
Angel Vianna- Faculdade Angel Vianna RJ
Inês Bogéa - Crítica de dança da Folha de São Paulo e coordenadora do grupo de estudos de dança do CEUME. Foi bailarina do Grupo Corpo de 1989 à 2001.
Neide Neves - Pesquisadora, preparadora corporal, professora mestra do Curso de Comunicação nas Artes do Corpo da PUC - SP e do Curso de Teatro da Universidade Anhembi Morumbi.
Jussara Miller (mediadora)- Bailarina, coreógrafa e professora graduada e mestra em Artes Corporais pela Unicamp. É diretora/fundadora do Salão do Movimento - Campinas SP.
21h
Apresentação de dança: " e tudo movia à minha volta..." - São Paulo
O improviso é usado como estratégia de criação e de composição cênica, sem hierarquias articulam-se música, dança e artes plásticas. Nessas relações o peso e a leveza dos corpos ganham sentidos mitopoéticos em torno de nossos "duplos": real/irreal; sonho/pesadelo; voar/mergulhar; aurora/crepúsculo; terrestre/aéreo; cotidiano/ideal.
Concepção e direção: Zélia Monteiro
Intérpretes: Zélia Monteiro e Cinthia Nisiyama
Orientação dramatúrgica: Valéria Cano Bravi
Criação musical: João de Bruçó
Cenografia: Beto e Paulo von Poser (Produção: Cenário Brasil)
Figurinos: Suiá Ferlauto
Iluminação: André Boll
Fotos: João Caldas
29 | julho
10h às 13h
Oficina: "Técnica Klauss Vianna - processo lúdico"
Introdução à prática da técnica Klauss Vianna, com noções de espaços articulares, pontos de apoio, peso, resistência, oposições ósseas e eixo global, visando o corpo presente.
Com: Neide Neves - São Paulo
14h às 17h
Oficina: "Dança Clássica"
A técnica clássica como uma maneira de sentir, perceber e conhecer o corpo e seu funcionamento e não como um treinamento rígido imposto a ele, respeitando a constituição física de cada aluno.
Com: Zélia Monteiro
Bailarina, coreógrafa e professora do Curso de Comunicação e Artes do Corpo da PUC - SP. Trabalhou por oito anos com Klauss Vianna, de quem foi assistente.
19h
Mesa Temática: "Os Viannas: contribuições para a história da dança no Brasil"
Ana Francisca Ponzio - jornalista, crítica de dança e curadora de eventos de dança.
Dulce Aquino - Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC - SP e professora do Curso de Dança da Universidade Federal da Bahia - UFBA.
Valéria Cano Bravi - Mestra em Artes Cênicas - USP e professora do Curso de Dança e Movimento da Universidade Anhembi Morumbi.
Eusébio Lobo (mediador) - Professor Doutor do Curso de Artes Corporais da Unicamp.
21h
Apresentação de dança: "Corpo sentado" - Campinas SP
O corpo senta, o corpo sente...Este solo de dança é uma reflexão sobre o corpo sedentário que a nossa sociedade constrói com todas as estratégias de não movimento: um corpo fixado, acomodado, tratado como objeto do pensar e produzir. Com a escuta do próprio corpo, o "corpo sentado" transforma-se em "corpo sentido".
Direção, concepção e interpretação: Jussara Miller
Orientação cênica: Bukke Reis
Fotos/slides: Christian Laszlo
Ambientação cênica e figurino: Bukke Reis
Iluminação: Cristiano Pedott
Poema em voz off: Augusto de Campos
Poema em slide: Fernando Pessoa (Alberto Caeiro)
" As árvores " - Campinas SP
Este solo busca retratar cenicamente fragmentos de situações vivenciadas no passado, que persistem no presente. Sete, o mais misterioso e fantástico dos números, são as imagens das árvores e dos caminhos que convergem para e divergem do meu corpo, que é o ponto de partida e chegada, o local único e indivisível onde o ritual cênico tem início.
Concepção, coreografia e interpretação: Julia Ziviani
Voz em off: Lídia Vitiello
Edição de Áudio: Divanir Gatttamorta
Figurino: Julia Ziviani
Fotos: Fernando Ziviani
30 | julho
10h às 13h
Oficina: "Técnica Klauss Vianna - processo dos vetores"
A prática da Técnica Klauss Vianna com enfoque nas direções ósseas e suas oposições para a construção do corpo cênico.
Com: Jussara Miller - Campinas SP
14h às 17h
Oficina: "Reeducação do Movimento"
O equilíbrio entre os pontos de apoio, espaço articular e tônus muscular, visando a qualidade do gesto.
Com: Irene Ziviani
Bailarina e terapeuta corporal, há mais de 20 anos vem desenvolvendo um trabalho de consciência corporal e reeducação do movimento em Belo Horizonte - MG.
19h
Mesa Temática: "Corpo Cênico e Educação Somática"
Ana Terra - Mestra em Artes pela Unicamp e professora do Curso Dança e Movimento da Universidade Anhembi Morumbi - SP.
José Antônio Lima - médico e professor de anatomia do movimento do Curso Comunicações nas Artes do Corpo da PUC - SP.
Márcia Strazzacappa - atriz, bailarina e prof. doutora da Faculdade de Educação-Unicamp.
Marília Vieira Soares (mediadora)- professora doutora do Curso de Artes Corporais da Unicamp.
21h
Apresentação de dança: "Homem sem Pele" - São Paulo
Num espaço indefinido, um homem sem rosto e totalmente vestido vagueia como numa jaula. Seus movimentos seguem resquícios de padrões ligados a uma memória, movimentos não dançados. Fragmentos que remetem a um tipo de ritual masculino de força e potência. Metáfora da pós-modernidade e a questão das identidades.
Concepção e interpretação: Carlos Martins
Voz: Mariana Muniz
Agradecimentos:Gisele Neubarth, Rodolpho Grani Jr.
"Rimas no Corpo" - São Paulo
Um trabalho de dança onde a poética do movimento é tecida pela articulação entre dança e poesia. Dinâmicas vocais e corporais, se interceptam e se dinamizam num jogo que visa o estabelecimento de conexões intertextuais (textos coreográficos e literários).
As ações corporais se estabelecem em relação aos temas dos poemas, numa construção cênica que se caracteriza por uma estrutura narrativa feita de inserções, interrupções e colagem.
Concepção: Mariana Muniz e Cláudio Gimenez
Interpretação: Mariana Muniz
Trabalho audio-visual: Cláudio Gimenez
Figurinos/adereços e trilha sonora: Mariana Muniz e Cláudio Gimenez
Desenho de Luz: Celso Marques
Produção executiva: Mônica Bamman
Agradecimentos: Arnaldo Antunes, Edgar Scandurra, Maria Lúcia Lee, Tânia Marcondes, Eneida Gimenez e Yvonne N. Bento.
31 | julho
10h às 13h
Oficina: "Técnica Klauss Vianna na Saúde"
A utilização da técnica Klauss Vianna com enfoque terapêutico voltado para a prevenção de problemas musculo-esqueléticas.
Com: Marinês Calori
Professora graduada em Artes Corporais pela Unicamp e quiropraxista graduada pela Universidade Anhembi
postado por: NANDA ROVERE 9:59 PM