Valorização da cultura brasileira
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Domingo, Maio 30, 2004
Leiam:
Um comentário sobre o espetáculo A BABÁ
Um comentário sobre o show do ator e cantor MARCELO BOFFA - mais informações ver no dia 21/05/2004
Um texto sobre O INSPETOR GERAL DO GRUPO GALPÃO
Texto sobre FAUSTO ZERO - 24/05/2004
postado por: NANDA ROVERE 11:27 PM
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Hoje, dom, fui assistir A Bábá no teatro Bibi Ferreira. Agradeço a minha amiga que me convidou para assistir e a Bárbara Paz, que nos concedeu convites.
Confesso que não é o meu tipo de peça preferida, mas valeu a pena ter assistido. O elenco é bom, com destaque para Cláudia Mello e Gisele Itié. Na verdade, o que eu não gosto muito é de cenário realista/naturalista. Sem contar que eu respeito muito a Bibi Ferreira - diretora do espetáculo.
Sinopse:
Um casal vive um relacionamento conturbado a partir do momento em que a mulher começa a trabalhar fora, ganha mais que o marido e contrata uma babá para tomar conta do filho do casal.
Autor: Juca de Oliveira
Direção: Bibi Ferreira
Elenco: Bárbara Paz, Emílio Orciollo Netto, Cláudia Mello e Giselle Itié
Local: Teatro Bibi Ferreira
Sex.: 21h30 Sáb. 20h e 22h30 Dom.: 19h. Ingr.: R$ 40 e 50
Brigadeiro Luiz Antônio, 931
Tel: 11 31053129
postado por: NANDA ROVERE 11:04 PM
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Quinta, dia 27 de maio, eu fui assistir ao show do Marcelo Boffa, no Teatro Augusta. Assim como o André Dias, eu o conhecia dos espetáculos do Gabriel - Villela. Uma linda homenagem ao rádio. Um momento que eu gostei muito foi quando ele interpretou Bastidores do Chico Buarque.
Ao lado da atriz e cantora Luciana Carnielli e de Marcelo Médici , Boffa deu um show de interpretação e a sua voz certamente encantou a todos. Uma voz que vai desde o popular até o lírico.
Tanto o André quanto o Boffa pretendem continuar com os shows. Desejo muito sucesso a eles. Assistir a esses dois shows foi um grande prazer.
Na próxima quinta quem vai se apresentar é a atriz e cantora Neusa Romano.
Neusa Romano:
Iniciou seus estudos artísticos na música lírica e popular, logo em seguida iniciou na carreira de atriz. Foi bandleader da Turtle Blues e Orangofunk. Participou dos musicais A Pequena Loja de Horrores, Pocket Broadway, Rent, A Ópera do Malandro, Gota D'Água, Victor ou Victoria e Cole Porter - Ele nunca disse que me amava (que entrará em cartaz no Teatro Antonio Fagundes-SP).
Agradeço mais uma vez ao meu amigo Daniel Maia pela oportunidade de assistir a dois shows tão legais. O Daniel foi o responsável pela direção musical e tocou brilhantemente acordeon e violão.
postado por: NANDA ROVERE 10:54 PM
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O Inspetor Geral é mais um trabalho de qualidade do Grupo Galpão
Quem acompanha a carreira do Galpão certamente não se impressionará com a qualidade do espetáculo O Inspetor Geral. Qualidade é uma característica que acompanha o trabalho desse grupo desde o início. Mais uma vez os atores provam que têm muito talento e carisma.
A trajetória da Galpão junta sucesso com muito esforço. Desde 1982 abrilhantam as ruas e os palcos brasileiros com espetáculos marcantes e inteligentes.
A maioria - senão todos - os projetos primam pela busca da perfeição e pela discussão democrática sobre os rumos que o grupo seguirá.
O Grupo Galpão encena espetáculos onde o contato direto do público e a valorização da nossa cultura popular estão presentes. A vontade de alçar altos vôos e inovar, no entanto, montagens como Partido e Álbum de Família, cuja característica básica é a busca visceral da arte de representar e da compreensão do ser humano.
Em O Inspetor Geral o popular, beirando muitas vezes o grotesco, está presente. Personagens como ----representam de uma maneira escrachada a hipocrisia que reina em nossa sociedade no âmbito político.
Figuras importantes de uma cidade provinciana russa esperam com preocupação a vinda de um inspetor geral. A corrupção reina em todos setores do serviço público e a vinda do inspetor é um perigo contra a
Durante mais de uma hora nos divertimos com as confusões geradas por esse indesejado visitante, que, na verdade, é um impostor que se aproveita da ignorância das autoridades da cidade para se beneficiar com subornos. O problema é quando a farsa é descoberta...
O esforço de toda a equipe é nítido e merece elogios. Os atores (Eduardo Moreira, Inês Peixoto, Rodolfo Vaz, Antonio Edson, Arildo de Barros, Paulo André, Simone Ordones, entre outros) estão magníficos no palco, com destaque especial para Rodolfo Vaz ( o falso inspetor) que criou um personagem divertido.
A direção de Paulo José consegue aproveitar a grande expressividade dos atores e o bom texto de Gogol.
O cenário, formado basicamente por biombos e assinado por Paulo José, Kika Lopes e Máximo Soalheiro, contribui para a realização das cenas que acontecem em ambientes diferentes. A trilha, composta por Fernando Muzzi, os figurinos de Kika Lopes e a iluminação Alexandre Galvão e Wladimir Medeiro, também merecem destaque.
O Galpão já apresentou o espetáculo em cidades como Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Campinas e São Paulo. Mas como a trupe sempre está viajando pelo Brasil e exterior, certamente a temporada desse trabalho será longa.
O talento do Galpão já encantou pessoas de várias partes do mundo. No momento, por exemplo, a atriz se encontra afastada do grupo, pois foi convidada a participar do Cirque du Soleil. Além disso, o Galpão pisou no palco do Globe Theatre em Londres (com o espetáculo Romeu e Julieta, dirigido por Gabriel Villela) e fez muito sucesso.
Infelizmente o texto de Gogol continua atual e nos faz rir de problemas comuns às sociedades de todos os tempos.
Prestigiar o Grupo Galpão é estar em contato com artistas que amam o teatro e que procuram, através dele, proporcionar alegria e reflexão.
A minha admiração pelo Grupo Galpão:
Comecei a me interessar pela nossa cultura popular após conhecer o trabalho do diretor teatral Gabriel Villela e do Grupo Galpão.
A valorização que eles dão ao nosso país, à nossa cultura popular e interiorana e, principalmente, à sua terra natal contribuíram para eu perceber a importância da manutenção e preservação da riquíssima cultura brasileira.
Foi através do Gabriel que tive a oportunidade de conhecer o Grupo Galpão, um dos grupos mais geniais do teatro brasileiro.
A primeira peça do Grupo que tive oportunidade de assistir foi Romeu e Julieta (Gabriel dirigiu Romeu e Julieta e A Rua da Amargura) e toda vez que assisto a um espetáculo deles me emociono não só pela qualidade das produções , mas por perceber nos atores uma grande paixão pelo ato de representar.
Passei um dia na sede do grupo assistindo ao ensaio do espetáculo Um Trem Chamado Desejo em Belo Horizonte e fiquei encantada com o profissionalismo dos atores.
Pela manhã tiveram aula de canto com a Babaya, à tarde ensaio das cenas do espetáculo e à noite, reunião com Ernani Maleta e Fernando Muzzi que cuidavam da parte musical/instrumental do espetáculo. Sempre com muita dedicação e vontade de realizar um trabalho de qualidade.
Para saber mais sobre o grupo:
http://www.grupogalpao.com.br/
postado por: NANDA ROVERE 10:51 PM
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Segunda-feira, Maio 24, 2004
Hoje eu fui assistir novamente Fausto Zero. Gostei mais ainda.
Desde a estréia para cá os atores cresceram bastante em cena.
Tive a felicidade de encontrar o Gabriel por lá e conversar um pouco com ele. Sempre uma simpatia de pessoa!
O Gabriel não é só um gênio como artista, mas uma pessoa super agradável. Uma figura e tanto!
Me sinto privilegiada em assistir aos seus trabalhos e também fico muito feliz de ter contato e/ou amizade com muitos artistas - MARAVILHOSOS - que trabalham com ele.
Também revi uma pessoa muito querida: Maria do Carmo Soares. Maria do Carmo trabalha em Fausto e eu a admiro muito como atriz e pessoa.
"UR FAUST" - Fausto Zero comemora os quarenta anos de carreira da atriz Walderez de Barros com maestria
Divulgação
Há mais ou menos um mês tive o privilégio de assistir ao espetáculo "URFAUST" Fausto Zero, obra de Goethe, com direção de Gabriel Villela.
Tecer considerações sobre os espetáculos dirigidos pelo Gabriel não é muito fácil, pois todos os seus trabalhos são ricos em detalhes (e isso é certamente uma de suas maiores qualidades como profissional).
A minha vontade de conferir Fausto era tão grande que fui ao teatro mesmo prestes a operar uma catarata. Por esse motivo, acabei perdendo alguns momentos interessantes pela dificuldade em estar visualizando nitidamente elementos importantes do espetáculo.
Assistindo pela segunda vez, domingo 23 de maio, eu pude contemplar nitidamente todo o espetáculo. Recomendo que todos se dirijam ao Espaço Promon para festejar, junto coma atriz Walderez de Barros, os seus quarenta anos de profissão, bem como se deliciar com a beleza dos cenários, dos figurinos, do texto, da trilha sonora e com o talento dos atores.
Walderez está estupenda como Fausto, e Maria do Carmo Soares também brilha na interpretação de alguns personagens que servem de apoio. Comecei a admirar a atriz Vera Zimmermann nos espetáculos do Gabriel e o seu talento me surpreende cada vez mais. Os demais atores estão corretos no desenvolvimento dos seus personagens.
A trilha sonora original, criada pelo músico mineiro Daniel Maia, é uma das qualidades da montagem.Tudo é muito sensível; a trilha enriquece muito a ação dramática. Elas possuem algo de barroco, uma espécie de mistura entre o sagrado e o profano... A idéia de colocar as cantoras Nábia Villela e Chiris Gomes interpretando as canções proporcionou à trilha um brilho especial.
Com relação ao cenário, vale destacar a presença de um tear no centro do palco. Trazido de Carmo do Rio Claro/MG, cidade natal de Gabriel Villela, ele evidencia toda a "mineiridade" presente na trajetória profissional do diretor.
Figurino e iluminação também merecem aplausos, pois estão em perfeita sintonia com os outros elementos do espetáculo.A história de Fausto é tocante, pois o ser humano muitas vezes, ao buscar o poder, abdica do amor, do respeito e da felicidade.
Certamente transpor para o palco o mito de Fausto, que vende a sua alma ao diabo, não é uma tarefa fácil. Gabriel conseguiu um resultado interessante.
Em Fausto Zero, a cena do pacto (a qual ocorre na segunda parte da obra de Goethe) não está presente. Isso, no entanto, é resolvido com competência nesta montagem. As cenas envolvem o espectador pela sua beleza plástica e riqueza de detalhes, característica presente nos trabalhos de Gabriel Villela. Fantoches - que eram utilizados em encenações do texto ¿ são manipulados pelos atores e contribuem para dar à montagem um caráter popular. Além disso, a densidade do texto é quebrada pela opção de trabalhar com o estilo circense e com a commedia dell'arte (valorizada com a presença do ator italiano Alvise Camozzi no elenco).
Saí do teatro e não consegui parar de pensar sobre as escolhas que fazemos em nossa vida. Cabe a nós ¿tecermos¿ um mundo mais justo e para isso é preciso valorizar, cada vez mais, a amizade e o respeito ao próximo.
Fausto Zero ficará em cartaz até 27 de junho e merece ser visto.ESPAÇO PROMON
Av. Pres. Juscelino Kubtischek, 1.830 - Itaim Bibi - São Paulo - SP.11-3847-4111
Temporada até 27 de junho de 2004
postado por: NANDA ROVERE 3:31 AM
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Sexta-feira, Maio 21, 2004
"DESTAQUES DE HOJE"
PRÓXIMA QUINTA SHOW DE MARCELLO BOFFA NO TEATRO AUGUSTA E TEXTO SOBRE O ESPETÁCULO CAIXA MÁGICA
O projeto Canto na Quinta já teve as apresentações de André Dias e Amanda Acosta.
Ver shows solos de cantores/atores que eu só conhecia via espetáculos teatrais é um programa que me interessa muito. São artistas que também merecem espaço na área musical.
Asim como o André Dias, eu conheço o Marcello Boffa dos espetáculos do Gabriel Villela e admiro muito. Sua voz é marcante e voltada para o lírico.
Mais uma vez o músico Daniel Maia estará cuidando de um show deste projeto. Um show que promete ser de muita qualidade, visto o talento e esforço do Daniel (para conhecê-lo melhor é só dar uma lida numa homenagem que eu fiz a ele logo abaixo - 23 de março de 2004).
E, por falar em Daniel Maia, recomendo mais uma vez o espetáculo Fausto Zero (0spaço Promon. Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 1830, Itaim Bibi, 11 38474111), direção de Gabriel Villela. Dani assina a trilha sonora - belíssima - original e a comunicação visual.
Breve currículo do MARCELLO BOFFA:
Atuou nos espetáculos A Gota D'Agua, Ópera do Malandro, Replay e Mary Stuart, todas com direção de Gabriel Vilela, Grease, Ópio Baudelaire, direção de Sérgio Ferrara, Pochet Broadway, direção de Rodrigo Pitta, A Canção Dos Direitos das Crianças, direção de Roberto Lage, A Casa dos Brinquedos, direção de Toquinho, Os Brutos Também Amam, direção de Beth Lopes, Guaiú, A Ópera das Formigas, direção de Jamil Dias, Orlando, direção de Bia Lessa, Elsinore - Variações sobre Hamlet, direção de William Pereira, Homenagem à João Pacifico, direção de Samuel Kerr e Kelbim - O Cão da Divindade, direção de Antonio Carlos Bournie. Participou das óperas O Café, de Mario Andrade e Bastian Und Bastienne, de Mozart.
teatrochik.terra.com.br/home/materias.asp?codigo=629
Foto: Amanda, Marcelo e Neusa Romano
Fonte: Teatrochick
Programação:
Dia 13 de maio: André Dias
Dia 20 de maio: Amanda Acosta
Dia 27 de maio: Marcello Boffa
Dia 03 de junho: Neusa Romano
Dia 10 de junho: Marcos Tumura
Teatro Augusta - Sala Nobre
Rua Augusta, 943 - Cerqueira César, tel: 11 3151-4141.
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CAIXA MÁGICA - O ENCANTAMENTO DO TEATRO ATRAVÉS DOS TEMPOS
No início de maio estreou no teatro Alfa o espetáculo Caixa Mágica.
Infelizmente na maioria das vezes os espetáculos infantis e/ou infanto-juvenis são colocados em segundo plano pela mídia, pelo público ou até mesmo pelos artistas. Isso é uma grande injustiça, pois nos últimos anos tenho acompanhado espetáculos inteligentes e muito bem produzidos, direcionados não só às crianças, mas a todos que ainda buscam alguns momentos de diversão, emoção e informação através do teatro.
O espetáculo faz parte do projeto educativo e social denominado Descobrindo o Teatro, criado em 2002. Idealizado pelo teatro Alfa, tem como objetivo aproximar o jovem ao mundo das Artes Cênicas e de ampliar os seus horizontes profissionais.
De uma maneira lúdica crianças e adultos têm a oportunidade de conhecer detalhes interessantes sobre o Teatro Grego, passando pelo Teatro Nô, pelo teatro na Idade Média, pelo "Elisabetano", chegando até o Teatro Contemporãneo.
Dois técnicos proporcionam ao público uma viagem pela magia do teatro. Elementos como iluminação, cenografia e música - na maioria das vezes pouco valorizados - são essenciais para o entendimento das transformações que as Artes Cênicas sofreram no decorrer dos tempos.
O texto de José Geraldo Petean consegue transmitir de uma maneira simples e correta a história do teatro. O cenário, como não podia deixar de ser, nos remete aos bastidores do teatro, ao tablado. Um momento especial é quando a caixa se transforma num lindo cenário do teatro elisabetano e os atores interpretam, com muita graça e talento, uma cena do texto Romeu e Julieta de William Shakespeare.
Iluminação, direção e trilha estão em harmonia e contribuem para a qualidade do espetáculo.
O público não é tratado como um mero observador. No final da apresentação, o espectador é convidado a conhecer "os bastidores" do teatro Alfa. Assim, público e os artistas do teatro estabelecem uma bonita troca de energia e a chamada quarta parede é quebrada de uma maneira inesquecível.
Quem nunca foi ao teatro certamente se apaixonará por essa arte e quem já a conhece, terá uma ótima oportunidade para conhecer um pouco mais sobre as diversas maneiras que os artistas de teatro se expressaram.
Caixa Mágica é didático, mas sem deixar de lado o encantamento. Por esse motivo, é ideal para ser apresentado para escolas.
CAIXA MÁGICA - DESCOBRINDO O TEATRO
Texto: José Geraldo Petean.
Direção: Cris Lozano.
Com: Guto Togniazzollo e Sidnei Caria.
Alfa - sala B (r. Bento Branco de Andrade Filho, 722, Santo Amaro, região sul, tel. 11 5693-4000). Sáb. e dom.: 16h. Até 25/7.
Ficha Técnica
Realização: Barracão Cultural
Idéia original: Eloísa Elena
Dramaturgia: Jose Geraldo Petean
Direção: Cris Lozano
Elenco: Guto Togniazzollo e Sidnei Caria
Cenário, figurinos e adereços: Márcio Medina
Iluminação: Marisa Bentivegna
Trilha: Morris Picciotto
Daniel Maia: Gravação e arranjos da trilha
postado por: NANDA ROVERE 12:45 PM
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Quarta-feira, Maio 19, 2004
Dia 13 de maio assisti a um show maravilhosos do ator e cantor
ANDRÉ DIAS.
Já conhecia o André de espetáculos como Gota D'Agua e Ópera do Malandro, mas assistir a um show solo seu me encantou bastante.
O repertório foi dominado pelo samba (canções de Chico Buarque, Cartola, Candeia, João Nogueira, Paulo César Pinheiro, Zé Kéti e Luiz Melodia, entre outros). Descalço, com uma voz muito bonita e com uma maravilhosa presença no palco, André mostrou que é um cantor merecedor de todos os aplausos, pois tem carisma e talento. Também merecem todos os elogios os músicos Daniel Maia (também responsável pela direção musical), Marcelo Cabral e Fernando Fernandes. Uma parceria que precisa continuar.
Foi o seu primeiro show solo realizado na cidade de São Paulo e eu espero que seja o embrião de uma carreira musical de muito sucesso.
A apresentação fez parte do projeto Canto na Quinta do teatro Augusta. Este projeto tem como objetivo apresentar cantores que também atuam no teatro. Pelos artistas participantes (André Dias, Amanda Acosta, Marcelo Boffa, Neusa Romano e Marcos Tumura ), esta iniciativa tem tudo para ser o maior sucesso.
Um pouco sobre a carreira de André:
Formado em Artes Cênicas e em Teoria e Percepção Musical pela Uni/Rio, está em São Paulo desde 1999 e, desde então, vem brilhando no teatro (como cantor, ator e diretor) e no cinema. No teatro participou de Elis, Estrela do Brasil, direção de Diogo Vilela, Gota D'Água e Ópera do Malandro, ambas com direção de Gabriel Vilella, Rent, direção de Tânia Nardini, Mary Poppins, direção de Marcelo Caridad e Yentl, direção de Cininha de Paula, entre outros. Atualmente, faz o personagem Leão na peça O Mágico de Oz, em cartaz no Teatro Alfa. Atuou nos filmes Kidnap in Rio, produção alemã e O Xangô de Baker street, direção de Miguel Faria Jr. Fez assistência de direção e preparação vocal das peças Quem Tem Medo de Virginia Woolf, direção de João Falcão, Tangos, Boleros e Chá Chá Chá, direção de Bibi Ferreira e La Ronde, direção de Marcus Alvisi. Dirigiu, no Sesc Pompéia, o show em homenagem à Clara Nunes com Luciana Mello, Anna Torres, Virgínia Rosa, Tutti Baê, Vanessa Da Matta, Ceumar e Alessandra Maestrini.
Canto Na Quinta
Teatro Augusta - Sala Nobre
Rua Augusta, 943 - Cerqueira César, tel: 11 3151-4141.
Programação:
Dia 13 de maio: André Dias
Dia 20 de maio: Amanda Acosta
Dia 27 de maio: Marcello Boffa
Dia 03 de junho: Neusa Romano
Dia 10 de junho: Marcos Tumura
postado por: NANDA ROVERE 12:15 AM